Nenê Constantino

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Nenê Constantino
Nome completo Constantino de Oliveira
Nascimento 1931 (86 anos)
Patrocínio,  Minas Gerais
Nacionalidade  brasileira
Ocupação empresário

Constantino de Oliveira Sr., conhecido como Nenê Constantino (Patrocínio, 1931[1]) é um empresário brasileiro do setor de transportes.

É dono do Grupo Áurea, hoje Grupo Comporte, composto pelas empresas Transportes Coletivos Intermunicipal Pássaro Marron, São Paulo São Pedro, Princesa do Norte, Breda, União, Piracicabana, Empresa Cruz, Manoel Rodrigues, Itamarati, Transportes Coletivos Grande Londrina (em Londrina), Transportes Coletivos Grande Bauru (em Bauru), além de empresas de transporte coletivo em Cuiabá, Maringá (PR), Vitória da Conquista (BA) e, em Blumenau (SC) sob caráter emergencial.

É pai de Constantino Jr., fundador da companhia de aviação Gol Linhas Aéreas.

Em 2008, a revista Forbes divulgou que a fortuna de Nenê Constantino e sua família eram de mais de cinco bilhões de dólares.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nenê Constantino nasceu em uma família humilde em Minas Gerais, quando menino, ajudava o pai trabalhando na lavoura e vendendo verduras na rua.[3]

Aos 18 anos de idade comprou seu primeiro caminhão, com o qual montou uma empresa de transportes. Em 2000, tinha a maior frota de ônibus do país e uma das maiores do mundo.[3]

Aos 69 anos de idade fundou, junto com o filho, a Gol Linhas Aéreas, uma das maiores do setor aeroespacial no Brasil.[4]

Acusação de homicídio e consequências[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2009, é acusado de ser o mandante do assassinato de oito pessoas, entre as quais o líder comunitário Márcio Leonardo de Sousa Brito.[5][6] Ele também foi acusado, após a Operação Aquarela, da Polícia Federal, de integrar um esquema para burlar as normas do sistema financeiro brasileiro, com a ajuda do político do Distrito Federal Joaquim Roriz. O escândalo provocou a renúncia de Roriz ao mandato no Senado, em 2007.[7]

Constantino já tinha sido indiciado como mandante da morte de outro morador da localidade Tarcísio Gomes Ferreira, sete meses antes.

Em março de 2012, passou a cumprir prisão domiciliar. Em agosto de 2012, o Superior Tribunal de Justiça revogou a prisão, mas determinou recolhimento domiciliar noturno e em fins de semana.[8]

Referências

  1. «Conheça a biografia de Nenê Constantino». Portal TCRJ Notícias. 28 de novembro de 2012. Consultado em 10 de fevereiro de 2017 
  2. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,ERT19382-15223,00.html
  3. a b Thaís Oyama (13 de setembro de 2000). «Nenê voa alto - Constantino de Oliveira, o Nenê, dono da maior frota de ônibus do país, lança empresa aérea». Veja (1.666) 
  4. André Petry (2007). «Revista Veja». Consultado em 28 de fevereiro de 2011 
  5. Empresário Nenê Constantino é suspeito de mandar matar dois genros
  6. Nenê Constantino, dono da Gol, é indiciado por homicídio
  7. «O Dia». Consultado em 28 de fevereiro de 2011 
  8. >«Band News-Brasil: STJ revoga prisão do empresário Nenê Constantino». 10 de agosto de 2012. Consultado em 11 de agosto de 2012 
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