Fernando Peixoto

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Fernando Peixoto
Nascimento 19 de maio de 1937
Porto Alegre
Morte 15 de janeiro de 2012 (74 anos)
São Paulo
Ocupação Ator, Escritor, Tradutor e Diretor
IMDb: (inglês)

Fernando Amaral dos Guimarães Peixoto (Porto Alegre, 19 de maio 1937 [1] - São Paulo, 15 de janeiro de 2012 ) [2] , escritor, tradutor, ator e diretor teatral, ligado ao Teatro Oficina de São Paulo, até 1968. Autor de várias obras vinculadas às concepções brechtianas, tendo sido membro do comitê central do Partido Comunista Brasileiro.

Inicia carreira como ator em Porto Alegre, em 1953, trabalhando nesta cidade com artistas importantes que por lá passaram como Ruggero Jacobbi, Gianni Ratto, Flávio Rangel, Ruth Escobar, antes de sua mudança para São Paulo. Entre seus colegas de profissão em Porto Alegre encontram-se pessoas que teriam papel importante na arte brasileira, entre eles Antonio Abujamra, Carlos e Olga Reverbel, Paulo César Pereio, Paulo José e Luis Carlos Maciel. Foi casado com a atriz Ítala Nandi (1961-1969) e depois com a cantora e compositora Ana de Hollanda (1980-1996).

Biografia[editar | editar código-fonte]

Porto Alegre[editar | editar código-fonte]

Em 1958, ingressou na primeira turma do curso de Arte Dramática, na Universidade do Rio Grande do Sul, onde foi aluno de Gerd Bornheim, Ângelo Ricci, Guilhermino César e Ruggero Jacobbi. Peixoto fundou o Teatro Equipe, nos moldes do Teatro de Arena de São Paulo, pois ele “era nosso modelo como postura de um teatro social, político, voltado para a realidade nacional”. Nessa época, já havia estabelecido contatos com Augusto Boal e Sábato Magaldi. (Patriota e Ramos. Um artista engajado na luta contra a ditadura militar. Revista Fenix. Dossiê "Teorias do Espetáculo e da Recepção")

Como jornalista, no jornal Correio do Povo, de Porto Alegre, entre 1957 e 1959, escreveu sobre teatro, cinema e cultura. Atividade que continuará em alguns importantes órgãos da imprensa de resistência nas décadas de 70 e 80, como Opinião; Movimento; Revista Civilização Brasileira; A Voz da Unidade; Argumento; Debate & Crítica, etc.

São Paulo[editar | editar código-fonte]

Muda-se para São Paulo em 1963, com a atriz Ítala Nandi, quando ambos se ligam ao Teatro Oficina. Também atuou no Teatro de Arena, no final dos anos 60.

Fernando Peixoto foi autor de ensaios, textos teóricos, tradutor, professor e dirigente de coleções nas editoras Paz e Terra e Hucitec, marca um dos raros casos de simultaneidade na produção artística e teórica.

Foi professor de direção teatral no curso de teatro da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo entre 1973-1975. Traduz os livros O Teatro e Sua Realidade, de Bernard Dort, em 1977, e Berliner Ensemble: Um Trabalho Teatral em Defesa da Paz, em 1985; além de muitos textos dramáticos, como Pequenos Burgueses, Vassa Geleznova, Um Mês no Campo, D. Juan, Mortos Sem Sepultura, Tupac Amaru, Na Selva das Cidades, sendo um dos organizadores da edição do Teatro Completo de Brecht no Brasil, para a qual traduz diversas peças.

O Ministro da Cultura Interino Vitor Ortiz, em nota oficial, de 15 de janeiro de 2012, afirma: “O Brasil acaba de perder um dos seus maiores pensadores de teatro. As reflexões de Fernando Peixoto sobre o teatro internacional e sua contribuição ao teatro brasileiro na segunda metade do século 20 foram fundamentais” (Blog Estadão: morre o ator Fernando Peixoto)

Influências[editar | editar código-fonte]

Crítica Teatral[editar | editar código-fonte]

Carlos e Olga Reverbel convidam Fernando para iniciar a coluna de crítica teatral em Porto Alegre. Foram oito anos de jornalismo diário em Porto Alegre afirma Peixoto. A sua primeira coluna publicada foi no Suplemento Literário do Correio do Povo, em Porto Alegre, setembro de 1956. Em 1957 assume a coluna teatral diária do jornal Folha da Tarde, da mesma empresa do Correio do Povo, agora com artigos, críticas, entrevistas, reportagens. Em 1958 viaja a São Paulo, enviado pelo jornal, para cobrir o movimento teatral nesta cidade pela primeira vez. Em 1962, em nova viagem à São Paulo, após publicação de longa entrevista em O Estado de S. Paulo a Sábato Magaldi, sobre o movimento teatral em Porto Alegre, é convidado a participar do Teatro Oficina por Zé Celso (Marilia Balbi, pgs, 27 e 28).

Descobrindo Brecht[editar | editar código-fonte]

Fernando descreve que descobrira Brecht quando ele e Zé Celso veem o espetáculo do Berliner Ensemble em Berlim. Assim pensaram em "montar Galileu Galilei e o fizemos depois de O Rei da Vela, em 1968". Entretanto Peixoto considera que foi com Na Selva das Cidades, de Brecht, que Zé Celso fez uma das suas direções mais brilhantes (Depoimento Em Cena Aberta).

Dirigindo Um Grito Parado no Ar[editar | editar código-fonte]

Um dos grandes sucessos de Fernando Peixoto foi a Montagem de Um Grito Parado no Ar, produção da Othon Bastos Produções Artísticas, em 1974. Fernando Peixoto conta o processo de ensaio (trechos).

Espetáculos em Porto Alegre[editar | editar código-fonte]

  • Feliz Viagem a Trenton, de Thornton Wilder, em 1954. Teatro Universitário, direção de Carlos Murtinho.
  • O Muro, de Jean-Paul Sartre, em 1955. Teatro Universitário, direção de Carlos Murtinho.
  • Uma Mulher e Três Palhaços, de Marcel Achard, direção de Silva Ferreira.
  • Egmont, de Goethe, direção de Ruggero Jacobbi, em 1958, Escola de Arte Dramática.
  • Electra, de Sófocles, direção de Ruggero Jacobbi, Escola de Arte Dramática.
  • O Corvo, de Carlo Gozzi, direção de Ruggero Jacobbi, em 1958, Escola de Arte Dramática.
  • Matar, de Paulo Hecker Filho, em 1959, Porto Alegre. Direção Fernando Peixoto (primeira direção).
  • Canto da Cotovia, de Jean Anouilh, direção e cenários de Gianni Ratto, do Teatro Maria Della Costa - TMDC, em 1957 (participação na excursão à Porto Alegre). Primeira participação como profissional.
  • Anjo de Pedra, de Tennessee Williams, direção de Benedito Corsi, Teatro Brasileiro de Comédia - TBC, (participação na excursão à Porto Alegre).
  • Leonor de Mendonça, direção de Flávio Rangel, Teatro Brasileiro de Comédia - TBC, 1960 (participação na excursão à Porto Alegre).
  • Panorama Visto da Ponte, direção de Alberto D'Aversa, Teatro Brasileiro de Comédia - TBC, em 1960 (participação na excursão à Porto Alegre);
  • Mãe Coragem, de Bertolt Brecht, Ruth Escobar, 1960, direção de Alberto D’Aversa (excursão a Porto Alegre).
  • Pedro Mico, de Antonio Calado, Teatro de Equipe, em 1961, direção.

Teatro em São Paulo[editar | editar código-fonte]

Teatro Oficina[editar | editar código-fonte]

  • Quatro num Quarto, de Valentin Kataev, com direção de Maurice Vaneau, em 1962. Dir. José Celso Martinez Corrêa. Deixa a companhia em 1970.
  • Pequenos Burgueses, de Máximo Gorki, em 1963. Dir. José Celso Martinez Corrêa.
  • Andorra, de Max Frisch, em 1964.. Dir. José Celso Martinez Corrêa.
  • O Rei da Vela, de Oswald de Andrade (1890 - 1954), em 1967. Dir. José Celso Martinez Corrêa.
  • Galileu Galilei, de Bertolt Brecht, em 1968. Dir. José Celso Martinez Corrêa.
  • Na Selva das Cidades, de Bertolt Brecht, em 1969, Dir. José Celso Martinez Corrêa. Deixa a companhia em 1970.

Teatro de Arena de São Paulo[editar | editar código-fonte]

(Depoimento Em Cena Aberta)

  • Arena Conta Zumbi, de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal. Apresentado em São Paulo e excursão a Nova Iorque, Peru e México 1970. Elenco Lima Duarte, Isabel Ribeiro, Fernando Peixoto, Zezé Macedo, Cecília Thumin etc.
  • Arena Conta Bolívar, de Augusto Boal. Excursão aos Estados Unidos (Nova Iorque, Berkeley, São Francisco, Kent, Cleveland, Kansas City, Búfalo, Chapaqua), Peru (Lima) e México (Puebla, Guanaguato, Guadalajara, Monte Rei, Leon, São Luis de Porto Si e Morela) . 1970. Censurado e nunca encenado no Brasil (Depoimento...). Elenco Lima Duarte, Renato Consorte, Cecília Thumin, Isabel Ribeiro, Hélio Ary, Zezé Motta (Cartaz em Depoimento: Em Cena Aberta).
  • 'Tambores da Noite, de Bertolt Brecht, em 1972. Núcleo 2 do Teatro de Arena [formado por Edson Santana, Celso Frateschi, Margot Bairdi, Dulce Muniz, Denise Del Vecchio, Renato Dobal, Abraão Farc, Antonio Pedro. Teatro São Pedro (sala pequena). Co-Produção Núcleo 2 do Teatro de Arena com o Studio São Pedro (Guerra pg. 106).
  • A Semana - Esses Intrépidos Rapazes e Sua Maravilhosa Semana de Arte Moderna, de Carlos Queiroz Telles em 1972. Núcleo 2 do Teatro de Arena. Teatro São Pedro (sala pequena). Elenco: Antonio Pedro, Walter Santos, Denise del Vecchio, Renato Dobal, Paulo Ferreira, Dulce Muniz, Celso Frateschi, Cecilia Rabelo, Margot Baird etc. Co-Produção Núcleo 2 do Teatro de Arena com o Studio São Pedro (Guerra pg. 106).

Outros espetáculos[editar | editar código-fonte]

  • A Cerimônia do Adeus, de Mauro Rasi (personagem Jean-Paul Sartre), direção de Ulysses Cruz, em 1989.
  • O Inspetor Geral de Gogol, dir. Antônio Abujamra, em 1994, no Teatro Popular do Sesi - TPS.
  • Vassah: a Dama de Ferro, de Máximo Gorki, Trad. Peixoto e Kusnet. Teatro Sérgio Cardoso, Ítala Nandi Produções, 2001.

direção[editar | editar código-fonte]

  • O Poder Negro, de LeRoi Jones (Amiri Baraka), em 1968, Teatro Oficina.
  • D. Juan, adaptação de Molière, em 1970, Teatro Oficina.
  • Tambores da Noite, de Bertolt Brecht, em 1972. Núcleo 2 do Teatro de Arena. Teatro São Pedro (sala pequena).
  • A Semana - Esses Intrépidos Rapazes e Sua Maravilhosa Semana de Arte Moderna, de Carlos Queiroz Telles em 1972. Núcleo 2 do Teatro de Arena. Teatro São Pedro (sala pequena).
  • Frei Caneca, de Carlos Queirós Telles, 1972. Teatro São Pedro.
  • O Processo de Joana d’Arc, de Brecht, na Escola de Arte Dramática da Universidade São Paulo - Pavilhão B9.
  • Frank V, de Dürrenmatt, em 1973; Companhia Beatriz e Maurício Segall. Teatro São Pedro.
  • Um Grito Parado no Ar, de Gianfrancesco Guarnieri, em 1973
  • Calabar, texto de Chico Buarque e Ruy Guerra, (produção carioca de Fernando Torres, proibida poucos dias antes da estreia)
  • Ponto de Partida de Gianfrancesco Guarnieri, em 1976
  • Mortos Sem Sepultura, de Jean-Paul Sartre, em 1977
  • Terror e Miséria do III Reich, de Bertolt Brecht, em 1979, Teatro de Arena de São Paulo.
  • Calabar (liberado pela censura) produção de Othon Bastos e Martha Overbeck, em parceria com Renato Borghi. in Enciclopédia Itaú Cultural.

direção de ópera[editar | editar código-fonte]

  • Werther, de Massenet, em 1979.
  • Wozzeck, de Alan Berg, em 1982.
  • O Navio Fantasma, de Wagner, em 1984.
  • Lo Schiavo, de Carlos Gomes.
  • Mme. Butterfly, de Puccini, em 1986.
  • Café, música de Koellreuter e texto de Mário de Andrade, em Santos, 1996.

luta pelas liberdades democráticas[editar | editar código-fonte]

Foi também diretor artístico dos shows pela democracia no Brasil, realizados como protesto nos tempos da ditatura militar, ao final dos anos setenta, com a participação de Chico Buarque, Milton Nascimento, Quinteto Violado e outros grandes artistas nacionais.

atuação[editar | editar código-fonte]

Como ator, participou de várias montagens no Teatro Oficina, se destacando em Galileu Galilei de Bertolt Brecht (personagem Andréa Sarti, discípulo do personagem principal), Rei da Vela de Oswald de Andrade (personagem Abelardo II) e Pequenos Burgueses (Máximo Gorki) - (Patriota e Ramos. Um artista engajado na luta contra a ditadura militar. Revista Fenix. Dossiê Teorias do Espetáculo e da Recepção).

Cinema (atuação)[editar | editar código-fonte]

Publicações[editar | editar código-fonte]

vinte e quatro livros:

  • Brecht, Vida e Obra (1968, segunda edição ampliada 1974) José Álvaro Editor; Editora Paz e Terra (2ª. e 3ª Ed).
  • Maiakóvski, Vida e Obra (1969) José Alvaro, 2ª. Ed. Paz e Terra.
  • Sade: Vida e Obra (1979) Paz e Terra.
  • O Que é Teatro (1980) Brasiliense.
  • Teatro em Pedaços 1959-1977 (1980) Hucitec.
  • Brecht: Uma Introdução ao Teatro Dialético (1981), Paz e Terra.
  • Documento Secreto da Política Reagan para a América Latina (1981), Hucitec.
  • Cuba 1981. Encontro de Intelectuais (1982) Hucitec.
  • Teatro Oficina. Trajetória de uma Rebeldia (1982) Brasiliense.
  • Vianninha: Teatro, Televisão, Política (1983) Brasiliense (org).
  • Georg Buchner: A dramaturgia do Terror (1983) Brasiliense.
  • Teatro em Movimento (1985) Brasiliense.
  • Ziembinski e o Teatro Brasileiro. (1995) Hucitec. Livro de Yan Michalski, finalizado por Peixoto, após a morte do crítico do Jornal do Brasil.
  • Ópera e Encenação (1985) Paz e Terra.
  • Brecht no Brasil (1987) Paz e Terra.
  • Nicarágua: Por uma Cultura Revolucionária (1987) Hucitec.
  • Teatro em Questão (1989) Hucitec.
  • Hollywood: Episódios da Histeria Anticomunista (1991) Paz e Terra.
  • O Melhor Teatro do CPC da UNE (1989) Global.
  • Um Teatro Fora do Eixo (1997) Hucitec.
  • Teatro em Aberto (1997) Hucitec.
  • Reflexões Sobre o Teatro Brasileiro (1963-1982) de Yan Michalski. (2004), organização F. Peixoto. Funarte (seleção de críticas).
  • A História Invade A Cena (2008) Hucitec, em conjunto com Alcides Freire e Rosângela Patriota.
  • Balbi, Marilia. Depoimento: Fernando Peixoto: Em Cena Aberta. Imprensa Oficial São Paulo cópia gratuita

Premiações[editar | editar código-fonte]

  • Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e Prêmio Moliére em 1973 pelas direções de Um Grito Parado no Ar de Gianfrancesco Guarnieri e Frank V de Friedrich Dürrenmatt.
  • Medalha e diploma de mérito cultural, concedido pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre 1985 - RS
  • Prêmio Inacem 98, do Instituto Estadual de Artes Cênicas da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul 1998

Traduções[editar | editar código-fonte]

  • Teatro Completo de Brecht (org.) Editora Paz e Terra, 12 vols. 1995.
  • O Teatro e Sua Realidade, de Bernard Dort, Editôra Perspectiva em 1977.
  • Berliner Ensemble: Um Trabalho Teatral em Defesa da Paz, Ed. Hucitec, em 1984.
  • Textos Teatrais (seleção): Pequenos Burgueses, Vassa Geleznova, Um Mês no Campo, D. Juan, Mortos Sem Sepultura, Tupac Amaru, Na Selva das Cidades

Acervo[editar | editar código-fonte]

Seu acervo artístico está sendo processado pelo Núcleo de Estudos em História Social da Arte e da Cultura (NEHAC) da Universidade Federal de Uberlândia, sob a coordenação de Alcides Freire Ramos e Rosangela Patriota. Alguns resultados deste trabalho podem ser vistos na Revista Fênix.

Artigos sobre sua produção artística[editar | editar código-fonte]

Livros sobre seu trabalho artístico[editar | editar código-fonte]

  • Cardoso, Maria Abadia Mortos sem sepultura: Diálogos cênicos entre Sartre e Fernando Peixoto. SP: Hucitec, 2011 (estudo sobre a peça Mortos sem sepultura (1946), de Jean-Paul Sartre, encenada em 1977)
  • Costa, Rodrigo de Freitas. Tambores na Noite: a dramaturgia de Brecht na cena de Fernando Peixoto. SP: Hucitec, 2011.
  • Fernando Peixoto e a Cena Teatral da Resistência Democrática: História - Memória - Engajamento. São Paulo: Hucitec (no prelo).

Teses e dissertações[editar | editar código-fonte]

  • Rodrigues, Victor Miranda Macedo. Fernando Peixoto como crítico teatral na imprensa alternativa: OPINIÃO (1973-1975) E MOVIMENTO (1975-1979). 2008. Mestrado em História - Universidade Federal de Uberlândia. Orientador: Rosangela Patriota Ramos.
  • Martins, Christian Alves Calabar" - os preparativos daquela que não aconteceu e o espetáculo de 1980 Doutorado em História. Universidade Federal de Uberlândia. Orientador: Rosangela Patriota Ramos (em finalização).

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  • Fernando Peixoto e Cecil Thiré no Auto dos 99% encenado em julho de 1991 no youtube - trechos. Gravado no Teatro de Arena da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ - em (watch?v=cyBKXAMXES0)