Wuthering Heights

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Wuthering Heights
Wuthering Heights
O Monte dos Vendavais (PT)
O Morro dos Ventos Uivantes (BR)
Primeira página da edição original, de 1847
Autor (es) Emily Brönte (Ellis Bell)
Idioma inglês
País  Reino Unido
Género Romance
Espaço onde decorre a história Inglaterra
Editora Thomas Cautley Newby
Lançamento 1847
Edição portuguesa
Tradução Fernando de Macedo
Editora Editora Inquérito
Lançamento 1940
Edição brasileira
Tradução Oscar Mendes
Editora Editora Globo
Lançamento 1938[1]

Wuthering Heights (traduzido para português como O Morro dos Ventos Uivantes, O Monte dos Vendavais ou ainda Colina dos Vendavais), lançado em 1847, foi o único romance da escritora britânica Emily Brontë. Hoje considerado um clássico da literatura inglesa, recebeu fortes críticas no século XIX. Teve várias adaptações para o cinema, uma delas sendo dirigida pelo cineasta britânico A. V. Bramble, e para televisão, originando uma canção de sucesso, "Wuthering Heights", composta e interpretada por Kate Bush, uma das faixas do álbum The Kick Inside, de 1978, e posteriormente regravada pela banda de power metal Angra, em seu album Angels Cry, de 1993.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Toda a história, com poucas exceções, é contada pela testemunha ocular de todos os acontecimentos, uma governanta chamada Ellen Dean, ao locatário da propriedade Thrushcross Grange, também traduzida como Granja da Cruz dos Tordos, em Gimmerton, Yorkshire, Inglaterra, enquanto este se encontrava adoentado.

No início da trama, o patriarca da família Earnshaw resolve fazer uma viagem e traz consigo um pequeno órfão, que todos acham ser um cigano, porém sua procedência não é revelada em hora alguma da narrativa, ao qual denominam Heathcliff. Toda a afeição que o pai logo demonstra pelo menino enciuma seu filho legítimo, Hindley, que acha que está perdendo a afeição do pai para o menino. Sua irmã, Catherine, se afeiçoa por Heathcliff.

Quando o Sr. e a Sra. Earnshaw morrem, Hindley sujeita Heathcliff a várias humilhações. Este passa a ficar bruto e melancólico. Apesar do amor entre ele e Catherine, ela decide casar com Edgar Linton, por esse ter melhores condições de sustentá-la que Heathcliff.

Heathcliff sai do Morro dos Ventos Uivantes e, quando volta, está rico, chamando a atenção de Catherine e despertando ciúmes em seu marido. Catherine tem uma filha de Edgar e morre logo em seguida. Heathcliff resolve se vingar de Edgar e de Hindley.

Primeiro se casa com Isabella, irmã de Edgar. Logo após, Isabella se lamenta de ter casado com Heathcliff, abandona-o e tem um filho chamado Linton, enquanto está longe de seu marido. Hindley cai no vício do jogo e da bebida e perde todos os seus bens para ele. Hareton, filho de Hindley, consequentemente, fica sem herança - mas apesar disso, considera Heathcliff uma pessoa de alta moral, não permitindo que se fale mal de sua pessoa. Antes da morte de Edgar, Heathcliff casa Linton e Cathy (filha de Catherine e Edgar). Cathy descobre-se sem bens, quando seu marido Linton morre e Heathcliff apresenta um testamento onde seu filho lhe passava tudo quanto possuía. Pensando já ter se vingado, percebe nos últimos descendentes das casas da Granja da Cruz dos Tordos e do Morro dos Ventos Uivantes o olhar de seus antepassados e a paixão entre os dois, morrendo só em sua loucura e solidão. Como último desejo é enterrado junto com Catherine, seu grande amor. Deste dia em diante muitos juram ver sempre um casal vagando pelas charnecas do Morro.

Personagens[editar | editar código-fonte]

Heathcliff[editar | editar código-fonte]

Personagem masculino central da trama, o pequeno órfão adotado pelo patriarca dos Earnshaw no início da história, é depois caracterizado como apaixonado, atormentado e vingativo, sentimentos tão fortes em sua personalidade que beiram a loucura. Maltratado, desprezado e humilhado desde a morte do Sr. Earnshaw, se tornou um reles criado e é ainda proibido de ver Catherine. Ao saber do noivado de sua amada com seu rival Edgar, Heathcliff deixa o Morro dos Ventos Uivantes; retorna anos mais tarde, rico e com sede de vingança por ter sido privado de ficar com Catherine. Quer despejar seu ódio sobre todos os que considera culpados por seu sofrimento, sentimento este que se intensifica após a morte de Catherine. Não contente em se vingar dos seus contemporâneos, vinga-se também na geração seguinte, mais precisamente nos filhos de Catherine e de Hindley (apesar de ser considerado um pai para este, Hareton).

Ele é considerado como um arquétipo do herói byroniano, cuja paixão é tão intensa que chega a destruir a si mesmo e aos outros a seu redor.

Catherine Earnshaw[editar | editar código-fonte]

Jovem mimada, de espírito livre, ama Heathcliff tanto quanto ele a ama mas, por questões financeiras, decide casar-se com Edgar Linton. Anos mais tarde, após o retorno de Heathcliff, as constantes disputas dos dois homens por seu amor a deixam debilitada mental e fisicamente. Ela morre ao dar à luz sua única filha. Ela é um dos personagens mais complexos da trama, pois fica dividida entre o amor e o dinheiro. Catherine Earnshaw também é descrita como uma pessoa de temperamento explosivo. Crises de choro, sentimentos intensos e flutuações de humor também são características típicas da personagem. Assim como seu amado Heathcliff, ela é uma pessoa de sentimentos intensos e, por vezes, passionais. Ela também demonstra uma grande dificuldade em controlar suas emoções, possuindo acessos de fúria incontroláveis. Cathy (como é chamada) é uma personagem paradoxal, pois, ao mesmo tempo que é descrita como amável e sensível, é descrita como uma pessoa explosiva e repleta de delírios. Os seus sentimentos são muito intensos e uma angústia assola a sua alma. Cathy dizia sentir "dores" no coração e admitia que seu sangue fervia com facilidade. Características psicológicas de Catherine Earnshaw:

  • Magoava-se com facilidade
  • Sentimentos intensos
  • Emoções passionais incontroláveis (emoções que a "cegavam")
  • Mudanças súbitas de humor e personalidade (passava do riso para o choro em poucos minutos)
  • Intolerância à frieza e à indiferença demonstrada por inúmeras passagens do livros. O trecho a seguir elucida esta característica:

"O teu sangue-frio não consegue ficar febril; corrre-te nas veias água gelada,mas nas minhas está o sangue a ferver, e ver tanta frieza à minha frente deixa-me desvairada". — Catherine Earnshaw

Cathy era uma personagem que vivia no limite entre a normalidade e a loucura. Seus súbitos ataques de choro e sua dificuldade em controlar suas próprias emoções a levavam a características repletas de distúrbios psíquicos. —Estou às portas da loucura, Nelly! Essa exclamação de Cathy elucida sua personalidade limítrofe. Ela vivia na linha tênue entre a loucura e a normalidade.

Edgar Linton[editar | editar código-fonte]

Edgar Linton é o marido de Catherine Earnshaw, e alvo da vingança de Heathcliff. Pai de Catherine Linton, e irmão de Isabella Linton, tem características opostas a Heathcliff, mostrando uma personalidade gentil, mansa e de saúde frágil. Morre pouco depois que sua filha Cathy casa-se com Linton.

Isabella Linton[editar | editar código-fonte]

Isabella Linton é irmã de Edgar Linton e se torna, ao longo da história, esposa de Heathcliff. Ela e o irmão moravam elegantemente em Thrushcross Grange, quando Catherine Earnshaw sofre um acidente e fica em sua casa algumas semanas, despertando o amor de Edgar.

Hindley Earnshaw[editar | editar código-fonte]

Irmão de Catherine Earnshaw, pai de Hareton Earnshaw, e inimigo de Heathcliff, desde que seu pai o trouxe para casa. Ao longo da história, passa a viver uma vida degradante e miserável, tornando-se um alcoolista, após a morte de sua esposa Frances. Heathcliff quer se vingar dele, devido às crueldades que lhe fez durante a infância.

Ellen "Nelly" Dean[editar | editar código-fonte]

Elena é a narradora da história, e a testemunha de todos os acontecimentos. Geralmente chamada de “Nelly”, é a serviçal de Catherine e Hindley. Personagem inspirada na fiel serviçal de Emily Brontë, Tabhyta.[2]

Hareton Earnshaw[editar | editar código-fonte]

Filho de Hindley e sua esposa Frances. Ao longo do romance, ele faz planos para casar com Catherine Linton, por quem se apaixonou. É rude e ignorante em relação ao aprendizado comum (ler e escrever), porém seu amor por Cathy (que acaba por ajudá-lo em sua alfabetização) faz com que ele aplaine sua ignorância. Ele e Cathy Linton fazem planos para casarem-se no primeiro dia do ano que se aproxima.

Catherine Linton[editar | editar código-fonte]

Também conhecida como "Jovem Catherine" ou Cathy Linton, é a filha de Edgar Linton e Catherine Earnshaw e, a despeito dos desejos de vingança de Heathcliff, casa com Linton Heathcliff, filho de Heathecliff com Isabella Linton. Depois do falecimento do Linton Heathcliff, se casa com Hareton Earnshaw, salvando o nome dos Earnshaw e restabelecendo o equilíbrio perdido da história.

Linton Heathcliff[editar | editar código-fonte]

Filho de Isabella Linton e Heathcliff, que o faz casar com Cathy Linton. De saúde extremamente frágil é leviano, pensa apenas em si próprio (apesar de dizer que ama Cathy) e teme e muito seu pai. Cathy descobre-se sem bens, quando seu marido Linton morre e Heathcliff apresenta um testamento onde seu filho lhe passava tudo quanto possuía, para concretizar sua vingança.

Frances Earnshaw[editar | editar código-fonte]

Frances é a esposa de Hindley Earnshaw e mãe de Hareton as quais família e origens são desconhecidas. Frances morre ao dar a luz ao filho. Quando viva Cathy(sua cunhada,irmã de Hindley) a julga insolente ,por fazer coisas que não condizem com uma dama, em frente as crianças na sala de estar,porém esses pensamentos tendem a mudar após uma estadia de Cathy na casa dos Linton.Nelly a julga boba em sua chegada na casa,entretanto repara que a moça tem uma saúde fragil pois se cansa ao subir escadas,barulhos inesperados a estremeciam e que tossia de maneira estranha em certas ocasiões.

Linha do tempo[editar | editar código-fonte]

  • 1757: Hindley nasce (verão); Nelly nasce.
  • 1762: Edgar Linton nasce.
  • 1765: Catherine Earnshaw nasce (verão); Isabella Linton nasce.
  • 1771: Heathcliff é trazido para "Wuthering Heights" por Mr. Earnshaw.
  • 1773: Mrs. Earnshaw morre (primavera).
  • 1774: Hindley vai para o colégio.
  • 1777: Hindley casa com Frances; Mr. Earnshaw morre e Hindley volta (Outubro); Heathcliff e Catherine visitam "Thrushcross Grange" pela 1ª vez; Catherine volta para "Wuthering Heights".
  • 1778: Hareton nasce (Junho); Frances morre.
  • 1780: Heathcliff parte de "Wuthering Heights"; Mr. e Mrs. Linton morrem.
  • 1783: Catherine casa com Edgar (Março); Heathcliff volta (Setembro).
  • 1784: Heathcliff casa com Isabella (Fevereiro); Catherine morre e Cathy nasce (20 Março); Hindley morre; Linton nasce (Setembro).
  • 1797: Isabella morre; Cathy visita "Wuthering Heights" e conhece Hareton; Linton vem para "Thrushcross Grange" e "Wuthering Heights".
  • 1800: Cathy encontra Heathcliff e vê Linton novamente (20 Março).
  • 1801: Cathy e Linton casam (Agosto); Edgar morre (Agosto); Linton. morre (Setembro); Mr. Lockwood vai para Thrushcross Grange e visita "Wuthering Heights", iniciando a narrativa.
  • 1802: Mr. Lockwood volta para Londres (Janeiro); Heathcliff morre (Abril); Mr. Lockwood volta para "Thrushcross Grange" (Setembro).
  • 1803: Cathy planeja casar com Hareton (1º Janeiro).

Interpretação Psicológica[editar | editar código-fonte]

Interpretação Freudiana[editar | editar código-fonte]

A interpretação a seguir é de Linda Gold[carece de fontes?]. Pela teoria freudiana, Catherine seria o ego, Heathcliff, o id, e Edgar, o superego. Heathcliff (id) exterioriza impulsos primitivos; o id não é afetado pelo tempo, o qual parece não existir. Catherine (ego) relaciona-se com outras pessoas, testa o id contra a realidade. Edgar (superego) representa as regras do bom comportamento e da moral.

Catherine rejeita Heathcliff por uma avaliação realista que ela faz de seu possível futuro com ele e das vantagens de um futuro com Edgar. Ela opta pela segurança do superego em detrimento da obscuridade do id. Mas, para uma pessoa ser completa, ela necessita não só de seu ego e superego, mas também do id. Então ela espera que Edgar aceite Heathcliff em suas vidas, o que levaria à integração de sua personalidade. Quando seus planos não funcionam, ela perde a esperança em que seu desejo se torne realidade; sua personalidade fica fragmentada. Ela morre.

A filha de Catherine, Cathy Linton, seria uma continuação da primeira, isto é, mãe e filha representam o desenvolvimento de uma personalidade. Sua filha consegue o que ela não conseguiu: unir id, ego e superego, através de seus dois casamentos.

Uma outra interpretação : Por que o Morro/Charneca? O morro ou a Charneca na história, por sua frivolidade representa a loucura e a insanidade do amor, como descrito pelo professor Chargllium[carece de fontes?].

Adaptações[editar | editar código-fonte]

A mais antiga adaptação de Wuthering Heights foi filmada na Inglaterra, em 1920, e dirigida por A. V. Bramble.[3]

A mais famosa filmagem é a de 1939, estrelando Laurence Olivier e Merle Oberon, sob a direção de William Wyler. Essa adaptação elimina a segunda geração da história (jovem Cathy, Linton e Hareton). Em 1939, venceu o New York Film Critics Circle Award como melhor filme, e foi indicado ao Oscar de filme.

O filme de 1970, com Timothy Dalton como Heathcliff foi a primeira versão colorida do romance, e é interessante pois supõe que Heathcliff pode ser meio-irmão ilegítimo de Cathy. O caráter de Hindley é retratado de maneira mais simpática, e a história é alterada.

Em 1978 foi lançada pela BBC uma minissérie, estrelada por Ken Hutchison (como Heathcliff) e Kay Adshead (como Catherine).

O filme Wuthering Heights de 1992, estrelando Ralph Fiennes e Juliette Binoche é interessante por incluir a segunda geração, antes omitida, na história.

Em 1998 foi lançado mais um filme, dirigido por David Skynner, com Robert Cavanah e Orla Brady como protagonistas e ainda a participação de Matthew Macfadyen como Hareton Earnshaw. Versão muito interessante, em que o casal Cathy (Linton) e Hareton é destacado de maneira bela e doce.

Outras adaptações interessantes da história incluem a do espanhol Luis Buñuel em 1954, com Heathcliff e Cathy renomeados como Alejandro e Catalina. Em 2003, a MTV produziu uma versão na moderna Califórnia, com personagens como colegiais.

O romance tem sido popular em ópera e cinema, ressaltando as óperas escritas por Bernard Herrmann e Carlisle Floyd (ambos fixando a primeira metade do livro) e um musical de Bernard J. Taylor, com uma canção de Kate Bush.

No outono de 2008, Mark Ryan lançou uma dramatização musical narrada por Beowulf e Ray Winstone. Ele também dirigiu o video para a canção "Women", com Jennifer Korbee, Jessica Keenan Wynn e Katie Boeck.

Em agosto de 2009, ITV levou ao ar uma série em duas partes, estrelando Tom Hardy, Charlotte Riley, Sarah Lancashire, e Andrew Lincoln.[4]

No ano de 2011, o diretor Andrea Arnold lançou uma adaptação de uma nova versão, estrelando Kaya Scodelario como Cathy.[5]

No Brasil duas telenovelas foram feitas, em 1967 e 1973, respectivamente O Morro dos Ventos Uivantes e Vendaval.

Traduções[editar | editar código-fonte]

  • A primeira tradução no Brasil, com o título Morro dos Ventos Uivantes, foi feita em 1938, por Oscar Mendes, então da Editora Globo[6] . Tradução essa que, em vários pontos, difere do original — No nono capítulo, por exemplo, há o trecho de uma antiga balada dinamarquesa, traduzida para o Scots como The Ghaist's Warning (O Aviso do Fantasma), que em tal tradução é substituída por uma canção infantil popular portuguesa (Chô Chô Pavão). A balada original, que traduzida seria "Era tarde da noite e as crianças choravam; a mãe debaixo da terra aquilo ouviu (...)", faz uma alusão à fala de Nelly quando Hindley joga Hareton escada abaixo "Não me admira que a mãe dele não levante da cova", e sendo substituída faz a passagem perder o sentido.
  • Em Portugal, publicado como O Monte dos Vendavais, com tradução de Fernando de Macedo, Lisboa: Inquérito, 1940 (Coleção Os Melhores Romances dos Melhores Romancistas, nº 6), com várias edições posteriores.
  • Em 1947, foi feita uma tradução por Raquel de Queirós, pela Livraria José Olympio Editora, como Morro dos Ventos Uivantes. Em 2010, a Editora Abril lançou a nova Coleção "Clássicos Abril", em que O Morro dos Ventos Uivantes é o volume 23, utilizando a mesma tradução de Raquel de Queirós, originalmente da Livraria José Olympio Editora.
  • O Monte dos Vendavais, tradução de Maria Fernanda Cidrais, Porto: Civilização (Coleção Popular, nº 40), com edições em 1955, 1960, 1977 (Coleção Clássicos Civilização, Autores Ingleses).
  • Monte dos Vendavais, tradução de Leyguarda Ferreira, Lisboa: Romano Torres, 1957 (2ª edição), 1964 (3ª edição, Coleção Obras Escolhidas de Autores Escolhidos, nº 25).
  • O Monte dos Ventos Uivantes, tradução Maria Franco & Cabral do Nascimento, foi publicado pela Portugália Editora, em 1966 (Coleção Os Romances Universais, nº 35); pela Mem Martins: Europa-América, 1971 (2ª edição), 1988 (Coleção Livros de Bolso Europa-América, nº 10); pela Lisboa: Círculo de Leitores, em 1971, 1973, 1980; pela Lisboa: Relógio d’Água, em 2007.
  • Em 1971, a Editora Bruguera lançou o Morro dos Ventos Uivantes, na sua Coleção "Livro Amigo", volume 44, com tradução de Vera Pedroso, acompanhado de uma Notícia Biográfica sobre Ellis Bell e Acton Bell e um Prefácio do Editor, por Charlotte Brontë. Foi editado em convênio com o Instituto Nacional do Livro.
  • A Editora Abril, em 1971, lançou "Os Imortais da Literatura Universal", em que o Morro dos Ventos Uivantes foi o 10º volume, utilizando a tradução de Oscar Mendes, sob licença da Editora Globo. Vale ressaltar que, nessa tradução, os nomes de alguns personagens são diferentes. A irmã de Edgar Linton não se chama Isabella e sim Isabel. Não vemos o nome de ambas Catherine, e sim Catarina. A esposa de Hindley é Francisca e não Frances, e por fim Ellena "Nelly" Dean é Helena.
  • O Alto dos Vendavais, tradução Ana Maria Chaves, Lisboa: Dom Quixote, 1993 (1ª edição, Coleção Ficção Universal, nº 140) [7] , 1999 (2ª edição). A mesma tradução de Ana Maria Chaves, como O Monte dos Vendavais, com narração de Raimundo João Queirós Lopes, foi publicada pela Mem Martins: Europa-América, 1997 (2ª edição), Coleção Clássicos, nº 23[8] , e pela Alfragide: Gailivro, em 2010. Em 1994, a tradução de Ana Maria Chaves, sob o título A Colina dos Vendavais, foi publicado pela RBA Editores.
  • O Monte dos Vendavais, tradução de Fernanda Pinto Rodrigues, Lisboa: Presença, 2009 (Coleção Obras Literárias Escolhidas, nº 9).
  • O Monte dos Vendavais, tradução de Ana Ribeiro, Matosinhos: Book.it, 2011 (Coleção Clássicos da Literatura Universal).

Referências

  1. A primeira tradução de Morro dos Ventos Uivantes foi feita em 1938, por Oscar Mendes, então da Editora Globo. In: HALLEWELL, Laurence. O livro no Brasil: sua história. São Paulo: EdUSP, 2005, acesso on line O Livro no Brasil: sua história
  2. CIVITA, Victor. Os Imortais da Literatura Universal. São Paulo: Abril Cultural, p. 70
  3. Wuthering Heights (em inglês) no Internet Movie Database
  4. Wuthering Heights (em inglês) no Internet Movie Database
  5. Wuthering Heights (em inglês) no Internet Movie Database
  6. HALLEWELL, Laurence. O livro no Brasil: sua história. São Paulo: EdUSP, 2005, acesso on line O Livro no Brasil: sua história
  7. Catálogo da Biblioteca Nacional de Portugal
  8. Catálogo da Biblioteca Nacionald e Portugal

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • CIVITA, Victor (1971), Os Imortais da Literatura Universal, São Paulo: Abril Cultural. ISBN V. I, pp. 69 - 84
  • BRONTË, Emily (1971), O Morro dos Ventos Uivantes, São Paulo: Abril Cultural. ISBN V. 10, Trad. Oscar Mendes
  • BRONTË, Emily (1971), O Morro dos Ventos Uivantes, Editora Bruguera. ISBN V. 44, Trad. Vera Pedroso
  • BRONTË, Emily (2010), O Morro dos Ventos Uivantes, Editora Abril. ISBN 978-85-7971-024-7, V. 23, Trad. Raquel de Queirós

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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