Irmãs Cajazeiras

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Irmãs Cajazeiras
Personagem fictícia de O Bem Amado
Outro(s) nome(s) Irmãs solteiras (versão Mexicana)
Origem  Brasil
Sexo Feminino
Espécie Humano
Afiliações Odorico Paraguaçu
Dirceu Borboleta
Vladmir de Castro
Ernesto
Criado por Dias Gomes
Série(s) O Bem Amado
Primeira aparição O Bem Amado
Última aparição El Bienamado
Interpretado por Chantal Andere
Nora Salinas
Irán Castillo (versão MX)
Espécie Humano
Afiliações Odorico Paraguaçu
Dirceu Borboleta
Vladmir de Castro
Ernesto

As Irmãs Cajazeiras são personagens fictícias da novela O Bem Amado cujos nomes na trama eram Dorotéia (Ida Gomes), Dulcinéia (Dorinha Duval), e Judicéia (Dirce Migliaccio).[1]

Enredo das personagens[editar | editar código-fonte]

As três irmãs, Do, Dulce e Juju, apaixonadas por Odorico Paraguaçu (interpretado por Paulo Gracindo), vivem atrapalhando os negócios da prefeitura de Sucupira e criando polêmicas com o prefeito. Na trama, Dulcinéia inventa que tem um filho com Odorico, alegando que seu marido, Dirceu Borboleta (Emiliano Queiroz), teria feito voto de castidade.

No livro Memória da Telenovela Brasileira pode-se ler o seguinte trecho sobre as personagens:

«O prefeito Odorico Paraguaçu tem como meta prioritária, em sua administração na cidade de Sucupira, litoral baiano, a inauguração do cemitério. De um lado é apoiado pelas irmãs Cajazeiras — Doroteia, Dulcineia, Judiceia (...). De outro tem que lutar contra a forte oposição, liderada por Donana Medrado, a delegada de polícia (...)»[2]

A telenovela e os personagem parodiavam e denunciavam o coronelismo nordestino e os desmandos dos poderes locais.[3]

Referências

  1. SADEK, José Roberto (2008). Telenovela: um olhar do cinema. [S.l.]: Grupo Editorial Summus. 151 páginas. 9788532304759 
  2. FERNANDES, (1987). Memória da telenovela brasileira. [S.l.]: Editora Brasiliense. 521 páginas 
  3. REIMÃO, Sandra (2004). Livros e televisão: correlações. [S.l.]: Atelie Editorial. 147 páginas. ISBN: 9788574802336 

Ver também[editar | editar código-fonte]

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