Ashton Carter

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Ashton Carter
25Secretário de Defesa dos Estados Unidos
Período 17 de fevereiro de 2015 – 20 de janeiro de 2017
Presidente Barack Obama
Antecessor(a) Chuck Hagel
Sucessor(a) James Mattis
Dados pessoais
Nascimento 24 de setembro de 1954
Filadélfia, Pensilvânia
Estados Unidos
Morte 24 de outubro de 2022 (68 anos)
Boston, Massachusetts
Alma mater Universidade de Edimburgo (1975)
Universidade Yale (B.A., formação em física e história medieval, summa cum laude, 1976)
Universidade Oxford (Ph.D., Física teórica, Rhodes Scholar, 1979)
Universidade Rockefeller (1979–80)
MIT Centro para Estudos Internacionais (1982–84)
Cônjuge Clayton Spencer (divorciado)
Stephanie Carter (atual)
Filhos 2
Partido Democrata[1]

Ashton Baldwin "Ash" Carter (Filadélfia, 24 de setembro de 1954Boston, 24 de outubro de 2022) foi um físico por formação e professor de política pública, graduado pelas universidades de Harvard e Yale, que serviu como Secretário de Defesa dos Estados Unidos no governo do presidente Barack Obama. Ele foi apontado em 2015 para o gabinete de segurança do país e confirmado pelo Senado por 93 votos a 5, sucedendo Chuck Hagel no cargo de chefe do departamento de defesa. Entre suas principais funções foi supervisionar o esforço militar americano na Guerra contra o Estado Islâmico.[2]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Carter atuou como Secretário Adjunto de Defesa para Política de Segurança Internacional durante o primeiro mandato do presidente Clinton, de 1993 a 1996, responsável pela política relativa aos antigos estados soviéticos, assuntos estratégicos e armas nucleares.

Durante o primeiro mandato do presidente Obama, ele atuou primeiro como Subsecretário de Defesa para Aquisição, Tecnologia e Logística e depois Vice-Secretário de Defesa até dezembro de 2013. Em fevereiro de 2015, ele substituiu Chuck Hagel como Secretário de Defesa e serviu até o final do governo Obama.[3] Um ato notável durante seu mandato no departamento foi o fim da proibição de oficiais transgêneros nas forças armadas, que permaneceu em vigor por apenas um ano antes do governo Trump o restabeleceu. Em 2016, Carter abriu todas as ocupações e cargos militares para mulheres, sem exceção. Isso marcaria a primeira vez na história dos EUA que mulheres com as qualificações apropriadas poderiam contribuir para áreas das forças armadas, como infantaria, blindagem, reconhecimento e algumas unidades de operações especiais, que antes eram abertas apenas para homens.[4]

Morte[editar | editar código-fonte]

Carter morreu em 24 de outubro de 2022, aos 68 anos de idade, devido a um ataque cardíaco.[5]

Publicações[editar | editar código-fonte]

Além de ser autor de vários artigos, publicações científicas, estudos governamentais e testemunhos do Congresso, Carter coeditou e foi coautor de 11 livros:

Referências

  1. Cooper, Helene; Sanger, David E.; Landler, Mark (5 de dezembro de 2014). «In Ashton Carter, Nominee for Defense Secretary, a Change in Direction». The New York Times. Consultado em 18 de fevereiro de 2015 
  2. Chappell, Bill (17 de fevereiro de 2015). «Ashton Carter Is Sworn In As Obama's 4th Defense Secretary». NPR (em inglês). Consultado em 26 de outubro de 2022 
  3. «Ashton B. Carter». history.defense.gov (em inglês). Consultado em 26 de outubro de 2022 
  4. «Carter Opens All Military Occupations, Positions to Women». U.S. Department of Defense (em inglês). Consultado em 26 de outubro de 2022 
  5. Copp, Tara (25 de outubro de 2022). «Ash Carter, defense chief who opened jobs to women, dies». The Washington Post (em inglês). Consultado em 25 de outubro de 2022 
  6. «MX Missile Basing» (PDF). Consultado em 25 de outubro de 2022 
  7. «Ballistic Missile Defense | Belfer Center for Science and International Affairs». Belfercenter.org. Consultado em 25 de outubro de 2022 
  8. «Directed Energy Missile Defense in Space | Belfer Center for Science and International Affairs». Belfercenter.org. Consultado em 25 de outubro de 2022 
  9. «Managing Nuclear Operations | Belfer Center for Science and International Affairs». Belfercenter.org. Consultado em 25 de outubro de 2022 
  10. «Soviet Nuclear Fission: Control of the Nuclear Arsenal in a Disintegrating Soviet Union | Belfer Center for Science and International Affairs». Belfercenter.org. Consultado em 25 de outubro de 2022 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]