Henrique Constantino

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Henrique Constantino
Conhecido(a) por Cofundador da GOL
Nacionalidade brasileira
Progenitores Pai: Nenê Constantino
Parentesco Constantino de Oliveira Júnior (irmão)
Joaquim Constantino Neto (irmão)
Ricardo Constantino (irmão)
Cônjuge Vanessa Martinez
Alma mater Centro de Ensino Unificado de Brasília
Fundação Getúlio Vargas
Ocupação empresário
Cargo Vice-chairman da GOL
Vice-presidente e diretor da Smiles

Henrique Constantino ([onde?],[quando?]) é um empresário brasileiro.

É cofundador da Gol Linhas Aéreas Inteligentes (GOL), vice-presidente do Conselho de Administração (vice-chairman) da GOL, e diretor da Smiles.[1]

Em 2006 entrou para lista a de bilionários da Forbes.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Henrique Constantino é LLB pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (UniCEUB) e mestrado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).[1]

Fundou com seus irmãos (Joaquim, Ricardo e Júnior), uma empresa de ônibus que faturou cerca de 1,5 bilhão em 2013. A origem do grupo é o negócio criado pelo pai deles, Nenê Constantino, no fim dos anos 40.[3]

Atua como diretor financeiro do Grupo Comporte desde 1994.[1]

É vice-presidente e diretor do Smiles SA desde 22 de fevereiro de 2013.[1]

Em 2013 casou-se com a empresária Vanessa Martinez, proprietária da marca de sapatos Santa Lolla.[4]

Suspeitas de corrupção[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2016, Henrique Constantino foi alvo de mandados de busca e apreensão na Operação Sépsis que investigou corrupção no Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS) e levou à prisão do lobista e doleiro Lúcio Bolonha Funaro, que é próximo de Eduardo Cunha, e Fábio Cleto, ex-diretor do FI-FGTS indicado pelo peemedebista.[5][6]

De acordo com as investigações, as empresas rodoviárias Princesa do Norte e Expresso Maringá pagaram um milhão de reais à Jesus.com, que não tem empregados registrados, entre julho e novembro de 2012. A Gol depositou 1,4 milhão de reais, dividido em sete parcelas de 200 mil reais, entre julho e novembro de 2013. Princesa do Norte, Breda Transportes, Viação Piracicabana e Auto Ônibus Manoel Rodrigues pagaram outros 475 mil reais à empresa de Cunha em um único dia em maio de 2015. Naquele ano, o dinheiro vindo dos cofres da família Constantino foram a única receita da empresa do ex-deputado identificadas pela Receita Federal.[5]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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Em 2001, Marcelo Nascimento da Rocha, considerado maior trambiqueiro do Brasil, se passou pelo Henrique Constatino, como proprietário da Gol, em uma festa em Recife. Na pele do personagem, Marcelo namorou modelos e atrizes globais, hospedou-se em hotéis de luxo, pilotou jatos e helicópteros, gastou mais de R$ 100 mil em comidas e bebidas à custa de bajuladores e até deu entrevistas ao apresentador Amaury Jr. antes de ser preso no Rio de Janeiro, quando dava carona num jato para os atores Ricardo Macchi e o então casal Marcos Frota e Carolina Dieckmann.[7]

Referências

  1. a b c d «Henrique Constantino». Bloomberg. Consultado em 7 de janeiro de 2017 
  2. «Forbes: Número de bilionários do Brasil dobra». BBC. Consultado em 7 de janeiro de 2017 
  3. Mariana Gazzoni. «Donos da Gol faturam R$ 1,5 bi com ônibus». Estadão. Consultado em 7 de janeiro de 2017 
  4. «Trancoso sinaliza: casamento dos bons, neste fim de semana». alô alô Bahia. 20 de junho de 2013. Consultado em 7 de janeiro de 2017 
  5. a b João Pedroso de Campos (19 de outubro de 2016). «Companhias de ônibus pagaram R$ 3,8 mi a empresas de Cunha». VEJA. Abril. Consultado em 7 de janeiro de 2017 
  6. Márcio Falcão (1 de julho de 2016). «Donos de Gol e JBS são alvos de ação da PF que prendeu aliado de Cunha». Folha de S.Paulo. Uol. Consultado em 7 de janeiro de 2017 
  7. «A Histório do maior golpista do Brasil». Época. Globo.com. Consultado em 7 de janeiro de 2017