Joca Reiners Terron

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Joca Reiners Terron
Nascimento 09 de fevereiro de 1968
Cuiabá, MT
Residência São Paulo
Nacionalidade Brasil Brasileira
Ocupação Escritor
Prémios Prêmio Literário da Fundação Biblioteca Nacional (2010)
Gênero literário Romances, contos
Magnum opus Do fundo do poço se vê a lua
Página oficial
[1]

Joca Reiners Terron (Cuiabá, 9 de fevereiro de 1968) é um poeta, prosador, artista gráfico e editor brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Radicado em São Paulo desde 1995, Joca Reiners Terron estudou Arquitetura na UFRJ e formou-se em Desenho Industrial na UNESP.

Foi criador e editor da cultuada editora Ciência do Acidente que resgatou nomes importantes da literatura brasileira do final do século XX, como Glauco Mattoso, José Agrippino de Paula, Manoel Carlos Karam e Valêncio Xavier. Seus textos integram diversas antologias nacionais e estrangeiras [carece de fontes?], como Geração 90: os transgressores (Boitempo, 2003), Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século (Ateliê Editorial, 2004), Uma antologia bêbada (Ciência do Acidente, 2004), Dentro de um livro (Casa da Palavra, 2005), A Literatura latino-americana do século XXI (Aeroplano Editora/Centro Cultural Banco do Brasil, 2005), Contos Cruéis: as narrativas mais violentas da literatura brasileira contemporânea (Geração Editorial, 2006), Na virada do século - poesia de invenção do Brasil (2002), editada por Frederico Barbosa e Claudio Daniel, Rattapallax, editada nos EUA (2002), e Tsé=tsé, editada na Argentina (2000), entre outras.

Em 2013 Terron organizou a coleção Otra Língua, pela editora Rocco, que lançou no Brasil nomes como Mario Levrero, Horacio Moya, Cesar Aira, entre outros. A coleção, dedicada a publicação de autores hispano-americanos e suas respectivas obras antes ignoradas pelo mercado brasileiro, vem preenchendo assim as lacunas que existiam para este segmento no país.

Obras[editar | editar código-fonte]

Romances[editar | editar código-fonte]

Contos[editar | editar código-fonte]

Poesia[editar | editar código-fonte]

Dramaturgia[editar | editar código-fonte]

  • Cedo ou tarde tudo morre - dirigida por Haroldo Rego e encenada no projeto Nova Dramaturgia Brasileira (CCBB Brasília - maio/2011).
  • Bom Retiro 958 Metros - com Teatro da Vertigem, direção de Antônio Araújo, encenada em São Paulo entre junho de 2012 e abril de 2013.

Referências

Prêmios[editar | editar código-fonte]

  • Prêmio Redescoberta da Literatura Brasileira da Revista Cult por Não Há Nada Lá (2000).
  • Bolsa para autores com obra em conclusão da Fundação Biblioteca Nacional (2002).
  • Bolsa Petrobras de Criação Literária por Guia de Ruas Sem Saída (2007).
  • Bolsa Petrobras de Criação Literária por Noite dentro da noite (2012).
  • Prêmio Machado de Assis de Romance da Fundação Biblioteca Nacional por Do fundo do poço se vê a lua (Companhia das Letras, 2010).
  • Menção Honrosa na categoria Contos por A Memória é uma Curva de Rio Sujo - Concurso Nacional de Literatura Cidade de Belo Horizonte.
  • Bom Retiro 958 Metros, com Teatro da Vertigem. Prêmio Governador do Estado para Cultura 2012, Categoria Teatro, votação popular, 2013

Ver também[editar | editar código-fonte]