Digital Subscriber Line

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Digital Subscriber Line (simplesmente DSL ou ainda xDSL) é uma família de tecnologias que fornecem um meio de transmissão digital de dados, aproveitando a própria rede de telefonia que chega na maioria das residências. As velocidades típicas de download de uma linha DSL variam de 128 kilobits por segundo (kbps) até 52 Mbits/s dependendo da tecnologia implementada e oferecida aos clientes. As velocidades de upload são menores do que as de download para o ADSL e são iguais para o caso do SDSL.

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

Na região entre o assinante e a central telefônica, a atual infra-estrutura de transmissão de voz utilizada pelas concessionárias de serviços públicos de telecomunicações é formada por um par de fios metálicos trançados e requer uma largura de banda de 300 a 3.400 Hz.

A tecnologia DSL utiliza técnicas digitais de processamento de sinais com freqüências de 4 KHz até 2,2 MHz sem interferir na faixa de voz, que são capazes de otimizar a utilização da largura de banda do par metálico com velocidades.

Há dois tipos de modulação para transmissões DSL, a saber:

  • A modulação DMT (acrônimo para Discrete Multi-Tone), que foi selecionada como padrão pela ANSI através da recomendação T1.413 e, posteriormente, pela ETSI. Ela descreve uma técnica de modulação por multi-portadoras na qual os dados são coletados e distribuídos sobre uma grande quantidade de pequenas portadoras, com cada uma utilizando um tipo de modulação analógica QAM (Quadrature Amplitude Modulation). Os canais são criados utilizando-se técnicas digitais conhecidas como Transformadas Discretas de Fourier (vide Transformada de Fourier).
  • A modulação CAP (acrônimo para Carrier-less Amplitude/Phase) determina uma outra versão de modulação QAM na qual os dados modulam uma única portadora, que depois é transmitida na linha telefônica. Antes da transmissão, a portadora é suprimida e, depois, é reconstruída na recepção.

História[editar | editar código-fonte]

Ela foi inventada em 1989 por um engenheiro da Bell Labs. O seu uso começou no final da década de 1990 como forma de acesso à internet de banda larga.

Tipos de DSL[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  • McDysan, David E. e Spohn, Darren L., ATM - Theory and Application, McGraw-Hill Inc., Estados Unidos, 1995.
  • Packet: Speed, More Speed and Applications. Segunda edição, 1997, ARRL Publications.
  • Stalling, William, Data and Computer Communications, quarta edição, Macmilan Publishing Company, Estados Unidos, 1994.
  • Kessler, Gary C. e Train, David A., Metropolitan Area Networks - Concepts, Standards and Services, McGraw-Hill Inc., Estados Unidos, 1992.
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