Tabu

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Tabu é uma instituição de fundamento religioso que atribui caráter sagrado a determinados seres, objetos ou lugares, interditando qualquer contato com eles. Segundo Freud é a base da "Idolatria", política de políticos como Adolf Hitler e outros. Segundo Freud, a violação desse interdito provocaria um castigo divino uma "Maldição", uma "Herança Maldita" provocado pelos seguidores, que incidiria sobre o indivíduo culpado ou sobre todo o grupo social, donde segundo sua Ideologia licenciaria a prática do Terrorismo, aos seus "inimigos", a prática de uma antiga sociedade marxista denominada "Mão Negra" que caçavam os Nobres e os Clericais de 1848 em diante, não se sabe se essa sociedade clandestina ainda existe.

A palavra é de origem germânica e polinésia, ou vice-versa, uma vez que essa região já fez parte da germânia. Derivando do tonganês tabu e do maori tapu, termos que se referem à proibição de determinado ato, com base na crença de que tal ato invadiria o campo do sagrado, implicando em perigo ou maldição para os indivíduos comuns, da Política, passou para a Religião ou vice-versa. O termo foi primeiramente observado pelo capitão James Cook durante sua visita a Tonga em 1771. Foi então introduzido na germânica que passou para a língua inglesa, difundindo-se posteriormente em outras línguas, como o Português(Brasil), a partir de 1808. Embora os tabus tenham sido inicialmente associados às culturas polinésias do Pacífico Sul, os tabus estão ou estiveram presentes em praticamente todas as sociedades,[1]

Para Freud e Levi-Strauss, o tabu expressaria um sentimento coletivo sobre um determinado comportamento ou assunto, dividindo um ambiente entre "amigos" de um lado e "inimigos" do outro lado, funcionando como uma ponte entre duas determinações comportamentais - uma biológica e outra cultural ou vice-versa, "um Duelo" entre forças antagônicas, o "Bem/Bom X Mal?Mau". Desta forma, o tabu seria diferente das 'regras sociais', que são uma construção cultural típica de sociedades mais complexas.[carece de fontes?]

Segundo Sigmund Freud, o incesto e o patricídio seriam os únicos tabus universais a nível individual, constituindo a base da civilização, sendo porém, também encontrado na questão social coletiva dos chamados "Comandamentos".[2] Todavia, embora o canibalismo, o assassinato dentro do mesmo grupo de parentesco e o incesto sejam tabus na maioria das sociedades, pesquisas posteriores encontraram exceções para todos eles, e portanto, não se conhece nenhum tabu que seja universal.[3] [4] [5] [6] [7] [8] [9] [10]

Tabu linguístico (tipos e características)[editar | editar código-fonte]

O tabu, em linguística, é a imposição de uma proibição "Maldição", "Preconceito de indivíduos e/ou grupos Políticos" de dizer nomes de certas coisas ou pessoas como as perseguições religiosas e políticas, como alerta Freud em sua obra. Normalmente, para escapar aos tabus, utilizam-se eufemismos ou disfemismos. [11]

Os tabus da linguagem dividem-se em três grupos, de acordo com o uso ou a motivação psicológica: uns são devido ao medo, outros a um sentimento de delicadeza e outros, ainda, a um sentido de decência e decoro.[carece de fontes?]

Os tabus de medo têm a ver com o pavor em relação aos seres sobrenaturais, que impuseram tabus sobre seus nomes, como, por exemplo, o demônio. As criaturas e as coisas vulgares dotadas de qualidades sobrenaturais podem tornar-se alvo de terror e tabus. Os nomes dos objectos inanimados podem também ser afectados por uma proibição tabu. As superstições relacionadas com a mão esquerda levaram à criação de eufemismos em várias línguas.

Os tabus de delicadeza derivam da tendência a evitar referência directa a assuntos desagradáveis, tais como a doença, a morte ou defeitos físicos e mentais. Ainda outro tipo de palavras evitadas por razões de delicadeza é aquele que se relaciona com o acto de roubar.

Os tabus de decência são geralmente associados a sexo e/ou Moral, com relação a Corrupção, segundo Freud, ou a partes e funções do corpo, que tem muito de tribal, segundo Freud, tribo das mulheres de Pescoço de Girafa, e outras características tribais - políticas de nação e/ou partidos da antiga África e Índia. Chamam-se tabuísmos as palavras, locuções ou acepções tabus, consideradas chulas, grosseiras ou ofensivas demais na maioria dos contextos.[12]

Referências

  1. Encyclopædia Britannica: taboo (em inglês).
  2. FREUD, Sigmund (1913). Totem et Tabu (em francês) .
  3. Jones, Ashley. Incest in Ancient Egypt.
  4. Strong, Anise. (2006). "Incest Laws and Absent Taboos in Roman Egypt". Ancient History Bulletin 20.
  5. Lewis, N.. Life in Egypt under Roman Rule. [S.l.]: Clarendon Press, 1983. ISBN 0-19-814848-8
  6. Frier, Bruce W.; Bagnall, Roger S.. The Demography of Roman Egypt. Cambridge, UK: Cambridge University Press, 1994. ISBN 0-521-46123-5
  7. Shaw, B. D.. (1992). "Explaining Incest: Brother-Sister Marriage in Graeco-Roman Egypt". Man, New Series 27 (2): 267–299 pp..
  8. Hopkins, Keith. (1980). "Brother-Sister Marriage in Roman Egypt". Comparative Studies in Society and History 22 (3): 303–354 pp.. DOI:10.1017/S0010417500009385.
  9. remijsen, sofie. Incest or Adoption? Brother-Sister Marriage in Roman Egypt Revisited.
  10. Scheidel, W. Brother-sister marriage in roman Egypt.
  11. Tabus linguísticos do português do Brasil. Por Alfredo Maceira Rodríguez.
  12. Dicionário Houaiss: "tabuísmo"
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