Bigorrilho (Curitiba)

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Bigorrilho
Imagem:Bigorrilho curitiba.jpg
Subprefeitura Matriz
Área 3,50 km²
População 9.996 hab.
Densidade 77,44 hab/km²
Bairros Limítrofes Batel, Campina do Siqueira, Cascatinha, Centro, Mercês, Mossunguê e Santo Inácio
Principais Vias Alameda Augusto Stellfeld
Alameda Princesa Isabel
Alameda Júlia da Costa
Rua Martim Afonso
Rua Padre Anchieta
Rua Padre Agostinho
Rua Saldanha Marinho
Rua Francisco Rocha
Pontos de referência Hospital Evangélico
Praça da Espanha
Praça da Ucrânia
parte do Parque Barigui
Igreja dos Passarinhos

Bigorrilho[1] (também conhecido como Champagnat) é um bairro do município brasileiro de Curitiba, Paraná. Atualmente é um dos bairros que reúne a maior concentração de edifícios da cidade.

História[editar | editar código-fonte]

No passado havia na região uma chácara na qual funcionava o Juvenato dos Irmãos Maristas, onde atualmente se encontra a Universidade Tuiuti do Paraná, na rua Marcelino Champagnat, que, aliás, se encontra no bairro vizinho das Mercês.

Na década de 1950, os Irmãos Maristas lotearam parte de sua chácara, que corresponde hoje aos quarteirões que vão da Praça da Ucrânia até a rua Presidente Taunay, na faixa compreendida entre a rua Padre Anchieta e a própria propriedade dos Maristas, hoje pertencente ao Colégio Positivo. Essa pequena e restrita área ficou conhecida na época por Jardim Champagnat. A rua frontal em que estava localizada a referida casa de formação, antigamente apenas conhecida por "estradinha", acabou ganhando o nome do fundador da congregação dos Irmãos Maristas, o padre francês Marcelino Champagnat, canonizado pelo Papa João Paulo II em 18 de abril de 1999, como São Marcelino Champagnat.

Segundo o IPPUC[2], tanto a rua como o antigo seminário e o loteamento, não pertencem ao bairro Bigorrilho, mas ao bairro Mercês, conforme mapa de Curitiba.

Houve, em 2001, uma tentativa de mudança do nome de Bigorrilho para Champagnat, com uma proposta para realização de um plebiscito popular na Câmara Municipal. Entretanto, houve uma mobilização contra tal proposição, e como resultado, a Câmara rejeitou tal proposta por ampla maioria dos vereadores.

Tal feito despertou o interesse da Fundação Cultural de Curitiba, que realizou uma ampla pesquisa no Bigorrilho, resgatando sua história desde os primórdios tempos até os dias atuais, registrando-a no livro Bigorrilho, a construção de um espaço urbano.

Delimitação oficial[editar | editar código-fonte]

Bigorrilho começa na confluência da rua Fernando Moreira com a rua Desembargador Mota, continua pela rua Desembargador Motta, pela alameda Dr. Carlos de Carvalho, pela rua Jerônimo Durski, pelo rio Barigui (situado no Parque Barigui), pela av. Cândido Hartmann e Praça da Ucrânia, pela rua Padre Anchieta, pelo Largo da Galícia, e novamente pela rua Professor Fernando Moreira até o ponto de início.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

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