Rede Gazeta

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Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a rede de televisão capixaba. Para a rede de televisão pertencente à Fundação Cásper Líbero, veja TV Gazeta. Para outros significados, veja TV Gazeta (desambiguação).
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Rede Gazeta
A Gazeta do Espírito Santo Rádio e TV Ltda.
Tipo Rede de televisão aberta comercial
País  Brasil
Fundação 11 de setembro de 1976 (42 anos)
por Cariê Lindenberg
Pertence a Rede Gazeta de Comunicações
Proprietário Cariê Lindenberg
Presidente Cariê Lindenberg
Cidade de origem Espírito Santo (estado) Vitória, ES
Sede Bandeira de Vitória.svg Vitória, ES
Rua Chafic Murad, 902 - Monte Belo
Estúdios Bandeira de Vitória.svg Vitória, ES
Rua Chafic Murad, 902 - Monte Belo
Slogan É a gente com você
Formato de vídeo 480i (16:9 SDTV letterbox)
1080i (HDTV)
Canais irmãos Rede Litoral FM
Afiliações Rede Globo
Cobertura Estado do Espírito Santo
Emissoras próprias
Página oficial redeglobo.globo.com/tvgazetaes
Disponibilidade aberta e gratuita
Analógico
Digital
Disponibilidade por satélite
Oi TV
Canal 4 / 5 (Vitória)
Canal 10 (Cachoeiro de Itapemirim)
Disponibilidade por cabo
NET
Canal 16 / 501 HD (Vitória)
Canal 22 (Cachoeiro de Itapemirim)
RCA
Canal 2 (Linhares)
Canal 8 (Colatina)
Canal 11 / 36 HD (Vitória)

Rede Gazeta é uma rede de televisão estadual brasileira sediada em Vitória, Espírito Santo. Possui quatro emissoras afiliadas à Rede Globo cobrindo todo o estado, e faz parte da Rede Gazeta de Comunicações, conglomerado de mídia pertencente ao empresário Cariê Lindenberg.

História[editar | editar código-fonte]

A programação da Rede Globo de Televisão chegou ao Espírito Santo bem antes de sua afiliada se instalar nas terras capixabas. Como já descrito, em 1966, um grupo de políticos e empresários criou a TV Clube Intermunicipal, o embrião da criação da TV Gazeta, 10 anos depois, em 1976. As décadas de 60 e 70 são marcadas por mudanças no eixo político-econômico capixaba e nacional. De tradição agrária (num Estado que iniciava a sua migração para a produção fabril-exportadora) e vinculada a atividades políticas (num tempo de ditadura), a família Monteiro Lindenberg passa a investir para fazer travessias nos campos de poder.[1]

Com o crescimento da audiência da TV, principalmente em torno da Globo, incluído no projeto nacional de constituição de sistema de comunicação de massa no Brasil, a família Monteiro Lindenberg vê na TV um lugar de investimento e atuação, reforçando sua presença no negócio midiático, uma vez que o clã já possuía o jornal A Gazeta desde os anos 1940, adquirido no contexto de querelas político-partidárias. A partir de negociações, disputas e conversas que remontam aos anos inicias da década de 1970, a família Monteiro Lindenberg conseguiu o contrato de retransmissão da Globo e a concessão de um canal, inaugurando a TV Gazeta em 11 de setembro de 1976. Em seus primórdios, a TV Gazeta contratou em outros Estados da Federação profissionais experientes na área. Também promoveu treinamentos de jornalistas e técnicos com a equipe da TV Globo, no Rio de Janeiro. Registre-se que o curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), com habilitação em Jornalismo e Publicidade, foi criado apenas em 1975.[1]

A TV Gazeta nos últimos anos abre mais espaço às produções jornalísticas locais (telejornais e assuntos ligados a comunidade, esporte e entretenimento).

A TV Gazeta obteve concessões em todas as regiões capixabas (TV Gazeta Sul, com sede em Cachoeiro de Itapemirim; TV Gazeta Norte, em Linhares; e TV Gazeta Noroeste, em Colatina), sempre como retransmissora da Globo. Tais canais mantêm programação local, reproduzindo conteúdo da Globo e da TV Gazeta de Vitória.[1]

Emissoras[editar | editar código-fonte]

Divisão da área de cobertura da Rede Gazeta por emissora
Prefixo Emissora Canal analógico Canal digital Cidade de origem
ZYA 530 TV Gazeta Vitória 4 (22 UHF) Vitória
ZYA 543 TV Gazeta Noroeste 9 VHF 24 UHF Colatina
ZYA 536 TV Gazeta Norte 5 VHF 23 UHF Linhares
ZYA 534 TV Gazeta Sul 10 VHF 21 UHF Cachoeiro de Itapemirim

Referências

  1. a b c Martinuzzo, José Antônio (2012). «A Televisão no Espírito Santo: Trajetória histórica e conexões socioeconômicas e políticas do modelo» (PDF). Revista Brasileira de História da Mídia. Consultado em 9 de agosto de 2016. 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]