Público (jornal)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de O Público)
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde abril de 2013). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Público (jornal)
Publico logo.png
Razão social Público Comunicação Social SA
Periodicidade Diário
Formato Berliner
Proprietário Público Comunicação Social, SA (Grupo Sonaecom, SGPS, SA)
Fundação 5 de Março de 1990 (24 anos)
Sede Lugar do Espido, Via Norte, Maia [1]
Página oficial www.publico.pt

O Público é um jornal diário português fundado em 1990.

O jornal foi pioneiro a publicar artigos coleccionáveis, como CDs, CD-ROMs e livros, entre outros. Tem como cronistas, entre outros, Vasco Pulido Valente (historiador), Rui Tavares (historiador), Miguel Esteves Cardoso, Pedro Lomba, Paulo Macedo, José Vítor Malheiros, Constança Cunha e Sá (jornalista), José Pacheco Pereira (historiador), António Barreto (sociólogo), José Diogo Quintela (do grupo humorístico Gato Fedorento), José Miguel Júdice (jurista).

História[editar | editar código-fonte]

A Público Comunicação Social S. A. que publica o jornal Público pertence ao grupo empresarial português Sonae e foi fundado em 1989. O seu primeiro director foi Vicente Jorge Silva.

O primeiro número do Público saiu para as bancas em 5 de Março de 1990, com um Estatuto Editorial.[2] Este ainda se encontra em vigor.

A empresa Público, Comunicação Social S.A. foi constituída no dia 31 de Outubro de 1989, quatro meses antes de o jornal sair para as bancas.

O jornal Público integrou-se em 1991 na World Media Network que consiste em uma associação de diversos jornais de referência no mundo que incluía, por exemplo, o jornal alemão Süddeutsche Zeitung, o espanhol El País, o francês Libération e o italiano La Stampa, com a qual publicou vários suplementos especiais.

Teve, durante algum tempo, participações no seu capital social de empresas de comunicação estrangeiras, nomeadamente as detentoras dos diários El País e La Repubblica (Itália). Hoje, o Público integra a sub-holding da Sonae para as áreas da comunicação, a Sonaecom.

Em 11 de Maio de 1995, o Público registou o seu sítio na Internet e no dia 22 de Setembro desse ano, foi criado o Público Online (actualmente designado Público.pt), e também uma outra empresa, a Público.pt Serviços Digitais Multimédia, SA. Em 6 de Setembro de 1999 começou a integrar também um serviço autónomo de notícias, actualizadas várias vezes por dia.

Ao longo dos seus 20 anos de existência, o Público editou largas dezenas de coleccionáveis (dos quais foi pioneiro na imprensa portuguesa, em 1992), suplementos especiais, livros, enciclopédias, CDs, CD-ROMs (a partir de 1999) e DVDs (a partir de 2003). Desde 1997 edita também, anualmente, o Janus, Anuário de Relações Exteriores, em colaboração com a Universidade Autónoma de Lisboa (UAL).

Em 10 de Outubro de 2012 a administração apresentou um plano de redução de custos prevendo dispensa de 48 trabalhadores da empresa. Em reacção os trabalhadores mandataram os sindicatos para iniciar um processo de greve.

Lista de directores[editar | editar código-fonte]

Prémios[editar | editar código-fonte]

Ao longo da sua existência, o Público e o Público.pt têm ganho vários prémios, entre os quais:[3]

  • Prémios ÑH02;
  • Prémio AMI - Jornalismo contra a indiferença;
  • Prémios PC Guia pelo melhor sítio notícioso;
  • Prémios Meios & Publicidade;
  • Troféus JETNET;
  • Prémios Mulher Reportagem;
  • Grande Prémio Imigração e Minorias Éticas;
  • Prémios Gazeta;
  • Prémios Bordalo de Jornalismo.

Suplementos, cadernos e áreas[editar | editar código-fonte]

Primeiro caderno[editar | editar código-fonte]

O primeiro caderno do jornal, P1 (ou Público, simplesmente) abriga as notícias do dia dos temas sobre Portugal, o Mundo, notícias Locais, os Classificados (Anúncios), o Desporto, a Economia, e tem uma secção de opinião, chamada Espaço Público (onde estão as Cartas, os Editoriais, as Crónicas e outros Artigos de Opinião, excepto críticas literárias).

P2[editar | editar código-fonte]

O segundo caderno do jornal, P2, abriga temas relacionados com a sociedade, como as entrevistas, as artes e a cultura, as bandas desenhadas, entre as quais o Bartoon de Luís Afonso e a série Calvin & Hobbes, de Bill Watterson, os Jogos, entre os quais Sudoku e Palavras Cruzadas, e a agenda cultural e programação de televisão do dia. Foi impresso pela primeira vez a 12 de Fevereiro de 2007

Público Imobiliário[editar | editar código-fonte]

O suplemento Público Imobiliário é uma análise do mercado imobiliário à Quarta-Feira. Os seus colboradores são Rui Pedro Lopes, Pedro Farinha e Marc Barros.

Inimigo Público[editar | editar código-fonte]

O suplemento Inimigo Público é o suplemento de humor do Público. É uma parceria Público, Produções Fictícias e o Estado do Sítio. O seu lema é Se não aconteceu… podia ter acontecido!

O seu director é Luís Pedro Nunes e a sub-directora Rute Gil. A sua redacção é formada por Alexandre Pereira, António Marques, David Marçal, Fábio Benídio, João Henrique, Mário Botequilha, Nuno A. Jerónimo, Nuno Sousa, Patrícia Castanheira, Susana Romana e Vítor Elias.

Ípsilon[editar | editar código-fonte]

O suplemento Ípsilon é o suplemento de artes do Público, publicado à Sexta-Feira. Substituiu, a 12 de Fevereiro de 2007 os suplementos Mil Folhas, Sons e Y. É editado por Vasco Câmara e Inês Nadais.

Fugas[editar | editar código-fonte]

O suplemento Fugas foi criado em 2000 como o suplemento de viagens, prazeres e motores do Público, com o qual sai ao Sábado. Nunca foi substituído, tendo porém sofrido uma reformulação gráfica, passando de "o suplemento" a "a revista", editado por Sandra Costa. Desde 2007, tem presença online em. Pode ainda ser seguido em várias redes sociais, nomeadamente por Facebook[4] ou Twitter[5]

Pública[editar | editar código-fonte]

Pública é a revista de domingo do Público. Foi editada por João Carlos Silva, Nuno Pacheco, Paulo Moura, Dulce Neto, Ana Gomes Ferreira, Marco Vaza e é actualmente editada por Margarida Santos Lopes e Joana Amaral Cardoso. Quando da extinção da revista "Xis", editada por Laurinda Alves e que saía aos Sábados com o "Público", absorveu algumas das secções dessa publicação. Actualmente inclui, para além de reportagem, secções fixas de cozinha, miúdos, moda, design, beleza, tecnologia e pequena entrevista.

Online[editar | editar código-fonte]

O Público foi o segundo sítio de um jornal a disponibilizar a Edição Impressa em HTML.[6] Desde Maio de 1999 integra também um serviço autónomo de notícias, actualizadas várias vezes por dia. A partir de 2001, começou a publicar a Edição Impressa em HTML. Actualmente, o acesso a artigos de opinião e dos suplementos semanais e a pesquisa de artigos estão reservados a assinantes e a utilizadores registados (estes últimos, através de um pagamento de 1€) e a Edição Impressa em PDF está reservada a assinantes.

O seu portfolio de blogs tem aumentado, tanto próprios como convidados. Estão online os seguintes blogs do Público:

  • Blog oficial do Fugas, suplemento da edição de sábado do jornal PÚBLICO dedicado a viagens, prazeres e motores. O blog é actualizado diariamente;
  • Notícias, análise e opinião sobre o mundo da tecnologia. Tecnopólis é um blogue mantido pelo jornalista João Pedro Pereira, mas onde surgem, ocasionalmente, artigos de outros jornalistas;
  • Blog de Jorge Mourinha sobre televisão. Aqui são expostos e analisados os mais diversos acontecimentos e notícias relacionadas com a caixinha mágica e o que as rodeia;
  • Ciberescritas, Este é um blogue escrito por Isabel Coutinho. Desde 1996, a jornalista assina semanalmente a coluna Ciberescritas sobre o futuro dos livros, a presença de escritores na Internet e a relação entre as novas tecnologias e a literatura;
  • Provedor do Leitor, blog do provedor do leitor do Público.

Os utilizadores registados e os assinantes têm também acesso às seguintes Newsletters gratuitas:

  • Última Hora - notícias ao longo do dia em tempo real (uma ou três vezes por dia, conforme seleccionado);
  • Dossiers - dossiers do Público.pt (não periódica);
  • Cinecartaz - cartaz de eventos cinematográficos e filmes (semanal);
  • Guia do Lazer - cartaz de eventos culturais (semanal);
  • Público Flash - títulos (acompanhados pelo primeiro parágrafo e por links) das principais notícias da edição impressa (diária);
  • Edição Impressa - Edição impressa (diária);
  • Opinião - títulos (acompanhados pelo primeiro parágrafo e por links) dos artigos de opinião, crónicas e editoriais da edição impressa (diária);
  • Economia - destaques do mundo económico e cotações de algumas empresas (diária);
  • Primeiras Páginas - capas do caderno principal do «Público», dos seus cadernos e dos seus suplementos (diária);
  • Revista de Imprensa - os títulos dos jornais de referência (diária).

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]