Karin Boye
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| Karin Boye | |
|---|---|
| Nascimento | 26 de outubro de 1900 Gotemburgo, Suécia |
| Morte | 24 de abril de 1941 Alingsås, Suécia |
| Nacionalidade | |
| Ocupação | Escritora |
| Principais trabalhos | ”Kallocain” (1940) |
Karin Maria Boye (1900-1941), poeta, escritora e desenhista sueca.
Nascida em Gotemburgo, de família abastada, foi uma das líderes do modernismo sueco. Mudou-se para Estocolmo em 1904, participando intensamente do movimento artístico e literário radical "Clarté".
Estudou grego, línguas escandinavas e história da literatura na Universidade de Upsala. Interessou-se pela Psicanálise, o que teve repercussões na sua vida e na sua obra.
De vida emocional complexa e exótica, era sujeita a crises de profunda depressão. Suicidou-se em 25 de abril de 1941, ingerindo barbitúricos, nos bosques de Alingsås, próximo à cidade onde nascera.
Obras [editar]
Estátua de Karin Boye em Kungsportsavenyn.
- Poemas
- Moln (Nuvens), 1922
- Gömda Land (Terra escondida), 1924
- Härdarna (Os lares), 1927
- För trädets skull (Por amor da árvore, 1935)
- De sju dödssynderna (Os sete pecados mortais), póstumo, 1941
- Romances
- Kris (Crise), 1934, no qual descreve sua adolescência e a descoberta de sua bissexualidade.
- Kallocain, 1940, que põe em cena um estado totalitário semelhante ao da Alemanha Nazista.
Referências
- Toledo, J. - "Dicionário de Suicidas Célebres", São Paulo, Ed. Record, 1999