Rory Storm

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Rory Storm
Informação geral
Nome completo Alan Ernest Caldwell
Também conhecido(a) como Rory Storm
Nascimento 7 de janeiro de 1938
Origem Liverpool
País  Inglaterra
Morte 28 de setembro de 1972 (34 anos)
Gênero(s)
Instrumento(s) vocais
Período em atividade 1958-1972
Outras ocupações
  • Músico
  • compositor
Gravadora(s)
Afiliação(ões)

Alan Ernest Caldwell, mais conhecido como Rory Storm (Liverpool, 7 de janeiro de 1938 – Liverpool, 28 de setembro de 1972)[1] foi um músico e vocalista britânico. Storm foi o vocalista e líder da Rory Storm and the Hurricanes, uma banda de Liverpool contemporânea dos Beatles na década de 50 e início da década de 60. Ringo Starr era o baterista dos Hurricanes antes de ir para os Beatles em Agosto de 1962, substituindo Pete Best.

Os Hurricanes foram um dos mais populares atos nas cenas de Liverpool e Hamburgo durante sua existência, apesar de suas tentativas de gravar discos não tenham tido sucesso. Eles lançaram apenas dois singles (e uma compilação de faixas adicional) durante o auge dos anos 1960, e nenhum de seus materiais chegou aos charts. Seu segundo e último single foi uma versão da música "America", que foi produzida pelo empresário dos Beatles, Brian Epstein.

Quando o pai de Storm morre, ele retorna de Amsterdã para Liverpool para ficar com sua mãe na Stormsville, na 54 Broad Green Road, Broadgreen, Liverpool. Em 27 de setembro de 1972, Storm desenvolveu uma infecção respiratória e não conseguia dormir bem, então tomou pílulas para dormir. No dia seguinte, Storm e sua mãe foram encontrados mortos. O post mortem determinou que Storm não tinha tomado pílulas o suficiente para se matar, mas suspeita-se que, depois encontrar o corpo de seu filho, sua mãe cometeu suicídio.

Primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Nasceu em Oakhill Park Estate, Stoneycroft, Liverpool filho de Violet e Ernest "Ernie" George W. Caldwell.[1] Seu pai foi um limpador de janelas e trabalhava meio-período como porteiro em um hospital.[2] Storm tinha uma irmã, Iris Caldwell, que namorou George Harrison quando ela tinha 12 anos, e com Paul McCartney, quando ela tinha 17 anos.[2][3][4] Iris casou-se com Shane Fenton, mais conhecido como Alvin Stardust. Stardust.[5] Além da música, Storm era interessado em esportes, particularmente atléticos; ele correu por um time amador em Liverpool.[6][7] Ao invés de dirigir até sua casa depois dos concertos em Liverpool, Storm preferia ir correndo.[8]

Storm jogava futebol regularmente e era um bom skatista e nadador.[7] Storm nasceu com gagueira (um impedimento de fala), o que não afetou seu canto.[6][9] Ele foi um vendedor de algodão (assim como Jim McCartney, pai de Paul McCartney) antes de formar um grupo de skiffle.[8]

Música[editar | editar código-fonte]

O primeiro grupo de Storm se chamava "Dracula & the Werewolves", mas foi mudado para "Al Caldwell's Texans".[10] Ainda conhecido como Alan Caldwell, Storm abriu o Morgue Skiffle Club em Broadgreen, em 13 de Março de 1958.[10] Consistia de duas salas, pintadas de preto e conectadas por um longo corredor, com esqueletos pintados nas paredes e uma luz azul.[10] Grupos tocavam nas terças e quintas para mais de 100 pessoas (acima de 15 anos) começando às 19:00, incluindo o grupo de Storm (depois chamado "The Raving Texans") e the Quarrymen (que se tornou "the Beatles").[8] A polícia fechou o clube em 1 de abril de 1958, mas Storm reabriu em 22 de abril de 1958.[11] Foi no Morgue Skiffle Club que George Harrison fez uma audição para o Quarrymen, tocando "Guitar Boogie Shuffle" de Bert Weedon, sendo admitido como um membro da banda.[8][10]

Storm foi para Londres, em 11 de abril de 1958, para participar em uma corrida de cross-country. Durante sua passagem, ele foi em uma sessão jam no Chas McDevitt's Skiffle Cellar, que resultou em uma aparição em 30 de abril de 1958 na Radio Luxembourg no programa de skiffle, tocando "Midnight Special". Em 1959, o grupo de Storm consistia em ele mesmo, Paul Murphy, e Johnny "Guitar" Byrne todos tocando guitarra e vocais, Reg Hale (tábua de lavar) e Jeff Truman (baixo). "Spud" Ward, um membro da the Swinging Blue Jeans, depois tocou baixo.[8] Storm encontrou Ringo Starr em um concurso de talentos chamado "6.5 Special". Starr havia tocado com the Eddie Clayton Skiffle Group e tocava em um grupo chamado "Darktown Skiffle". O primeiro concerto de Starr com Storm foi em 25 de março de 1959, no Mardi Gras em Mount Pleasant, Liverpool.[8]

Rory Storm and The Hurricanes[editar | editar código-fonte]

Storm mudou o nome do seu grupo para "Al Storm and the Hurricanes", depois "Jett Storm and the Hurricanes", e finalmente para "Rory Storm and the Hurricanes". O line-up original era Storm, Byrne, Ty Brian,[12] Lu Walters,[13] e Ritchie Starkey (bateria).[6][14] Storm and the Hurricanes entrou para uma competição gerenciada por Carrol Levis chamada "Search for Stars" no Liverpool Empire Theatre em 11 de outubro de 1959, chegando ao segundo lugar.[8] O line-up dos Hurricanes finalmente se solidificou com Storm (vocais), Byrne (guitarra rítmica), Ty (Charles) O’Brien (guitarra líder), Walters (baixo/vocais) e Ringo Starr.[15] O grupo tocou no the Cavern Club com the Cy Laurie Jazz Band no domingo 2 de Janeiro de 1960, e uma semana depois ajudou a Saints Jazz Band e Terry Lightfoot's New Orleans Jazz Band.[15] Tocar rock 'n' roll foi um problema no the Cavern Club, e não foi aceito pelos gerenciadores.[15] Larry Parnes ficou interessado nos Hurricanes, e convidou-os para uma audição no Wyvern Club como um grupo de apoio para Billy Fury. Storm compareceu na audição, só assim ele poderia tirar uma foto com Fury.[15] Em Julho de 1960, o grupo começou a tocar no Rock 'n' Calypso Ballroom por £25 por semana.[15] Starr não estava certo sobre deixar seu trabalho como um aprendiz no Henry Hunt's, onde ele fazia quadros para escolas, até Storm apresentar a ideia de "Starr-time" com Starr cantando músicas como "Boys" de the Shirelles.[16] Starr finalmente concordou quando Storm falou sobre a quantidade de mulheres que estavam "disponíveis".[15] Foi durante essa temporada que Starr (que era conhecido como "Ritchie" até então) mudou seu nome para "Ringo".[17]

Hamburgo[editar | editar código-fonte]

Depois de tocar por mais de 16 horas por semana, o grupo foi contatado por Allan Williams, que queria que eles fossem para Hamburgo. Derry and the Seniors faziam sucesso ali, e Williams queria um grupo adicional.[18] Como Storm e o grupo estavam comprometidos com Butlins, eles recusaram a oferta de Williams (assim como Gerry and the Pacemakers) então Williams levou os Beatles para Hamburgo instantaneamente.[19][20] Após o término da temporada de verão, no início de outubro de 1960, Rory Storm and The Hurricanes estavam livres para viajar a Hamburgo, substituindo Derry and The Seniors no Kaiserkeller. Eles chegaram a Hamburgo em 1 de outubro de 1960, tendo negociado um cachê maior que The Seniors ou The Beatles. [21] Eles tocavam por cinco ou seis segmentos de 90 minutos todos os dias, alternando-se com The Beatles. [18][22] Rory Storm and The Hurricanes mais tarde foram presenteados com um certificado especial por Koschmider por suas apresentações.[20] O palco no Kaiserkeller era feito de tábuas de madeira sustentadas por engradados de cerveja, de modo que os dois grupos apostaram para ver quem seria o primeiro a quebrá-lo. [23] Após numerosas tentativas por vários dias, uma pequena rachadura apareceu, e quando Storm pulou do topo de um piano, o palco finalmente quebrou. [23] Byrne lembra-se que quando Storm atingiu o palco, ele rachou-se estrepitosamente e formou um V em torno de Storm. Ele desapareceu dentro do buraco, enquanto todos os amplificadores e os címbalos do baterista Ringo Starr caíram junto dentro do buraco. Koschmider ficou furioso e teve de substituir a música ao vivo por uma jukebox. Os dois grupos atravessaram a rua para ir ao Harold's cafe para o café da manhã, mas foram seguidos pelos porteiros de Koschmider que, munidos de cassetetes, bateram nos músicos como punição. [24]

Durante suas oito semanas de trabalho, Williams arranjou uma sessão de gravação no Akoustik Studio, que era uma pequena cabine no quinto andar da 57 the Klockmann-House na sexta-feira, 18 de outubro de 1960.[20] Williams pediu para John Lennon, Paul McCartney e Harrison dos Beatles para tocar e cantar harmonias para Walters (dos Hurricanes) nas gravações.[14] Pete Best (o baterista dos Beatles à época) estava comprando baquetas, então Starr tocou bateria. Foi a primeira vez que a clássica formação dos Beatles de Lennon, McCartney, Harrison e Starr gravaram juntos.[25] Eles gravaram três músicas: "Fever", "September Song" e "Summertime".[20]

Liverpool[editar | editar código-fonte]

Storm and the Hurricanes foram o principal grupo no primeiro "Beat Night", no Orrell Park Ballroom, em março de 1961. Eles foram também convidados para uma temporada no acampamento de Butlins em Skegness, Lincolnshire. Sam Leach (um promotor de Liverpool) arranjou uma série de noites de dança no Palais Ballroom em Aldershot, começando em 9 de dezembro de 1961.[20] O primeiro sábado contou com os Beatles, mas o jornal local esqueceu de publicar o anúncio, apenas 18 pessoas compareceram.[20] O segundo sábado foi preparado para a Rory Storm and the Hurricanes para apresentar, e dessa vez com o anúncio, 210 pessoas pagaram para entrar. A ideia de Leach era atrair agentes de Londres para assistir uma série de concertos, mas quando ele percebeu que eles nunca viajariam de Londres, ele abandonou a ideia.[20]

Starr considerou deixar Storm nessa época para entrar na Derry and the Seniors, mas aceitou um trabalho com Tony Sheridan no Top Ten Club em 30 de dezembro de 1961, como a oferta de Sheridan envolvia muito dinheiro, um apartamento e um carro, não dava para recusar.[20] Starr continuou com Sheridan por pouco tempo, como ele não gostava do hábito de Sheridan de mudar o setlist sem consultar seu grupo de apoio, ele retornou aos Hurricanes.[20] Em 5 de fevereiro de 1962, Best adoeceu e os Beatles tinham que tocar na hora do almoço no Cavern e um concerto no Kingsway club em Southport. Como os Hurricanes não tinham shows aquele dia, Starr tocou com eles ao vivo pela primeira vez (apesar dele ter gravado com eles em Hamburgo).[26]

Durante a residência dos Hurricanes com Butlins, Lennon e McCartney foram de Liverpool para Skegness, em 15 de agosto de 1962, para convidar Starr a entrar nos Beatles.[27] Logo antes, Starr tinha aceitado entrar para a Kingsize Taylor em Hamburgo, como Taylor tinha oferecido £20 por semana, mas Lennon e McCartney ofereceram £25 por semana, então Starr aceitou.[17] Lennon e McCartney proporam à Storm para fazer uma troca de bateristas (com Best substituindo Starr), mas Best rejeitou a ideia.[17] De acordo com Epstein em sua autobiografia, Storm foi, "Um dos jovens mais animados e mais simpáticos da cena ... ficou muito irritado quando Ringo saiu e ele reclamou comigo. Pedi desculpa, e Rory, com imenso bom humor disse, 'Okay. Esqueça. Boa Sorte pra todos vocês'".[28] Os Hurricanes ficaram conhecidos por ter uma sucessão de bateristas, incluindo Gibson Kemp, Brian Johnson, John Morrison, Keef Hartley (agosto de 1963), Ian Broad e Trevor Morais, todos ficaram com o grupo por um curto período antes de deixar a banda.[17][20]

Apesar de Starr ter entrado para os Beatles, os dois grupos fizeram shows juntos durante 1962, e muitos concertos depois disso.[29] Em 1962, os dois grupos se apresentaram juntos no St Patrick's Night Rock Gala (Knotty Ash Village Hall) Queen's Hall (Widnes) e com Little Richard no Tower Ballroom. Em 1963, Storm and the Hurricanes participaram de parte de um documentário, "Beat City", que foi produzido pela Associated-Rediffusion Television.

Personalidade no palco e estilo de vida[editar | editar código-fonte]

Quando Storm tornou-se um cantor profissional, mudou seu nome para Rory Storm, e mudou o nome da casa de sua família em Broadgreen para Stormsville.[7] Storm era conhecido pelas roupas extravagantes que ele usava e os carros que ele andava, uma vez comprou um Vauxhall Cresta rosa por £800 em dinheiro.[6] Um jovem certa vez foi abordado por um porteiro na estação ferroviária de Bootle escrevendo "I love Rory" ("Eu amo Rory") nas paredes, e quando questionado, descobriu-se ser o próprio Storm.[8] Os Hurricanes vestiam ternos no palco, mas às vezes Storm vestia um terno e gravata rosas, e durante os shows ele andava até o piano e penteava seu cabelo louro com uma grande escova.[30] Seu estilo no palco mudou de óculos escuros e camisetas decoradas para ternos vermelhos e azuis. Storm também usava um terno gold Lamé estilo Elvis Presley.[31] Quando eles apareceram pela primeira vez no acampamento de férias de Butlins, Storm usava um terno turco com uma camiseta gold lamé, enquanto o grupo vestia ternos fluorescentes.[15]

Rod Pont (também conhecido Steve Day na Steve Day and the Drifters) lembra de Storm chegando no Orrell Park Ballroom para um show com um furúnculo em seu rosto. Quando falou sobre, Storm tirou um capuz de veludo preto que tinha fendas para os olhos e a boca, e tocou o show inteiro com ele.[6] Em um show no Bankfield House Youth club, Garston, Liverpool, em 1965, a iluminação do palco falhou entre os shows. Storm ficou chateado até que alguém entrou com uma tocha, que Storm usou para encerrar o show.[6] Ele ocasionalmente usava um macaco em alguns shows do grupo, já que isso atraia mais pessoas.[32] Em uma disputa de natação em New Brighton para 1,600 pessoas em 1963, Storm subiu no topo de um trampolim, tirou sua roupa deixando apenas um calção, e pulou na água para o fim de uma canção.[7] Em janeiro de 1964, durante uma apresentação no Majestic Ballroom, Birkenhead, ele pulou em uma das colunas que sustentavam o balcão, mas escorregou e caiu 30 pés (9 m) no andar abaixo, fraturando sua perna. Em outra apresentação em New Brighton Pier, Storm fez sua entrada no Pavilhão mas caiu sobre um vidro skylight.[7]

Storm and the Hurricanes receberam mais votos na primeira votação da revista Mersey Beat, mas muitos votos foram desqualificados como eles foram postos no mesmo lugar, no mesmo tempo e foram escritos com tinta verde; apesar de nunca provado, é provável que Storm tenha postado os votos.[33] Dessa maneira, os Beatles chegaram ao topo, com os Hurricanes em quarto, mesmo que os Beatles também tivessem enviado votos extras.[7][33] Storm era frequentemente fotografado para revistas, assim como estar cercado por enfermeiras quando quebrou a perna durante uma apresentação, ou jogando pelo time de futebol Mersey Beat XI.[7]

Últimos anos e morte[editar | editar código-fonte]

Em 1967, aos 26 anos, O'Brien teve um colapso no palco durante um show, e morreu devido a complicações depois de uma operação de apendicite.[34][35] Storm deu fim aos Hurricanes e tornou-se um vendedor de discos, trabalhando no Silver Blades Ice Rink em Liverpool, em Benidorm (ele era também um instrutor de esqui aquático) em Jersey e Amsterdã.[5] Quando o pai de Storm morreu, ele retornou de Amsterdã para Liverpool para ficar com sua mãe. Ele desenvolveu uma infecção pulmonar e não conseguia dormir bem, então tomou algumas pílulas para dormir. Em 28 de setembro de 1972, Storm e sua mãe foram encontrados mortos na Stormsville. O post mortem revelou que Storm tinha álcool e pílulas para dormir em seu sangue (assim como sua mãe) mas não o suficiente para causar sua morte, que foi considerada acidental. Embora não possa ser provado, acredita-se que sua mãe tenha cometido suicídio depois de encontrar o corpo de Storm.[5][36][37]

O funeral de Storm e sua mãe foi na Oakvale Congregational Church, Broadgreen, em 19 de outubro de 1972. Mourners cantou a música favorita de Storm, "You'll Never Walk Alone". Os dois caixões foram levados do carro fúnebre para a cremação (no Anfield Crematorium) por antigos membros da banda.[6] As cinzas de Storm foram espalhadas na seção 23 do Anfield Crematorium's Gardens of Remembrance. Quando Starr foi questionado sobre porque ele não compareceu, disse: "Eu não estava lá quando ele nasceu também."[5] Embora Starr tenha se oferecido para gravar Storm quando ele quisesse, Storm não estava interessado em encontrar material novo ou original. Sua irmã disse: "Ele [Storm] estava feliz por ser o rei de Liverpool—ele nunca gostava de fazer turnês, não queria desistir de concorrer aos Pembroke Harriers ... e nunca perdia um jogo do Liverpool!"[7]

Legado[editar | editar código-fonte]

Billy Fury, que Storm encontrou nas audições do Wyvern Club, tocou parte de uma canção ficcional chamada Stormy Tempest (baseada em Storm), no filme That'll Be the Day (1973), que estrelou Starr. Em 1987, um musical foi feito em Liverpool sobre Storm and the Hurricanes chamado A Need For Heroes.[34]

Ringo Starr pagou tributo à ele em duas de suas músicas: "Liverpool 8" do álbum Liverpool 8 e "Rory and the Hurricanes" do álbum Postcards from Paradise .

Lançamentos póstumos[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2012, foi reportado que um tape de um show completo dos Rory Storm and the Hurricanes, de 5 de março de 1960 no Liverpool's "Jive Hive", tinha sido desenterrado do porão de sua irmã Iris Caldwell. A gravação foi lançada em CD como Rory Storm And The Hurricanes Live At The Jive Hive - March 1960. O show foi gravado profissionalmente em mono por engenheiros de rádio com um microfone no estande para Rory Storm, mas apenas um microfone para o resto da banda. O diário do guitarrista Johnny Guitar revela que na semana da gravação Ringo Starr estava doente, e o historiador Mark Lewisohn afirmou que a bateria da gravação não é nada parecida com a de Starr. Quatro home demos foram incluídas no lançamento do CD.

Discografia[editar | editar código-fonte]

Singles[editar | editar código-fonte]

1963Dr. Feel Good/I Can Tell (Oriole Records)[38]

1964America/Since You Broke My Heart (Parlophone)[39]

Álbuns[editar | editar código-fonte]

1994The Complete Works (lançamento não-oficial)[40]

2012Live at the Jive Hive March 1960 (Rockstar Records)[41]

Compilações[editar | editar código-fonte]

1963This Is Merseybeat volume 1, Oriole Records (faixas: Dr. Feel Good and Beautiful Dreamer)[42]

1963This Is Merseybeat volume 2, Oriole Records (faixas: I Can Tell)[43]

1974Mersey Beat 1962–64, United Artists (faixas: I Can Tell, Dr. Feel Good)[44]

2004Unearthed Merseybeat Volume 2, Viper CD (faixa: Lend Me Your Comb)[45]

Referências

  1. a b «findmypast.co.uk». Search.findmypast.co.uk. Consultado em 19 de outubro de 2018. 
  2. a b «Iris Caldwell». Tripod. Consultado em 19 de outubro de 2018. 
  3. «16. I Saw Her Standing There». 100 Greatest Beatles Songs. Rolling Stone. Consultado em 19 de outubro de 2018. 
  4. «The illustrations guide – Storm's autograph». Beatles Autographs. Consultado em 19 de outubro de 2018.. Arquivado do original em 19 de outubro de 2018 
  5. a b c d Harry, Bill. «While My Guitar Gently Weeps: The Tragic Story of Rory Storm & The Hurricanes (page 7)». Bill Harry. Consultado em 10 de agosto de 2018. 
  6. a b c d e f g Harry, Bill. «While My Guitar Gently Weeps: The Tragic Story of Rory Storm & The Hurricanes (page 1)». Bill Harry. Consultado em 5 agosto de 2018. 
  7. a b c d e f g h Harry, Bill. «While My Guitar Gently Weeps: The Tragic Story of Rory Storm & The Hurricanes (page 6)». Bill Harry. Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  8. a b c d e f g h Harry, Bill. «While My Guitar Gently Weeps: The Tragic Story of Rory Storm & The Hurricanes (page 2)». Bill Harry. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  9. «An almost famous singer». The Stuttering Foundation. Consultado em 19 de outubro de 2018. 
  10. a b c d Spitz 2005, p. 126.
  11. Spitz 2005, p. 152.
  12. Nascido Charles O'Brien em 1941, morto 1967
  13. Nascido Walter Eymond, 1938
  14. a b «Issue No.7». Bill Harry. 20 de agosto de 1999. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  15. a b c d e f g Harry, Bill. «While My Guitar Gently Weeps – The Tragic Story of Rory Storm & The Hurricanes (page 3)». Bill Harry. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  16. ”The Beatles Anthology” DVD 1&2 2003 (Episode 1 – 0:31:06) Lennon talking about Starr's 'Starr-Time' and being a professional drummer.
  17. a b c d Harry, Bill. «While My Guitar Gently Weeps: The Tragic Story of Rory Storm & the Hurricanes (page 5)». Bill Harry. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  18. a b Lennon 2005, p. 76.
  19. Spitz 2005, p. 202.
  20. a b c d e f g h i j Harry, Bill. «While My Guitar Gently Weeps: The Tragic Story of Rory Storm & The Hurricanes (page 4)». Bill Harry. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  21. Spitz 2005, p. 201.
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  23. a b Spitz 2005, p. 219.
  24. Spitz 2005, pp. 220–221.
  25. Lou Walters' recording session Recuperado: 5 de agosto de 2018
  26. Spitz 2005, p. 300.
  27. «Reference Library: Pete Forever, Ringo Never!». Bill Harry. 23 de agosto de 1962. Consultado em 5 agosto de 2018. 
  28. Epstein 1964, p. 65.
  29. McCormack, Peter R. (29 de setembro de 2004). «Liverpool Idol Sweeps Local Warehouse». rickresource. Consultado em 5 de agosto de 2018. 
  30. «Rory Storm and the Hurricanes – July to September 1960». The Beatle Source. Consultado em 8 de agosto de 2018. 
  31. Spitz 2005, p. 151.
  32. Spitz 2005, pp. 151–152.
  33. a b Spitz 2005, p. 288.
  34. a b Leigh, Spencer (20 de agosto de 1999). «Obituary: Johnny Guitar (page 2)». The Independent. Consultado em 10 de agosto de 2018. [ligação inativa] 
  35. Haskayne, Ian. «Rory Storm». Mersey Beat Nostalgia. Consultado em 10 de agosto de 2018. 
  36. «Rory Storm and The Hurricanes». tropea magazine. Consultado em 10 de agosto de 2018. 
  37. «World's number one drummer was a fashion Starr, too». Liverpool Echo. 10 de janeiro de 2008. Consultado em 10 de agosto de 2018. 
  38. Oriole CB 1858 on 45cat
  39. Parlophone R 5197 on 45cat
  40. The Complete Works at Rate Your Music Recuperado em 13 de maio de 2013
  41. Jive at the Jive Hive March 1960 at Discogs Recuperado em 13 de maio de 2013
  42. This Is Merseybeat volume 1 on Rate Your Music
  43. This Is Merseybeat volume 2 on Rate Your Music
  44. Mersey Beat 1962–64 on Rate Your Music
  45. Unearthed Merseybeat Volume 2 on The Viper Label website

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]