Pterossauro
| Pterossauro |
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Ilustração de um Pteranodon
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| Classificação científica | ||||||||
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Os pterossauros (do latim científico Pteurosauria) constituem uma ordem extinta da classe Reptilia (ou Sauropsida), que corresponde aos répteis voadores do período Mesozóico. Embora sejam seus contemporâneos, estes animais não eram dinossauros 1 . O grupo surgiu no Triássico Superior e desapareceu na extinção K-T, há 65 milhões de anos. Os primeiros pterossauros tinham mandíbulas cheias de dentes e uma cauda longa, enquanto que as espécies do Cretáceo quase não possuíam dentes numa mandíbula que parecia um bico e a cauda estava bastante reduzida. Alguns dos melhores fósseis de pteurossauros vêm do planalto de Araripe no Brasil.
Os primeiros fósseis de pterossauros foram descobertos em 1784 pelo naturalista italiano Cosimo Collini, que os interpretou como sendo de um animal aquático. Foi só no século XIX que Georges Cuvier sugeriu tratarem-se de animais voadores.
As asas dos pterossauros eram constituídas por membranas dérmicas, fortalecidas por fibras, ligadas a partir do quarto dedo, que era desproporcionalmente longo. O pulso contém um osso extra, o pteróide, que ajuda a suportar esta membrana. As asas dos pterossauros terminavam nos membros posteriores, ao contrário dos morcegos atuais, onde as asas são braços modificados. Outras adaptações para o vôo incluíam ossos ocos (como as aves modernas) e um esterno em forma de quilha, próprio para a fixação dos músculos usados no vôo. Os pterossauros não tinham penas, mas há evidências de que algumas espécies pudessem ter o corpo coberto de pêlos (no entanto, diferente do dos mamíferos). O estilo de vida destes animais sugere que fossem de sangue quente (endotérmicos).
A estrutura óssea e a dentição dos pterossauros sugere que fossem animais carnívoros. Outras pistas do seu comportamento são oferecidas por algumas descobertas fósseis:
- No Chile descobriu-se uma jazida com inúmeros pterossauros juvenis, o que sugere que procriassem em colônias como as aves marinhas atuais.
- Foi encontrado um dente de espinossauro embebido numa vértebra de pterossauro, o que mostra que eram presas pelo menos deste dinossauro.
Índice |
Filogenia e Classificação[editar]
- Ordem Pterosauria (extinta)
- Subordem Rhamphorhynchoidea *
- Família Dimorphodontidae
- Família Anurognathidae
- Família Campylognathoididae
- Família Rhamphorhynchidae
- Subordem Pterodactyloidea
- Subordem Rhamphorhynchoidea *
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- Superfamília Ornithocheiroidea
- Família Istiodactylidae
- Família Ornithocheiridae
- Família Pteranodontidae
- Família Nyctosauridae
- Superfamília Ctenochasmatoidea
- Família Gallodactylidae
- Família Pterodactylidae
- Família Ctenochasmatidae
- Superfamília Dsungaripteroidea
- Família Germanodactylidae
- Família Dsungaripteridae
- Superfamília Azhdarchoidea
- Família Lonchodectidae
- Família Tapejaridae
- Família Azhdarchidae
- Superfamília Ornithocheiroidea
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Cladística[editar]
| Pterosauria |
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Descobertas na História[editar]
A descoberta do maior réptil pré-histórico voador da América do Sul, encontrado no Nordeste do Brasil, foi anunciada em 20 de Março de 2013, pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o trabalho dos brasileiros foi publicado nesta semana, pela Academia Brasileira de Ciências. O pterossauro media 8,5 metros de uma asa à outra e pesava 70 quilos. A descoberta foi feita na Chapada do Araripe, entre os estados do Ceará, Piauí e de Pernambuco, por três grupos de pesquisadores brasileiros. Eles encontraram 60% do fóssil do animal, incluindo o crânio, em bom estado de preservação. 2 .
Alguns gêneros bem conhecidos[editar]
- Anhanguera
- Cearadactylus
- Dsungaripterus
- Pteranodon
- Pterodactilo
- Pterodaustro
- Quetzalcoatlus
- Rhamphorhynchus
Ver também[editar]
Referências
Ligações externas[editar]