Erasmo Martins Pedro

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Erasmo Martins Pedro
Erasmo Martins Pedro
Vereador Rio de Janeiro‎‎ Distrito Federal
Período 1959-1961
Deputado federal Guanabara Guanabara
Período 1967-1971
Vice-governador Guanabara Guanabara
Período 1971-1975
Antecessor(a) Rubens Berardo
Sucessor(a) Cargo extinto[nota 1]
Deputado federal  Rio de Janeiro
Período 1975-1981
Dados pessoais
Nascimento 2 de dezembro de 1921
Rio de Janeiro, DF
Morte 19 de maio de 2003 (81 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Alma mater Universidade Federal do Rio de Janeiro
Cônjuge Osvaldina Martins Pedro (1ª vez)
Eliete Cunha Martins Pedro (2ª vez)
Partido PSD, MDB, PP
Profissão advogado, jornalista, professor

Erasmo Martins Pedro (Rio de Janeiro, RJ, 2 de dezembro de 1921Rio de Janeiro, RJ, 19 de maio de 2003) foi um advogado, jornalista, professor e político brasileiro que foi vice-governador da extinta Guanabara.[1]

Dados biográficos[editar | editar código-fonte]

Filho de Domingos José Pedro e Lavínia Martins Pedro. Até a adolescência viveu entre Salvador e o Rio de Janeiro, cidade onde foi redator do Jornal do Comércio e locutor na emissora que hoje é a Rádio Globo até ingressar na Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde se formou em 1945, quando já estava no PSD.[1]

Após advogar para o Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (IPASE) trabalhou nos gabinetes de Antônio Balbino no Ministério da Educação e de Eduardo Catalão no Ministério da Agricultura no segundo governo de Getúlio Vargas. No governo Juscelino Kubitschek integrou a comissão que escolheu o Plano Piloto de Brasília como projeto da nova capital federal e depois trabalhou na Companhia Urbanizadora da Nova Capital sob as ordens de Israel Pinheiro, e no Ministério da Justiça, como chefe de gabinete nas gestões de Eurico Sales e Carlos Cirilo Júnior.

Eleito vereador em 1958 pelo antigo Distrito Federal,[2] foi Secretário de Justiça no governo Sette Câmara e teve o mandato extinto após a criação da Assembleia Legislativa da Guanabara. Duas vezes presidente do diretório estadual do MDB da Guanabara no Regime Militar de 1964, vinculou-se a Chagas Freitas sendo eleito deputado federal em 1966 e vice-governador[1] na chapa do mesmo em 1970. Reeleito deputado federal em 1974, passou a representar o Rio de Janeiro após a fusão com a Guanabara[3] conquistando um novo mandato em 1978.

Com a posse de Chagas Freitas no governo do Rio de Janeiro, foi nomeado secretário de Justiça em 1979 e ficou no cargo até assumir uma vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro em 1981, quando renunciou também ao mandato parlamentar. Foi ainda titular de cargos na diretoria do Vasco da Gama.[1][4]

Notas

  1. O Art. 10 da Lei Complementar Número 20, que determinou a fusão entre a Guanabara e o Rio de Janeiro, referia-se apenas ao cargo de governador.

Referências

  1. a b c d «Câmara dos Deputados do Brasil: deputado Erasmo Martins Pedro». Consultado em 17 de fevereiro de 2015. 
  2. «Banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral». Consultado em 7 de fevereiro de 2015. 
  3. «BRASIL. Presidência da República, Lei Complementar nº 20 de 01/07/1974». Consultado em 17 de fevereiro de 2015. 
  4. Erasmo assume Tribunal de Contas e reafirma lealdade ao Governador (online). Jornal do Brasil, Rio de Janeiro (RJ), 30/01/1981. Cidade. Primeiro caderno, p. 08. Página visitada em 23 de fevereiro de 2017.