Bellini e a Esfinge

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Bellini e a Esfinge
Pôster oficial do filme.
 Brasil
2001 •  cor •  120 min 
Direção Roberto Santucci
Produção
Roteiro Tony Bellotto
Elenco
Gênero drama policial
Cinematografia Jacob Solitrenick
Direção de arte Paulo Flaksman
Edição Roberto Santucci Filho
Companhia(s) produtora(s)
  • Afrodísia Flores Produções
  • Banco Rural
Distribuição Afrodísia Flores Produções Artísticas
Lançamento
  • 1 de março de 2002 (2002-03-01) (Brasil)
[1]
Idioma português
Cronologia
Bellini e o Demônio (2008)

Bellini e a Esfinge é um filme brasileiro de 2001, do gênero policial, dirigido por Roberto Santucci e com roteiro de Tony Bellotto, baseado em seu livro homônimo. É protagonizado por Fábio Assunção, Maristane Dresch e Malu Mader.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Dr. Rafidjian, um renomado médico, recorre a agência de investigação de Dora Lobo para que eles localizem uma prostituta de nome Ana Cíntia sigilosamente. O caso fica à cargo dos detetives Remo e Beatriz. Porém quando o médico é brutalmente assassinado, os detetives se infiltram no submundo da noite de São Paulo em busca de resolver o enigma. Em meio a tudo isso, Bellini se envolve com a prostituta Fátima, uma mulher misteriosa que causa dúvida sobre o interesse no caso.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Produção[editar | editar código-fonte]

Theodoro Fontes convidou o diretor Roberto Santucci para dirigir Bellini e a Esfinge após assistir o filme Olé! - Um Movie Cabra da Peste, o qual foi o primeiro filme a ser dirigido por Santucci. A trilha sonora do filme foi feita por uma equipe que inclui Tony Belloto e Charles Gavin, dois integrantes da banda Titãs. Também compõe a música de Bellini e a Esfinge Andreas Kisser, integrante da banda Sepultura.[2]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

O filme teve estreia na mostra Première Brasil do Festival do Rio, em 2001, onde ganhou o prêmio de melhor filme nacional.[2]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Resposta crítica[editar | editar código-fonte]

Em sua crítica à Folha de S.Paulo, Mário Sérgio Conti criticou a produção e o roteiro do filme, escrevendo: "Bellini e a Esfinge é um amontoado de clichês do gênero policial que não gera nenhum suspense. E não apenas porque sua trama ziguezagueia entre o artificialismo e a confusão. Falta-lhe o requisito, esse sim essencial, da verossimilhança."[3]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

No Festival do Rio de 2001, o filme ganhou o prêmio de melhor filme. Participou da edição de 2002 do Brazilian Film Festival of Miami, nos Estados Unidos, onde a atriz Malu Mader recebeu o prêmio de melhor atriz coadjuvante.[2] Na oitava edição do Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro, o filme recebeu quatro indicações: melhor atriz coadjuvante (Malu Mader), melhor roteiro adaptado, melhor direção de arte e melhor efeitos visuais.[4]

Lista de prêmios e indicações
Ano Associações Categoria Nomeações Resultado Ref.
2001 Festival do Rio Melhor Filme Nacional Venceu
2002 Festival de Cinema Brasileiro de Miami Melhor Atriz Coadjuvante Malu Mader Venceu
Festival de Cinema Latino de Miami Melhor Filme Indicado
2003 Prêmio Guarani de Cinema Brasileiro Melhor Atriz Coadjuvante Malu Mader Indicado [2]
Melhor Roteiro Adaptado Alexandre Plosk Indicado
Melhor Direção de Arte Paulo Flaksman Indicado
Melhor Efeitos Visuais André Kapel Indicado

Referências

  1. «Filme "Bellini e a Esfinge", que estréia hoje, não convence». Folha Ilustrada. 1 de março de 2002. Consultado em 23 de junho de 2016 
  2. a b c d «8º Prêmio Guarani :: Premiados de 2002». Consultado em 13 de julho de 2021 
  3. «Folha Online - Ilustrada - Crítica - "Bellini e a Esfinge" é amontoado de clichês sem segredos - 01/03/2002». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 14 de julho de 2021 
  4. «Bellini e a Esfinge». Consultado em 14 de julho de 2021 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]