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Osamu Dazai

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A forma nativa deste nome pessoal é Dazai Osamu. Este artigo usa a ordem de nome ocidental ao mencionar indivíduos.
Shūji Tsushima
Osamu Dazai em 1948
Nome completoShūji Tsushima
Pseudônimo(s)Osamu Dazai
Nascimento
Morte
13 de junho de 1948 (38 anos)

NacionalidadeJapão Japonês
ProgenitoresMãe: Tsushima Tane
Pai: Tsushima Gen'emon
ParentescoBunji Tsushima (irmão), Eiji Tsushima (irmão), Jun Tsushima (neto), Mo Ishihara (neta)
CônjugeMichiko Tsushima (1939–1948)
Filho(a)(s)Sonoko Tsushima (filha mais velha), Masaki Tsushima (filho mais velho), Yuko Tsushima (segunda filha), Haruko Ota (terceira filha)
OcupaçãoRomancista e contista
Principais trabalhosDeclínio de um Homem/Um Homem em Declínio (1948), O Pôr do Sol Nascente (1947), As Flores do Riso (1935)

Shūji Tsushima (津島修治, Tsushima Shūji) (19 de junho de 1909 – 13 de junho de 1948), mais conhecido pelo pseudônimo Osamu Dazai (太宰 治, Dazai Osamu), foi um autor japonês considerado um dos maiores escritores da literatura japonesa do século XX. Ele é conhecido por seu estilo de escrever tipicamente irônico e pessimista, e por ser um expoente da literatura do estilo watakushi shōsetsu, que consiste em romances escritos na primeira pessoa do singular, incorporando elementos autobiográficos. Osamu Dazai também ficou conhecido por sua obsessão pelo suicídio, traço marcante em seus livros e também em sua vida, visto que tentou suicídio diversas vezes.

Também conhecido por ser alcoólatra, Dazai suicidou-se junto com sua última mulher, Tomie Yamazaki, afogando-se no canal de Tamagawa, em um local que ficava próximo de sua casa. Seus corpos não foram descobertos até o dia 19 de junho, data que coincidiu com o seu aniversário de 39 anos. Sua sepultura está no templo Zenrin-ji, em Mitaka, Tóquio.

Dentre suas obras, a mais popular é o romance autobiográfico chamado Ningen Shikkaku, que pode ser traduzido como "Não humano" ou "Desqualificado para ser humano", lançado em 1948 e traduzido para diversos idiomas pelo mundo todo.

Sua última obra escrita em vida chamou-se Guddo bai, mas não foi concluída devido ao seu suicídio.

Primeiros anos de vida

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Dazai numa foto do anuário do ensino médio

Shūji Tsushima nasceu em 19 de junho de 1909, o oitavo filho sobrevivente de um rico proprietário de terras[1] e político[2] em Kanagi, localizada no extremo norte da região de Tōhoku, na prefeitura de Aomori. Ele era o décimo dos onze filhos que seus pais tiveram. Na época de seu nascimento, a enorme mansão Tsushima, recém-concluída, onde passou seus primeiros anos, abrigava cerca de trinta membros da família.[3] A família Tsushima tinha origens camponesas obscuras. O bisavô de Dazai acumulou a fortuna da família como agiota, e seu filho a aumentou ainda mais. Eles ascenderam rapidamente ao poder e, após algum tempo, tornaram-se altamente respeitados em toda a região.[4]

O pai de Dazai, Gen'emon, era um filho mais novo da família Matsuki, que, devido à "sua tradição excessivamente 'feudal'", não tinha utilidade para os filhos além do primogênito e herdeiro. Por isso, ele foi adotado pela família Tsushima para casar-se com a filha mais velha, Tane. Envolveu-se na política devido à sua posição como um dos quatro proprietários de terras mais ricos da prefeitura e recebeu convite para se tornar membro da Câmara dos Pares.[4] Isso fez com que o pai de Dazai estivesse ausente durante grande parte da infância de Dazai. Como sua mãe, Tane, estava doente,[3] Dazai foi criado principalmente pelos empregados da família e por sua tia Kiye.[5]

Formação acadêmica e início na literatura

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A Escola Primária de Kanagi

Em 1916, Dazai iniciou seus estudos na Escola Primária de Kanagi.[6] Em 4 de março de 1923, seu pai, Gen'emon, faleceu vítima de câncer de pulmão.[7] Um mês depois, em abril, Dazai transferiu-se para a Escola Secundária de Aomori[8] e, em 1927, a Escola Superior de Hirosaki, uma instituição preparatória para a universidade.[9] Ele desenvolveu um interesse pela cultura do período Edo e passou a estudar gidayū, uma forma de narração cantada usada no bunraku.[10] Por volta de 1928, Dazai editou uma série de publicações estudantis e contribuiu com algumas de suas próprias obras. Ele também publicou uma revista chamada Saibō Bungei ("Literatura Celular") com seus amigos e, posteriormente, tornou-se membro da equipe do jornal da faculdade.[11]

O sucesso de Dazai na escrita foi interrompido quando seu ídolo, o escritor Ryūnosuke Akutagawa, cometeu suicídio em 1927, aos 35 anos. Dazai começou a negligenciar os estudos e a gastar a maior parte de sua mesada em roupas, álcool e prostitutas. Ele também se interessou pelo marxismo, ideologia fortemente reprimida pelo governo à época.

Na noite de 10 de dezembro de 1929, Dazai fez sua primeira tentativa de suicídio, mas sobreviveu e conseguiu se formar no ano seguinte. Em 1930, matriculou-se no departamento de Literatura Francesa da Universidade Imperial de Tóquio, mas logo parou de estudar novamente. Em outubro, fugiu com uma gueixa chamada Hatsuyo Oyama e foi formalmente renegado por sua família.

Nove dias após ser expulso da Universidade Imperial de Tóquio, Dazai tentou suicídio por afogamento em uma praia de Kamakura, na companhia de uma garçonete de bar de 19 anos chamada Shimeko Tanabe. Tanabe morreu, mas Dazai sobreviveu. Ele foi resgatado pela tripulação de um barco de pesca e foi acusado de cumplicidade na morte de Tanabe. Chocada com os acontecimentos, a família de Dazai interveio para interromper a investigação policial. Sua mesada foi restabelecida e ele foi liberado sem acusações. Em dezembro, recuperou-se em Ikarigaseki e casou-se com Hatsuyo lá.[12]

Movimentos de esquerda

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Em 1929, quando se descobriu que o diretor da Escola Secundária de Hirosaki havia desviado fundos públicos, os alunos, sob a liderança de Ueda Shigehiko (Ishigami Genichiro), líder do Grupo de Estudos de Ciências Sociais, organizaram uma greve de cinco dias, que resultou na renúncia do diretor e na não aplicação de medidas disciplinares contra os alunos. Dazai quase não participou da greve, mas, imitando a literatura proletária japonesa da época, resumiu o incidente em um romance chamado "Grupo Estudantil" e o leu para Ueda. A família Tsushima via com desconfiança as atividades de esquerda de Dazai. Em 16 de janeiro do ano seguinte, a Polícia Superior Especial prendeu Ueda e outros nove alunos do Instituto Hiroko de Estudos Sociais, que atuavam como ativistas do Partido Comunista de Seigen Tanaka.

Na faculdade, Dazai conheceu o ativista Eizo Kudo e passou a contribuir mensalmente com dez ienes ao Partido Comunista Japonês. Ele foi expulso de casa após casar-se com Hatsuyo Oyama, para evitar qualquer associação de suas atividades ilegais com seu irmão Bunji, que era político. Após o casamento, Dazai foi obrigado a esconder suas simpatias e mudou-se várias vezes. Em julho de 1932, Bunji o localizou e o fez entregar-se na Delegacia de Polícia de Aomori. Em dezembro, Dazai assinou e selou um compromisso no Ministério Público de Aomori de se retirar completamente das atividades de esquerda.[13][14]

Início da carreira literária

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Tsushima em 1928

Dazai cumpriu sua promessa e se retirou. Conseguiu obter a ajuda de Masuji Ibuse, um escritor consagrado cujo contato o auxiliou a publicar suas obras e a consolidar sua reputação. Os anos seguintes foram produtivos para Dazai. Ele escreveu em ritmo frenético e usou o pseudônimo "Osamu Dazai" pela primeira vez em um conto intitulado Ressha (列車, "Trem"), publicado em 1933. Essa história foi sua primeira experiência com a forma de romance em primeira pessoa que mais tarde se tornou sua marca registrada.[15]

Em 1935, começou a ficar claro para Dazai que ele não se formaria. Ele também não conseguiu um emprego em um jornal de Tóquio. Terminou Bannen (晩年, "Anos Finais"), que pretendia ser sua despedida do mundo, e tentou se enforcar em 19 de março de 1935, falhando mais uma vez. Menos de três semanas depois, desenvolveu apendicite aguda e foi hospitalizado. No hospital, tornou-se viciado em Pavinal, um analgésico à base de morfina. Após lutar contra o vício por um ano, em outubro de 1936 ele foi levado para uma instituição psiquiátrica,[16] trancado em um quarto e forçado a parar de repente. O tratamento durou mais de um mês.

Durante esse período, a esposa de Dazai, Hatsuyo, cometeu adultério com seu melhor amigo, Zenshirō Kodate. Isso veio à tona, e Dazai tentou cometer shinjū (suicídio duplo) com sua esposa. Ambos tomaram remédios para dormir, mas nenhum dos dois morreu. Logo depois, Dazai se divorciou de Hatsuyo. Ele casou-se novamente rapidamente, desta vez com uma professora do ensino fundamental chamada Michiko Ishihara. A primeira filha do casal, Sonoko, nasceu em junho de 1941.

Nas décadas de 1930 e 1940, Dazai escreveu vários romances e contos de natureza autobiográfica. Seu primeiro conto, Gyofukuki (魚服記, 1933, "Crônica das Vestes de Peixe"), é uma fantasia sombria que envolve suicídio. Outros contos desse período incluem Dōke no Hana (道化の花, 1935, traduzido em Portugal como As Flores do Riso), Gyakkō (逆行, 1935, "Retrocesso"), Kyōgen no Kami (狂言の神, 1936, "Deus da Farsa"), um romance epistolar chamado Kyokō no Haru (虚構の春, 1936, "Primavera Fictícia") e os contos da coleção Bannen de 1936, que descrevem seu sentimento de isolamento pessoal e sua devassidão.

Anos de guerra

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O Japão ampliou a Guerra do Pacífico ao atacar os Estados Unidos em dezembro de 1941, mas Dazai foi dispensado do serviço militar obrigatório devido a seus problemas crônicos no peito, já que lhe havia sido diagnosticada tuberculose. Os censores passaram a mostrar-se mais relutantes em aceitar suas obras, mas ele conseguiu publicá-las mesmo assim. Várias das histórias que publicou durante a guerra são releituras de contos de Ihara Saikaku (1642–1693). As obras de Dazai do período da guerra incluem Udaijin Sanetomo (右大臣実朝, 1943, "Ministro da Direita Sanetomo"), Tsugaru (津軽, 1944), Pandora no Hako (パンドラの匣, 1945–1946, "Caixa de Pandora") e Otogizōshi (お伽草紙, 1945, "Contos de Fadas"), na qual ele reconta vários contos de fadas japoneses.

A casa de Dazai foi destruída duas vezes pelos bombardeios americanos em Tóquio, mas sua família escapou ilesa e teve um filho, Masaki, nascido em 1944. Sua terceira filha, Satoko, que mais tarde se tornou escritora sob o pseudônimo de Yūko Tsushima, nasceu em maio de 1947.

Carreira no pós-guerra

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Dazai em 1946

No período imediatamente após a guerra, Dazai atingiu o auge de sua popularidade. Ele retratou a vida dissoluta na Tóquio do pós-guerra em Viyon no Tsuma (ヴィヨンの妻, 1947, "A Esposa de Villon"), narrando a história da esposa de um poeta que a abandonara e sua obstinada vontade de viver apesar das adversidades.

Em 1946, Dazai publicou um controverso livro de memórias, Kuno no Nenkan (苦悩の年鑑, "Almanaque da Dor"), no qual descreve o período imediatamente após a derrota do Japão e procura resumir como os japoneses se sentiam na época. Dazai reafirmou sua lealdade a Hirohito, o imperador do Japão, e a seu filho Akihito. No entanto, Dazai também expressou suas convicções comunistas nessas memórias. Dazai escreveu ainda Jugonenkan (十五年間, "Quinze Anos"), outra obra autobiográfica.[17]

Em 14 de dezembro de 1946, um grupo de escritores que incluía Dazai reuniu-se com Yukio Mishima para jantar em um restaurante.[18] Este último lembrou que, naquela ocasião, deu vazão à sua antipatia por Dazai. De acordo com uma declaração posterior de Mishima:[19]

O desgosto que nutro pela literatura de Dazai é, de certa forma, feroz. Primeiro, não gosto de seu rosto. Segundo, não gosto de sua preferência rústica pela sofisticação urbana. Terceiro, não gosto do fato de ele ter desempenhado papéis que não eram apropriados para ele.[18]

Outros participantes do jantar não se lembravam se os eventos ocorreram como Mishima descreveu. Relataram, porém, que ele não gostava das "brincadeiras" de Dazai e que ambos tiveram uma discussão sobre Ōgai Mori, um escritor que Mishima admirava.[20]

Em julho de 1947, foi publicado o romance de Dazai, Shayō (斜陽, traduzido em Portugal como O Pôr do Sol Nascente). Ele retrata o declínio da nobreza japonesa após a guerra. Baseou-se em parte no diário de Shizuko Ōta, uma admiradora da obra de Dazai que o conheceu em 1941. O casal teve uma filha, a escritora Ōta Haruko, em 1947.

Bebedor inveterado, Dazai tornou-se alcoólatra[21] e sua saúde deteriorou-se rapidamente. Nessa época, conheceu Tomie Yamazaki, uma esteticista cujo marido havia sido morto na guerra após apenas dez dias de casamento. Dazai abandonou a esposa e os filhos e foi morar com Tomie.

Tomie Yamazaki

Dazai começou a escrever seu romance Ningen Shikkaku (人間失格, 1948, traduzido no Brasil como Declínio de um Homem e em Portugal como Um Homem em Declínio) em um onsen em Atami. Em seguida, mudou-se para Ōmiya com Tomie e permaneceu lá até meados de maio de 1948, quando concluiu seu romance. Obra quase autobiográfica, ela retrata um jovem autodestrutivo que acredita não ser digno de ser humano.[22] O livro foi traduzido para várias línguas.

Na primavera de 1948, Dazai trabalhou em Guddo bai (グッド・バイ, a pronúncia japonesa da palavra inglesa "Goodbye", ou "Adeus" em português), uma novela que deveria ser serializada no Asahi Shimbun. Ela nunca foi concluída.

Os corpos de Dazai e Tomie encontrados em 1948

Em 13 de junho de 1948, Dazai e Tomie se afogaram no aqueduto de Tamagawa, cheio pela chuva, perto da casa dele. Seus corpos só foram encontrados seis dias depois, em 19 de junho, data em que ele completaria 39 anos.

O túmulo de Dazai está dentro do complexo do templo Zenrin-ji, em Mitaka, Tóquio. Ele fica de frente para o túmulo de Ōgai Mori, a quem Dazai respeitava.[23]

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Em 2019, Mika Ninagawa dirigiu o filme Ningen Shikkaku: Osamu Dazai e as Três Mulheres, um filme biográfico sobre Dazai, estrelado por Shun Oguri.[24] O filme permaneceu entre os cinco mais vistos nas bilheterias durante as duas primeiras semanas em cartaz.[25]

Citação

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  • Este artigo foi inicialmente traduzido, total ou parcialmente, do artigo da Wikipédia em inglês cujo título é «Osamu Dazai», especificamente desta versão.

Referências

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  1. Lyons 1985, pp. 8, 21.
  2. «Dazai Osamu | Japanese author | Britannica». www.britannica.com (em inglês). Consultado em 7 de dezembro de 2022
  3. 1 2 O'Brien 1975, p. 18.
  4. 1 2 Lyons 1985, pp. 21–22.
  5. Lyons 1985, pp. 21, 53, 57–58.
  6. O'Brien 1975, p. 12.
  7. 野原, 一夫 (1998). 太宰治生涯と文学 (em japonês). [S.l.]: 筑摩書房. p. 36. ISBN 4480033971. OCLC 676259180
  8. Lyons 1985, p. 389.
  9. «Osamu Dazai». City of Hirosaki (em japonês). Consultado em 5 de dezembro de 2024
  10. Lyons 1985, p. 26.
  11. Lyons 1985, pp. 28-29.
  12. Thacker, Eugene (26 de março de 2016). «Black Illumination: The Disqualified Life of Osamu Dazai». The Japan Times (em inglês). Consultado em 8 de agosto de 2024
  13. Inose, Naoki; 猪瀬直樹 (2001). Pikaresuku : Dazai Osamu den = Picaresque. 猪瀬直樹 Shohan ed. Tōkyō: Shōgakkan. ISBN 4-09-394166-1. OCLC 47158889
  14. Nohara, Kazuo; 野原一夫 (1998). Dazai Osamu, shōgai to bungaku. Tōkyō: Chikuma Shobō. ISBN 4-480-03397-1. OCLC 41370809
  15. Lyons 1985, p. 34.
  16. Lyons 1985, p. 39.
  17. Wolfe, Alan Stephen (14 de julho de 2014). Suicidal Narrative in Modern Japan: The Case of Dazai Osamu (em inglês). [S.l.]: Princeton University Press. ISBN 978-1-4008-6100-2
  18. 1 2 Sato & Inose 2012, p. 163.
  19. Sato & Inose 2012, p. 162.
  20. Sato & Inose 2012, pp. 163–164.
  21. Sakanishi, Shio. "Publishing Trend." Japan Quarterly 2.3 (1955): 384. "Dazai, a bohemian and an alcoholic"
  22. "The Disqualified Life of Osamu Dazai" by Eugene Thacker, Japan Times, 26 March 2016.
  23. Lyons 1985, p. 54.
  24. 小栗旬、太宰治役で減量 蜷川実花監督と「人間失格」誕生秘話映画化. cinematoday.jp (em japonês). 3 de dezembro de 2018. Consultado em 2 de dezembro de 2018. Cópia arquivada em 3 de dezembro de 2018
  25. «トップ3は東宝が占有、『人間失格』は4位に再浮上 蜷川実花作品の人気定着ぶりに注目». Pia (em japonês). 2 de outubro de 2019. Consultado em 17 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 17 de novembro de 2025

Bibliografia

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  • O'Brien, James A. (1975). Dazai Osamu. Nova Iorque: Twayne Publishers. ISBN 0805726640. OCLC 1056903 
  • O'Brien, James A., ed. Akutagawa and Dazai: Instances of Literary Adaptation. Cornell University Press, 1983.
  • O'Brien, James, ed. (2024). The Real Osamu Dazai: A Life in Twenty Stories. [S.l.]: Tuttle 
  • Lyons, Phyllis I. (1985). The Saga of Dazai Osamu: A Critical Study with Translations (em inglês). Stanford, Califórnia: Stanford University Press. pp. 8, 21. ISBN 0804711976. OCLC 11210872 
  • Sato, Hiroaki; Inose, Naoki (2012). Persona: A Biography of Yukio Mishima. Berkeley, Califórnia: Stone Bridge Press. ISBN 978-1-61172-008-2 
  • "Nation and Region in the Work of Dazai Osamu," in Roy Starrs Japanese Cultural Nationalism: At Home and in the Asia Pacific. Londres: Global Oriental. 2004. ISBN 1-901903-11-7 
  • Ueda, Makoto. Modern Japanese Writers and the Nature of Literature. Stanford University Press, 1976.

Ligações externas

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