Maracaçumé

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Município de Maracaçumé
Bandeira indisponível
Brasão indisponível
Bandeira indisponível Brasão indisponível
Hino
Fundação 10 de novembro de 1994 (24 anos)[1]
Gentílico maracaçumeense[2]
Prefeito(a) Chico Velho (PRB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Maracaçumé
Localização de Maracaçumé no Maranhão
Maracaçumé está localizado em: Brasil
Maracaçumé
Localização de Maracaçumé no Brasil
02° 02' 34" S 45° 57' 32" O02° 02' 34" S 45° 57' 32" O
Unidade federativa Maranhão
Região intermediária

Santa Inês-Bacabal IBGE/2017[3]

Região imediata

Governador Nunes Freire IBGE/2017[3]

Municípios limítrofes Cândido Mendes, Amapá do Maranhão, Junco do Maranhão, Centro Novo do Maranhão, Centro do Guilherme e Governador Nunes Freire
Distância até a capital 458 km
Características geográficas
Área 635,824 km² [2]
População 21 201 hab. estatísticas IBGE/2018[2]
Densidade 33,34 hab./km²
Clima equatorial
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,582 baixo PNUD/2010[4]
PIB R$ 156 890,01 mil IBGE/2016[5]
PIB per capita R$ 7 448,61 IBGE/2016[5]

Maracaçumé é um município brasileiro no estado do Maranhão, Região Nordeste do país. Localiza-se no oeste maranhense e sua população estimada em 2018 era de 21 201 habitantes.[2]

História[editar | editar código-fonte]

Etimologicamente, o nome Maracaçumé parece ter surgido do tupi: mbara'ká (Maracá, chocalho) suaçu-mé (Cabra). Ou seja, significa "Chocalho de cabra".

A região que se estende desde o rio Gurupi até o vale do Turiaçu, abrangendo todo o Maracaçumé, desde os fins do século XVIII, concentrou inúmeros quilombos. Por isso, não se pode estabelecer uma data fixa de criação ou de origem, pois "existiram quilombos antes e depois da Independência, formados no decorrer dos anos, em Viana, Pinheiro, Alcântara, Guimarães, Maracaçumé e outros lugares" como afirma Carlos de Lima em História do Maranhão A Colônia.

Segundo Eduardo Olímpio Machado, em 1855 criou-se a Colônia Maracaçumé, administrada pela Companhia Maranhense de Mineração, a qual contratou cerca de 40 chineses para a exploração das minas.

Os Ka'apor vivem no norte do Maranhão. Suas terras fazem limite, ao norte, com o rio Gurupi, ao sul, com os afluentes meridionais do rio Turiaçu, a oeste com o Igarapé do Milho e a leste, com uma linha no sentido noroeste-sudeste quase paralela à rodovia BR-316. Todos os córregos e rios drenam para três grandes rios: Maracaçumé, Turiaçu e Gurupi, que, por sua vez, deságuam diretamente no oceano Atlântico. A altitude máxima é de cerca de 250 metros acima do nível do mar nas regiões montanhosas, onde as cabeceiras do Maracaçumé, Turiaçu e Gurupi estão mais próximas umas das outras. Chove cerca de 2000 a 2500 mm por ano, sendo que a maior parte deste volume cai durante a predominância dos ventos vindos de leste de janeiro a maio.

Eles são conhecidos pela história documentada por terem se estabelecido sucessivamente nas bacias do rio Acará (ca. 1810), rio Capim (ca. 1825), rio Guamá (1864), rio Piriá (1875) e rio Maracaçumé (1878).

Geografia[editar | editar código-fonte]

De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[6] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária de Santa Inês-Bacabal e Imediata de Governador Nunes Freire.[3] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Gurupi, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Oeste Maranhense.[7]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Maracaçumé - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 11 de janeiro de 2019. Cópia arquivada (PDF) em 11 de janeiro de 2019 
  2. a b c d Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Maracaçumé». Consultado em 11 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 11 de janeiro de 2019 
  3. a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 11 de janeiro de 2019 
  4. Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 11 de janeiro de 2019. Cópia arquivada (PDF) em 8 de julho de 2014 
  5. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2016). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2016». Consultado em 11 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 11 de janeiro de 2019 
  6. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 11 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 11 de janeiro de 2019 
  7. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2016). «Divisão Territorial Brasileira 2016». Consultado em 11 de janeiro de 2019 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • LIMA, Carlos de. História do Maranhão A Colônia. Ed. GEIA.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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