Tomas Brolin

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Martin Dahlin
Martin Dahlin
Brolin em 2013.
Informações pessoais
Nome completo Per Tomas Brolin
Data de nasc. 29 de novembro de 1969 (46 anos)
Local de nasc. Hudiksvall,  Suécia
Altura 1,78 m
Apelido Brolle, Baby-Face Assassin
Informações profissionais
Clube atual Aposentado
Posição Meia-atacante
Clubes de juventude
1976–1983 Suécia Näsvikens IK
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1984–1986
1987–1989
1990
1990–1995
1995–1997
1996
1997
1998
1998
Suécia Näsvikens IK
Suécia GIF Sundsvall
Suécia IFK Norrköping
Itália Parma
Inglaterra Leeds United
Suíça FC Zürich (emp.)
Itália Parma (emp.)
Inglaterra Crystal Palace
Suécia Hudiksvalls ABK
36 (10)
55 (13)
9 (7)
133 (20)
20 (4)
3 (0)
11 (0)
13 (0)
1 (0)
Seleção nacional
1992
1990–1995
Flag of Sweden.svg Suécia Sub-23
Flag of Sweden.svg Suécia
4 (2)
47 (27)
Copa do Mundo
Bronze Estados Unidos 1994 Futebol

Per Tomas Brolin (Hudiksvall, 29 de novembro de 1969) é um ex-futebolista sueco que jogou as Copas de 1990 e de 1994.

Carreira em clubes[editar | editar código-fonte]

Considerado um jogador moderno e versátil, Brolin iniciou sua carreira com apenas 14 anos, em 1984, atuando pelo Näsvikens IK, que disputava a quarta divisão nacional. Em seu país, defendeu ainda o GIF Sundsvall e o IFK Norrköping, vivendo seu auge defendendo o Parma entre 1990 e 1995, conquistando uma Copa da Itália, uma Supercopa Europeia, uma Recopa Europeia (ambos em 1993) e a Copa da UEFA de 1994-95. Durante um jogo das Eliminatórias para a Eurocopa de 1996 contra a Hungria, Brolin fraturou o pé e ausentou-se dos gramados por 6 meses. Depois da lesão, a carreira do meia-atacante não foi a mesma e ele passou a ganhar peso com frequência.

Recuperado, jogou no Leeds United entre 1995 e 1997, porém desentendimentos com o técnico Howard Wilkinson e os problemas físicos minaram o espaço de Brolin no time, que chegou a listá-lo para transferência, e após ninguém se interessar, uma proposta do FC Zürich o levou para a Suíça, mas a passagem dele pela equipe durou apenas 3 partidas. O novo técnico do Leeds United, George Graham, pediu que Brolin voltasse ao clube, porém o jogador recusou. Após negociações fracassadas com a Sampdoria, Brolin voltou ao Parma por empréstimo de 6 meses.

De volta ao Leeds, o meia-atacante brigou com Graham e foi afastado do elenco. Não tendo conseguido empréstimos para Real Zaragoza e Hearts, ele assinou de graça com o Crystal Palace, porém, após 15 jogos e o rebaixamento da equipe à Segunda Divisão inglesa, terminaria dispensado.

Sem clube, Brolin voltou à Suécia para repensar a carreira, chegando a encerrá-la em agosto de 1998, com apenas 28 anos. Porém, ele voltou a jogar pelo Hudiksvalls ABK, atuando como goleiro durante 15 minutos, na partida contra o Kiruna FF. Após o jogo, encerrou definitivamente sua carreira.

Seleção Sueca[editar | editar código-fonte]

Tendo participado da campanha sueca na Copa de 1990, quando a equipe foi eliminada ainda na primeira fase, Brolin jogou também a Eurocopa de 1992, na qual foi artilheiro, com 3 gols (empatado com Henrik Larsen, Karl-Heinz Riedle e Dennis Bergkamp). Porém, foi na Copa de 1994 que ele tornaria-se conhecido, sendo inclusive uma das grandes estrelas da competição, levando a Suécia a um honroso terceiro lugar, praticando um futebol rápido, envolvente e muito criativo. Era o jogador mais importante da seleção sueca, seguido do irreverente goleiro Thomas Ravelli, e dos bons atacantes Kennet Andersson e Martin Dahlin.

Com a lesão sofrida no jogo das Eliminatórias da Eurocopa 1996 contra a Hungria, Brolin perdeu espaço na Seleção, encerrando sua carreira internacional em 1995, com 47 partidas disputadas e 27 gols.

Bandeira de SuéciaSoccer icon Este artigo sobre futebolistas suecos é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.