Nenê Constantino

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Nenê Constantino
Nome completo Constantino de Oliveira
Nascimento 1938 (78 anos)
Patrocínio,  Minas Gerais
Nacionalidade  Brasileiro
Ocupação Empresário

Constantino de Oliveira Sr., conhecido como Nenê Constantino (Patrocínio, Minas Gerais; 1938), é um empresário brasileiro do setor de transportes, dono do Grupo Áurea, Transportes Coletivos Intermunicipal Pássaro Marron, Transportes Coletivos Grande Londrina, em Londrina, Transportes Coletivos Grande Bauru, em Bauru SP, , além de uma empresa de Transporte Coletivo em Cuiabá e Maringá no Paraná, Vitória da Conquista na Bahia. É pai de Constantino Jr., fundador da companhia de aviação Gol Linhas Aéreas.

Em 2008 a revista Forbes divulgou que a fortuna de Nenê Constantino e sua família eram de mais de 5 bilhões de dólares.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nenê Constantino nasceu em uma família humilde em Minas Gerais, quando menino, ajudava o pai trabalhando na lavoura e vendendo verduras na rua.[2]

Aos 18 anos de idade comprou seu primeiro caminhão, com o qual montou uma empresa de transportes. Em 2000, tinha a maior frota de ônibus do país e uma das maiores do mundo.[2]

Aos 69 anos de idade fundou, junto com o filho, a Gol Linhas Aéreas, uma das maiores do setor aeroespacial no Brasil [3]

Acusação de homicídio e consequencias[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2009, é acusado de ser o mandante do assassinato de oito pessoas, entre as quais dois genros seus e o líder comunitário Márcio Leonardo de Sousa Brito.[4] [5] Ele também foi acusado, após a Operação Aquarela, da Polícia Federal, de integrar um esquema para burlar as normas do sistema financeiro brasileiro, com a ajuda do político do Distrito Federal Joaquim Roriz. O escândalo provocou a renúncia de Roriz ao mandato no Senado, em 2007[6] .

Constantino já tinha sido indiciado como mandante da morte de outro morador da localidade Tarcísio Gomes Ferreira, sete meses antes.

Em março de 2012, passou a cumprir prisão domiciliar. Em agosto de 2012, o Superior Tribunal de Justiça revogou a prisão, mas determinou recolhimento domiciliar noturno e em fins de semana[7] .

Referências

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