Gabriel Calderón

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde novembro de 2012).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Calderón
Gabriel Calderón.jpg
Informações pessoais
Nome completo Gabriel Humberto Calderón
Data de nasc. 7 de Fevereiro de 1960 (54 anos)
Local de nasc. Rawson,  Argentina
Informações profissionais
Clube atual Espanha Betis
Posição Meia-atacante
(Treinador)
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1976–1977
1977–1981
1978
1981–1983
1983–1987
1987–1990
1990–1992
1992–1993
1993–1994
Argentina El Porvenir
Argentina Racing Club
Argentina Lanús (emp.)
Argentina Independiente
Espanha Betis
França PSG
Suíça Sion
França Caen
Suíça Lausanne Sports
0025 0000(3)
0113 0000(3)
0024 0000(0)
0085 000(16)
0074 000(15)
0131 000(38)
0102 000(11)
0047 000(17)
0036 0000(2)
Seleção nacional
1977–1981
1981–1990
Flag of Argentina.svg Argentina sub-21
Flag of Argentina.svg Argentina
0020 0000(5)
0023 0000(1)
Times que treinou
1997–2000
2003
2004–2005
2007–2008
2008–2010
2010–2011
2011–2012
2012–2013
2014–
França Caen
Suíça Lausanne Sports
Flag of Saudi Arabia.svg Arábia Saudita
Flag of Oman.svg Omã
Arábia Saudita Al-Ittihad
Arábia Saudita Al-Hilal
=Emirados Árabes Unidos Baniyas
Flag of Bahrain.svg Bahrein
Espanha Betis

Gabriel Humberto Calderón (Rawson, 7 de fevereiro de 1960) é um ex-futebolista e treinador de futebol argentino. Nos tempos de atleta, ele atuava como meia-atacante.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Durante sua carreira, iniciada em 1976, quando tinha apenas 16 anos, Calderón defendeu El Porvenir, Racing Club (duas vezes), Lanús, Independiente, Betis, PSG e Sion. Ele jogou também no Caen e em outra equipe helvética, o Lausanne Sports, até retornar à Argentina e encerrar a carreira em 1994, no Germinal, time de sua cidade natal.

Pela Argentina, ele disputou 23 partidas, marcando 1 gol, e disputou duas Copas (1982 e 1990). Participou também da Copa América 1989.

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Calderón, após colocar termo à carreira de jogador, passou a ser treinador de uma equipe - no caso, o Caen, sua penúltima agremiação como atleta. Comandou também seu último time, o Lausanne Sports, em 2003.

Sua passagem no comando da Arábia Saudita foi um de seus principais trabalhos no comando de um time de futebol. Durante a estadia de Calderón no banco dos Falcões, o atacante Sami Al-Jaber foi convencido a retomar a carreira internacional, interrompida após o vexame na Copa de 2002. O jogador aceitou o pedido e ajudou os sauditas a se classificarem para o Mundial da Alemanha. Mas Calderón não continuou no comando técnico da Seleção Saudita, sendo substituído pelo brasileiro Marcos Paquetá. Após uma rápida passagem no comando da Seleção de Omã, Calderón comandou o Al-Ittihad. atualmente e o novo comandante do Al-Hilal.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Em 29 de abril de 2010, sua irmã, Luz, foi assassinada.