Basílica de Sacré Cœur
| Basílica do Sagrado Coração | |
|---|---|
| Estilo dominante | Romano/Bizantino Eclético |
| Arquiteto | Paul Abadie |
| Construção | 1875-1914 |
| Diocese | Arquidiocese de Paris |
| Local | Paris, |
A basílica do Sagrado Coração (em francês, basilique du Sacré-Cœur) é um templo da Igreja Católica Romana em Paris, sendo, também, o símbolo do bairro de Monte Martre. A basílica está localizada no topo do monte Martre, o ponto mais alto da cidade. A basílica do Sagrado Coração foi construída com mármore travertino extraído da região de Seine-et-Marne, o que lhe proporciona uma tonalidade branca.
Um dos monumentos mais visitados da França, a basílica tem o formato de cruz grega adornada por quatro cúpulas, incluindo a cúpula central de oitenta metros de altura. Na abside, uma torre serve de campanário a um sino de três metros de diâmetro e de mais de 26 toneladas.
A arquitetura da basílica é inspirada na arquitetura romana e bizantina e influenciou outros edifícios religiosos do século XX.
História[editar]
A ideia de construir um templo dedicado ao Sagrado Coração surgiu depois da guerra Franco-Prussiana (1870), como pagamento da promessa feita por Alexandre Legentil e Hubert Rohault de Fleury de erguer uma igreja caso a França sobrevivesse às investidas do exército alemão1 . O arquiteto Paul Abadie projetou a basílica depois de vencer um concurso com mais de 77 arquitetos, mas ele morreu em 1884, logo após o início da obra. O estilo é marcado por influências românicas e bizantinas. Muitos elementos da basílica são baseados em temas nacionais: o pórtico, com três arcos, é adornado por duas estátuas de Santa Joana D'Arc e do Rei São Luís IX e o sino de dezenove toneladas (um dos mais pesados do mundo), refere-se à anexação de Saboia em 1860.
A construção começou em 1875 e foi concluída em 1914, embora a consagração da basílica tenha ocorrido apenas após o final da Primeira Guerra Mundial.
Arquitetura[editar]
A basílica está construída em pedra de travertino obtida no Château-Landon (Seine-et-Marne), na França. Essa pedra constantemente dispersa cálcio, o que garante a cor branca da basílica mesmo com as chuvas e a poluição. O mosaico no ápice, chamado Cristo em majestade, é um dos maiores do mundo. A basílica possui um jardim para meditação, com uma fonte. O topo é aberto aos turistas e reserva uma vista espetacular da cidade de Paris. Câmeras e outros aparelhos eletrônicos são proibidos no interior da basílica.
Referências
- ↑ Guia visual Folha de São Paulo - Europa. Terceira edição. São Paulo: Publifolha, 2004. p. 166