Sua Majestade Imperial e Fidelíssima

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Sua Majestade Imperial e Fidelíssima (abreviado como S.M.I&F) foi um tratamento duplo usado pelos imperadores do Brasil que também eram simultaneamente reis de Portugal e suas consortes desde 1825 até 1826.

História[editar | editar código-fonte]

Com a assinatura do Tratado do Rio de Janeiro, o soberano português D.João VI recebeu o título nobiliárquico de Imperador do Brasil. Tornou-se assim soberano de dois territórios, Brasil e Portugal, o primeiro como imperador e o último como rei, deu a ele a condição de ostentar este tratamento símbolo da união pessoal dinástica dos dois países de língua portuguesa.

Seu sucessor, o rei D.Pedro IV, que na altura de sua ascensão já era imperador do Brasil, passou também a ostentar o referido tratamento, então detido por seu recém-falecido pai. A abdicação do rei-imperador ao trono lusitano em 1826 em favor de sua filha mais velha a então Princesa Imperial do Brasil e Princesa da Beira de Portugal, a futura rainha D.Maria II, e o nascimento do Príncipe Imperial do Brasil, que imediatamente se tornaria herdeiro do trono brasileiro, e mais tarde imperador do Brasil, pôs fim à união pessoal das duas coroas, tornando o tratamento extinto definitivamente[1].

Referências

  1. «Sua Majestade Fidelíssima». tripod.com. Consultado em 08 de fevereiro de 2013.  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
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