Língua extinta

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Uma língua extinta é uma língua que não tem mais quaisquer falantes nativos,[1] especialmente se não há mais descendentes vivas,[2] diferentemente de uma língua morta, que não é mais língua materna de qualquer comunidade, mesmo que ainda seja utilizada em outros contextos, como o latim.[3]

Línguas mortas e em extinção no Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil, vários idiomas indígenas se encontram mortos ou em grave risco de extinção:

  • tupi antigo;
  • tupiniquim;
  • tamoio;
  • pataxó;
  • tabajara;
  • tapes;
  • tremembé;
  • temiminó;
  • carijó;
  • cariri;
  • caeté;
  • charrua;
  • coroado;
  • goitacá;
  • guaianá;
  • guaicuru;
  • jabuti;
  • krenak;
  • paiaguá;
  • tairirius;
  • botocudo;
  • avá-canoeiro.

[4]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Grenoble, Lenore A.; Whaley, Lindsay J. (2006). Saving Languages: An Introduction to Language Revitalization. [S.l.]: Cambridge University Press. p. 18 
  2. Law, Philippa. «Language Ecology». BBC. p. 2 
  3. Matthews, P. H. (2017) [2007]. «Dead language». The Concise Oxford Dictionary of Linguistics (em inglês) 2 ed. [S.l.]: Oxford University Press. ISBN 9780199202720 
  4. https://www.normaculta.com.br/linguas-mortas/
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