Quinto Concílio de Latrão

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O Quinto Concílio de Latrão foi o maior dos concílios ecumênicos medievais. Foi convocado pelo papa Júlio II.

Condenação dos erros de Joaquim de Fiore, que pregava o fim do mundo para breve, apoiando-se em falsa exegese bíblica. Declaração da existência dos demônios como sendo anjos bons que abusaram do seu livre arbítrio pecando.

Um dos importantes quetais discutidos na V Concílio de Latrão trata da imortalidade da alma. À época de sua convocação rondavam os católicos as doutrinas que diziam ser a alma humana una, de modo que seria a alma humana universal imortal, e não a alma de cada indivíduo. Assim, tal concílio preocupou-se em oferecer aos fiéis uma doutrina oficial, que determinava ser individual a alma humana e ser esta, indiscutivelmente, imortal. Outras decisões importantes deste concílio foram:

  1. Rejeitou o cismático concílio de Pisa (1511-1512)
  2. Decretos de reforma da formação do clero, sobre a pregação, etc.
  3. Condenou a Pragmática Sanção de Bourges, declaração que favorecia a criação de uma Igreja Nacional da França.
  4. Assinatura de uma Concordata que regulamentava as relações entre a Santa Sé e a França.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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