Nossa Senhora das Dores (Sergipe)

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Município de Nossa Senhora das Dores
"Dores"
"Terra dos Enforcados"
"
Bandeira de Nossa Senhora das Dores
Brasão de Nossa Senhora das Dores
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 11 de junho de 1859 (159 anos)
Gentílico dorense
Prefeito(a) Thiago de Souza Santos (Dr Thiago) (PMDB)
(2017 – 2020)
Localização
Unidade federativa Sergipe
Mesorregião Médio Sertão Sergipano IBGE/2008 [1]
Microrregião Nossa Senhora das Dores IBGE/2008 [1]
Distância até a capital 72 km
Características geográficas
Área 471,001 km² [2]
População 26 434 hab. IBGE/2013[3]
Densidade 56,12 hab./km²
Altitude 204 m
Clima Tropical chuvoso As'
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,6 médio PNUD/2010[4]
PIB R$ 117 777,203 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 4 801,55 IBGE/2008[5]

Nossa Senhora das Dores é um município brasileiro do estado de Sergipe.

Localiza-se a uma latitude 10º29'30" sul e a uma longitude 37º11'36" oeste, estando a uma altitude de 204 metros. Sua população estimada em 2010 era de 26.434 habitantes. Possui uma área de 482,6 km². Fica a 72 km de Aracaju e a 392 km de Salvador.

Turismo[editar | editar código-fonte]

A Micarense, que acontece sempre no mês de maio, e a festa da padroeira no mês de setembro são as principais comemorações do município.

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Nos últimos dez anos a cidade se desenvolveu em vários setores, na habitação, foram criados vários loteamentos e vários condomínios fechados, dezenas de ruas pavimentadas, construídas centenas de casas; no transporte, foram implantados os serviços de moto-táxi local e táxi lotação este último facilita a locomoção de passageiros à capital, além da CooperSertão que facilita o acesso da cidades de Nossa Senhora das Dores e Capela; no setor tecnológico, todas operadoras de celular têm amplo sinal em todo perímetro da cidade, e também já foram criados diversos portais locais, entre eles o Visite Dores [1] e o [2] que aborda diversos temas locais. Em julho de 2008, foi inaugurado o provedor de Banda larga, o provedor ProNet, com serviços de até 02 Mbps de conexão, possibilitou a instalação da internet nos órgãos municipais, comércio, residências e viabilizou a existência de lan houses, também em cidades vizinhas a exemplo de Cumbe e Siriri, interligando digitalmente a população ao mundo.

Economia[editar | editar código-fonte]

O produto interno bruto de Nossa Senhora das Dores foi de 117 777 000 reais em 2008, a preços correntes de mercado. Os serviços e a indústria são a base da economia dorense. Umas das principais atividades econômicas do município é a pecuária, no entanto, a cidade se destaca como pólo do serviço e comércio da microrregião. E atualmente está desenvolvendo-se a atividade sucroalcooleira, com implantação de uma usina de beneficiamento desta matéria prima.

Centros comerciais[editar | editar código-fonte]

Nossa Senhora das Dores possui um centro comercial, com grandes lojas, como, por exemplo a Farmácia Simone,Multiplast Simone,Casa Lima, Adry Modas, Com Você Design, Cia Modas, Estilo Decorações, Danilo Signs Comunicação Visual, Pro Net - Provedor de internet fibra ótica da cidade, loja de moveis Loja sensação e as rede de supermercado Gbarbosa que tem sua sede em Aracaju, o Supermercado Simone, Supermercado ItaDorense e outros. Outro ponto comercial, mas também turístico no centro da cidade são os templos religiosos.

A cidade conta com cinco bancos, o Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal, Banese localizado no centro da cidade, tem também a NettoCred Financeira, localizada próximo aos Correios e o ponto Banese também no Centro da cidade.

Além do Centro merecem destaque no ramo do comércio os bairros Pau Que Chora e Fontinhas, voltados ao comércio popular.

Geografia[editar | editar código-fonte]

O município de Nossa Senhora das Dores fica a 72 km de Aracaju,capital do Estado de Sergipe, localizada no Médio Sertão do estado numa faixa de transição entre o litoral e o sertão. Com cerca de 26 mil habitantes, é a principal cidade da Região do Médio Sertão Sergipano, sendo também destaque na mesorregião e microrregião do Estado.

O cidade localiza em uma altitude de 250 metros em uma vasta planície, faz parte das Bacias hidrográficas do Rio Sergipe e Rio Japaratuba, sua maior altitude é a Serra de Itapicuru localizado no Povoado Itapicuru, com cerca de 420 metros acima de nível do mar, seguidos da Serra do Besouro que chega a 300 metros. A zona urbana conta com cerca de 16 mil habitantes e a zona rural com 9 mil habitantes.

  • Principais rios e afluentes
    • Rio Sergipe
      • Riacho Dangir
      • Riacho Verde
      • Riacho Jacoca
      • Riacho Morcego
      • Riacho das Furnas
      • Riacho Mulumgu
      • Riacho Moura
      • Riacho do Carvão
      • Riacho Caípe
    • Rio Japaratuba
      • Riacho Monteiro
      • Riacho Sangrador
      • Riacho Pintor
      • Riacho Siriri Morto
  • Regiões de Nossa Senhora das Dores distritos
    • Região Norte
      • Cajueiro
      • Serra
      • Sucupira
      • Bravo Urubu
      • Sapé
      • Lagoa de Pedro
      • Junco
      • Varginha
      • Carro Quebrado
      • Boa Vista
      • Gado Bravo Norte
      • Cruzes
    • Logradouro
      • Poção
      • Furnas
      • Canafístula
      • Tabuá
    • Região Sul
      • Taboca
      • Massaranduba
      • Taborda
      • Gado Bravo Sul
      • Cachoeirinha
      • Itapicuru
      • Borda da Mata
      • Gentio Grande
      • Campo Grande
      • Catolé
      • Itaperoá
      • Floresta
    • Logradouro
      • Salobro
      • Catolé
      • Mão da Onça

Demografia[editar | editar código-fonte]

Crescimento populacional
Censo Pop.
199119 606
200022 19513,2%
201024 58010,7%
Fonte: IBGE[6]

Contando com 19.606 habitantes no ano de 1991 (chegando, em 2014, a mais de 26.046, segundo o Censo 2014 do IBGE[3]), distribuídos em 483,350 km², Nossa Senhora das Dores tem uma baixa densidade demográfica, mais de 53,45 hab/km². A cidade cresceu muito desde 2007, como outras cidades brasileiras. Na época possuía 23.800. Passou a 24.580 em 2010, tendo registrado na nos últimos anos crescimento geométrico de quase 10,7%. Tratando-se de religião, a grande parte da população de Nossa Senhora das Dores pratica o Catolicismo, sendo esta a religião predominante no estado, onde esta é administrada pela Arquidiocese de Aracaju e pelas Diocese de Estancia e Propriá. A Igreja Católica atua no Estado em diversas áreas umas delas são as áreas educacionais, sócio culturais e religiosas. De acordo com os dados do Novo Mapa das Religiões, feito pela Fundação Getúlio Vargas com dados de 2009 da Pesquisa de Orçamento Familiar, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 91% da população de Nossa Senhora das Dores se identifica como católica, 8,5% outras evangélicas, outras 0,5%.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Energia, água e esgoto[editar | editar código-fonte]

A quase totalidade da energia consumida em Nossa Senhora das Dores é fornecida pelas hidrelétricas da Chesf e distribuída pela Energisa. Em Nossa Senhora das Dores existe uma unidade de produção de energia de biomassa, a Agroindustrial Campo Lindo, próxima ao município de Capela.

O primeiro sistema de abastecimento de água da cidade foi inaugurado ainda no século XX que ficava no entorno da zona urbana chamada de pedreiras que ficava próxima do açude municipal , ali os habitantes da cidade iam busca água para utilidade de higiene, alimentação e etc. O abastecimento de água de Nossa Senhora das Dores é feito pela Deso e atende a quase 97% da população, beneficiando quase 24.500 habitantes.

A água que abastece o município de Nossa Senhora das Dores vem de um riacho chamado de Siriri que nasce na Mata do Cipó, e está em risco de secar, devido a interrupção humana.

Transporte[editar | editar código-fonte]

Rodoviária[editar | editar código-fonte]

O Terminal Rodoviário de Nossa Senhora das Dores, oficialmente Terminal Rodoviário Jaime Figueiredo Lima, está localizado às margens da Avenida Paulo Vasconcelos , na entrada da cidade para quem vai ao Alto Sertão da SE-206.

A rodoviária recebe ônibus de viações estadual e interestadual. Pode-se ir e vir de muitas cidades de Sergipe do Alto Sertão-Capital,Nossa Senhora das Dores-Itabaiana,Capela-Dores.

Cerca de quatro empresas operam com transporte em Nossa Senhora das Dores. Do fluxo total de passageiros no terminal Jaime Figueiredo Lima, 1% são de viajantes de outros estados, passam no terminal rodoviário de Nossa Senhora das Dores por ano cerca de mais de 1000 passageiros. As maiores viações ali presentes interestadual, são: Bomfim e estadual, são: Coopertalse, Coopetaju e Cooagreste, além de micro-ônibus independentes pequena que liga a cidade de Nossa Senhora das Dores-Capela.

Educação[editar | editar código-fonte]

IBGE (2013)[7]
Ensino Alunos matriculados Professores
Pré-escola 625 59
Fundamental 5 049 242
Médio 853 31
Superior 200 10
Instituições públicas de ensino superior
  • Universidade Federal de Sergipe (UFS) - EAD (no centro)
  • Instituto Federal de Sergipe (IFS em construção) - Saída que da acesso a Nossa Senhora da Glória
Instituições privadas de ensino superior
Principais instituições de ensino
  • Colégio Estadual Professor Fernando Azevedo
  • Colégio Estadual General Calazans
  • Colégio Cenecista Regional Francisco Porto - CNEC
  • Centro Educacional João Paulo II
  • Centro Educacional Sagrada Família (infantil)
  • Escola Municipal Petronilho de Menezes Cotias (infantil)
  • Escola Municipal Arnaldo Rolemberg Garcez
  • Escola Municipal Profª. Hozana Azevedo (bairro Cruzeiro das Moças)
  • Escola Municipal Profª. Maria da Glória Santos (bairro Gentio)
  • Escola Municipal Profª Enezilde Vieira Santos (Povoado Sucupira)
  • Escola Municipal Profº. Isaac Menezes Santos (Povoado Gado Bravo Sul)
  • Escola Municipal José de Figueiredo Barreto (bairro Matadouro Novo)

Cultura[editar | editar código-fonte]

Uma das cidades pacatas do interior do estado, conta com um comércio em desenvolvimento e limitado. A cidade todos os anos no mês de abril realiza a Micarense, um carnaval fora de sua semana típica, faz parte do calendário da cidade o Concurso Garota Caipira onde coroa a musa dos festejos juninos. A cultura mais popular da cidade é a religiosidade, no mês de setembro de todos os anos a cidade celebra a maior festa do Médio Sertão Sergipano em devoção a Nossa Senhora das Dores padroeira da cidade.

A cidade também possui a Quadrilha Junina Fogo no Faxo fundada em 10 de fevereiro de 2003, sua sede fica localizada na Associação Comunitária e de Produtores Rurais do Bairro Gentio.

No meio esportivo o clube possui um clube profissional o Dorense Futebol Clube que participa dos torneios organizado pela federação estadual, e também possui vários torneios em diferentes esportes na cidade.

Esportes[editar | editar código-fonte]

No futebol, a cidade possui um clube profissional e vários amadores ha 10 anos sem nenhum time da cidade conseguir o acesso primeira divisão no Campeonato Sergipano de Futebol (a última participação até então foi do Dorense em 2004). A cidade possui também times de outros esportes como futsal, voleibol, ciclismo, xadrez, jogos de cartas, motocross e o handebol.

No futsal, todos os anos ocorre o Campeonato Municipal, onde o clube mais bem sucedido é o Real Dorense onde é o atual Hexacampeão da cidade, conquistando os títulos nos anos de (2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2017). Com o novo surgimento da "Juventus", time feito por moradores do bairro João Ventura e que conta com o atleta Victor Leite, vice-campeão sergipano pela seleção de Capela em 2016, e grande aposta do futsal local. A equipe Juventus vem ganhando forte nome na cidade e é atualmente a grande promessa do futsal masculino.

A cidade é sede de uma das etapas do Circuito Estadual de Ciclismo.

Pátios esportivos
  • Estádio Ariston Azevedo, o principal estádio da cidade de Nossa Senhora das Dores.
  • Estádio Raul Gomes
  • Ginásio de Esportes Tancredo Neves
Clubes de futebol

Academia Dorense de Letras (ADL)[8][editar | editar código-fonte]

"A Academia Dorense de Letras foi fundada em 07 de maio de 2014, por um grupo de escritores e produtores culturais, ligados ao Projeto Memórias (instituição cultural dorense criada em 2003 para pesquisar, registrar e socializar aspectos da história e da cultura local). Eles foram unidos, no propósito de criar a ADL, pelo escritor Domingos Pascoal de Melo, da Academia Sergipana de Letras, que desde 2010 disseminava pelo estado a proposta de interiorização deste tipo de entidade literária.

Instalada em 11 de junho de 2014, a ADL passou a atuar em três campos: a divulgação dos escritos de autores dorenses já existentes; a preservação das memórias dorenses, por meio da escolha de patronos para suas cadeiras e do registro de suas histórias; e a descoberta e promoção de novos talentos artísticos e literários.

Para tal finalidade, vem realizando lançamentos de livros; exposições artísticas; encontros entre acadêmicos e estudantes; bem como ações tais quais a “Quinta Literária”, o “Café Literário”, a “Feira Lítero-Cultural” e o “Encontro Dorense de Leitores, Escritores e Fomentadores da Leitura”. Edita, anualmente, a “Antologia Literária da Academia Dorense de Letras” e mantêm em sua sede própria, um imóvel alugado, o memorial dos patronos e a Biblioteca Professora Glorinha Almeida."

História[editar | editar código-fonte]

A história de Nossa Senhora das Dores começa em 4 de outubro de 1606, quando Pero Novais de Sampaio obteve uma carta de sesmaria, de duas léguas de terras devolutas, doadas pelo capitão-mor Nicolau Felipe de Vasconcelos. O objetivo inicial era a criação de gado, mas foi a produção de algodão que alavancou a economia dorense. O município nasceu a partir de um povoado que tinha o nome de Enforcados, um lugar utilizado para aprisionamento e sacrifício de índios. Segundo constatação do escritor Laudelino Freire, o nome foi mudado para Nossa Senhora das Dores por um missionário que foi pregar uma Santa Missão na comunidade. Até hoje não se sabe o nome desse pregador nem a data da mudança. Acredita-se que tenha ocorrido no início do século XIX, baseado numa carta do juiz de Paz, assinada como povoação de Nossa Senhora das Dores dos Enforcados. Mas há outros documentos oficiais, ao mesmo tempo, que falam em Enforcados. O que dá a entender que o nome, apesar de mudado, persistiu por algum tempo. Em 28 de abril de 1858, a povoação foi elevada à categoria de Freguesia e distrito administrativo. Em 11 de junho de 1859, veio a emancipação política em relação à Capela, com a criação do município da Vila de Nossa Senhora das Dores, com território desmembrado dos municípios de Capela e Divina Pastora. A sede municipal permaneceu como Vila durante 61 anos. Finalmente, no dia 23 de outubro de 1920, foi elevada à categoria de cidade. Desde 2010, no dia 23 de outubro também é celebrado o "Dia da Dorensenidade", festejando-se o sentimento de orgulho em ser dorense.

Política[editar | editar código-fonte]

Esta é uma lista de prefeitos de Nossa Senhora das Dores.

Nome Período
Raul Silveira 1932 - 1935
Antônio dos Reis Lima 1935 - 1938
Cônego Miguel Monteiro Barbosa 1938 - 1941 (Interventor)
José Barreto de Souza 1941 - 1947 (Interventor)
Antônio dos Reis Lima 1947 - 1951
João de Oliveira Paes 1951 - 1955
Antônio dos Reis Lima 1955 - 1959
Francisco Paes de Santana 1959 - 1963
Joel Nascimento 1963 - 1967
Antônio Cardoso de Oliveira 1967 - 1971
Joel Nascimento 1971 - 1973
Paulo Garcia Vieira 1973- 1977
Joel Nascimento 1977-1982
Jaime Figueiredo Lima 1982 - 1988
José Américo de Almeida Filho 1988 - 1992
José Ivan Pereira dos Anjos 1992 - 1996
José Américo de Almeida Filho 1996 - 2000
Fernando Lima Costa 2000 - 2004
Fernando Lima Costa 2005 - 2008
Aldon Luiz dos Santos 2009 - 2012
Fernando Lima Costa 2013 - 2015
João Marcelo Montarroyos Leite 2015 - 2016
Thiago de Souza Santos (Dr. Thiago) 2017 - Presente

Tradições Culturais[editar | editar código-fonte]

Uma das principais tradições do município é a "Semana Santa", período no qual os católicos rememoram os últimos dias de Jesus Cristo com diversas procissões penitenciais, destacando-se as centenárias procissões dos Penitentes e do Madeiro, além das do Cruzeiro do Século e do Senhor Morto. Estas quatro manifestações de fé do povo dorense ocorrem sempre na "Sexta-feira Santa" e, junto com as procissões do Encontro (na quarta-feira da Semana Santa) e dos Penitentes do Povoado Gado Bravo Norte ("Quinta-feira Santa"), foram reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial de Sergipe (Lei nº 8.051 de 22 de outubro de 2015).

Outra importante tradição cultural de Nossa Senhora das Dores são as bonecas-de-pano confeccionadas por bonequeiras da cidade. Esta brincadeira feminina, produzida a partir de retalhos de pano, foi resgatada a partir de 2001, por iniciativa da artista plástica dorense Hortência Barreto em parceria com o grupo de Idosos Renovação (fundado em 1997 por Valdete Garcia e Terezinha Barboza). Desde 2018 (Lei nº 326, de 23 de março de 2018), as bonecas-de-pano são reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial de Nossa Senhora das Dores.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  3. a b «Estimativa Censo Populacional 2015». Censo Populacional 2015. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 10 de setembro de 2014. Consultado em 19 de agosto de 2016. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 26 de agosto de 2013. 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  6. «IGBE» 
  7. «IBGE» 
  8. SANTOS, Jânio Vieira dos (2018). 2ª Antologia Literária da Academia Dorense de Letras. Aracaju (SE): Brasil Casual. 9 páginas 
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