Welcome to the Machine

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"Welcome to the Machine"
Canção de Pink Floyd
do álbum Wish You Were Here
Lançamento 13 de setembro de 1975
Gravação Janeiro—julho de 1975
Gênero(s)
Duração 7:31
Gravadora(s) Harvest, EMI (UK)
Columbia (US)
Composição Roger Waters
Produção Pink Floyd

"Welcome To The Machine" é a segunda canção da banda Pink Floyd do álbum de estúdio Wish You Were Here, de 1975. A música explora a visão negativa da banda a respeito da indústria musical e de toda a sociedade industrializada. A canção centra-se em um músico aspirante que está sendo contratado por um ganancioso executivo da indústria musical, “A Máquina”. A voz prediz todas as suas idéias aparentemente rebeldes ligadas à rebelião (“Você comprou uma guitarra para punir sua mãe, você não gosta de escola e você sabe que ninguém te manipula). As ilusões de identidade pessoal do garoto são ainda mais destruídas com trechos como estes... “O que você sonhou, tá certo que você sonhou o que nós tínhamos falado...” As letras também fazem uma alusão a desilusão da banda com a indústria musical como sendo uma máquina de fazer dinheiro ao invés de servir de debate da arte.

No LP original, a música segue a partir das cinco primeiras partes de “Shine On You Crazy Diamond” e encerra o primeiro lado. Nas edições remasterizadas de 1997 e 2000 do CD, a música segue (embora de forma distante) para “Have a Cigar”. A continuação era poucos segundos mais longa na versão americana se comparada à versão original inglesa.

Videoclipe

Gerald Scarfe criou um clipe, inicialmente uma sobra de filme da época em que a banda tocou a faixa na turnê In The Flesh de 1977, a qual mostra uma enorme fera mecânica, uma espécie de mistura de um Triceratops e um tatu (possivelmente uma referência de Emerson, Lake & Palmer’s Tarkus, a capa da qual também caracteriza um híbrido de tatu/máquina, embora ela também relembra de alguma forma um lagarto de chifres do Texas) cruzando com dificuldade uma apocalíptica visão da cidade.

Ratos macérrimos pulam em volta de corpos em macas de aço, colunas de fumaça de indústrias racham e escorrem sangue, e uma torre se ergue deste deserto, se transforma em um monstro que grita e decapita um homem distraído. Sua cabeça então lentamente se decompõe a um crânio rachado. Finalmente, um oceano de sangue cai sobre este cenário e o leva, e as ondas se transformam em milhares de mãos que acenam ao ritmo da música (similar a pessoas em um concerto de rock).

Apesar de ser envolto por essa massa sangrenta, um prédio resiste e, de forma sincronizada com os efeitos sonoros ao fim da música, ergue-se levitando para o alto, muito acima das nuvens onde se encaixa convenientemente em um buraco dentro de uma estrutura flutuante oval em forma de garganta.

Referências


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