Gabriel Calderón

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Calderón
Gabriel Calderón.jpg
Informações pessoais
Nome completo Gabriel Humberto Calderón
Data de nasc. 7 de Fevereiro de 1960 (54 anos)
Local de nasc. Rawson,  Argentina
Nacionalidade Argentina argentino
Informações profissionais
Período em atividade Como Jogador: 1976-1994 (18 anos)
Como Treinador: 1997-presente (17 anos)
Clube atual Espanha Betis
Posição Treinador (ex-Meia-atacante)
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
19761977
19771981
1978
19811983
19831987
19871990
19901992
19921993
19931994
Argentina El Porvenir
Argentina Racing Club
Argentina Lanús (emp.)
Argentina Independiente
Espanha Betis
França PSG
Suíça Sion
França Caen
Suíça Lausanne Sports
0025 0000(3)
0113 0000(3)
0024 0000(0)
0085 000(16)
0074 000(15)
0131 000(38)
0102 000(11)
0047 000(17)
0036 0000(2)
Seleção nacional
19771981
19811990
Flag of Argentina.svg Argentina sub-21
Flag of Argentina.svg Argentina
0020 0000(5)
0023 0000(1)
Times que treinou
19972000
2003
20042005
20072008
20082010
20102011
20112012
20122013
2014
França Caen
Suíça Lausanne Sports
Flag of Saudi Arabia.svg Arábia Saudita
Flag of Oman.svg Omã
Arábia Saudita Al-Ittihad
Arábia Saudita Al-Hilal
=Emirados Árabes Unidos Baniyas
Flag of Bahrain.svg Bahrein
Espanha Betis

Gabriel Humberto Calderón (Rawson, 7 de fevereiro de 1960) é um ex-futebolista e treinador de futebol argentino. Nos tempos de atleta, ele atuava como meia-atacante.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Durante sua carreira, iniciada em 1976, quando tinha apenas 16 anos, Calderón defendeu El Porvenir, Racing Club (duas vezes), Lanús, Independiente, Betis, PSG e Sion. Ele jogou também no Caen e em outra equipe helvética, o Lausanne Sports, até retornar à Argentina e encerrar a carreira em 1994, no Germinal, time de sua cidade natal.

Pela Argentina, ele disputou 23 partidas, marcando 1 gol, e disputou duas Copas (1982 e 1990). Participou também da Copa América 1989.

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Calderón, após colocar termo à carreira de jogador, passou a ser treinador de uma equipe - no caso, o Caen, sua penúltima agremiação como atleta. Comandou também seu último time, o Lausanne Sports, em 2003.

Sua passagem no comando da Arábia Saudita foi um de seus principais trabalhos no comando de um time de futebol. Durante a estadia de Calderón no banco dos Falcões, o atacante Sami Al-Jaber foi convencido a retomar a carreira internacional, interrompida após o vexame na Copa de 2002. O jogador aceitou o pedido e ajudou os sauditas a se classificarem para o Mundial da Alemanha. Mas Calderón não continuou no comando técnico da Seleção Saudita, sendo substituído pelo brasileiro Marcos Paquetá. Após uma rápida passagem no comando da Seleção de Omã, Calderón comandou o Al-Ittihad. atualmente e o novo comandante do Al-Hilal.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Em 29 de abril de 2010, sua irmã, Luz, foi assassinada.