Christiane Taubira

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Christiane Taubira em 2013.

Christiane Taubira ou Christiane Taubira-Delannon (Caiena, 2 de fevereiro de 1952) é uma política francesa e atual Ministra da Justiça da França desde 15 de maio de 2012, sob a presidência de François Hollande.

Ela estudou na Universidade Pantheon-Assas.

Tendo servido como presidente de seu partido, Christiane Taubira atuou como deputada na Assembleia Nacional Francesa, e foi reeleita em 1997. Em 1993, ela votou a favor da posse do conservador Édouard Balladur, para o Conselho de ministros. Em 1994, ela se tornou um membro do Parlamento Europeu (MEP), sendo o quarto na lista Radicale Énergie liderada por Bernard Tapie. Em junho de 1997, ela então entrou para o Partido Socialista (PS), e então o primeiro-ministro Lionel Jospin, também socialista, encomendou a ela um relatório sobre pesquisa de ouro na Guiana.

Christiane Taubira foi a força matriz por trás de uma lei de 21 de Maio de 2001, que reconhece o tráfico atlântico de escravos e a escravidão como um crime contra a humanidade. Em 2002, ela era uma candidata do Partido Radical Esquerda (PRG) para a presidência, apesar de ela não pertencer ao partido. Ela ganhou 2,32% dos votos. A partir de 2002, tornou-se vice-presidente do Partido Radical de Esquerda. Ela foi eleita novamente como vice em 16 de junho de 2002, e se juntou ao grupo socialista na Assembleia.

Nomeada ministra da Justiça no governo de Jean-Marc Ayrault, após a vitória de François Hollande, na eleição presidencial de 2012, ela deveria trabalhar com a ministra Delphine Batho. No entanto, sua relação se deteriorou rapidamente e elas nunca foram capazes de compartilhar responsabilidades. Após as eleições legislativas de junho de 2012, Delphine Batho foi nomeada ministra da Ecologia, substituindo Nicole Bricq, e deixando Christiane Taubira no comando do Ministério.

Ela trabalhou como Garde des Sceaux, o direito dos homossexuais, para que o Casamento entre pessoas do mesmo sexo na França fosse permitido, através de seu projeto de lei denominado "Lei Taubira". Após um período de debate nacional no país, ela finalmente conseguiu fazer a Justiça francesa adotar essa lei.