XXVI dinastia egípcia
A XXVI dinastia egípcia teve, basicamente como aspectos políticos principais:1 a manutenção do equilíbrio do poder fazendo acordos e apoiando os rivais da potência dominante num dado momento; e tentativas de refazer as conquistas do Império Novo, principalmente na Síria.
Assim, Psamético I apoiou a Lídia e a Babilônia contra a Assíria até a queda desta depois de 620 a. C., depois ligou-se a Assíria e começou a apoiar os inimigos da Babilônia, até a Pérsia se tornar a principal potência.
Os sucessores de Psamético empreenderam campanhas para aumentar sua influência no oriente próximo, principalmente na Síria, até serem rechaçados por Nabucodonosor II, rei da Babilônia. E, com a ajuda de mercenários gregos, o faraó Apries retomou as tentativas de conquistar a Babilônia, mas no final quem acabou conquistado foi o Egito pela Pérsia, com o rei Cambises II enviando o faraó Psamético III acorrentado para Susa.
Lista de faraós [editar]
Ordem: Nome de batismo, (nome do cartucho, nome escolhido pelo faraó para reinar) – data do reinado
- Necho I – 672 - 664 a. C.2
- Psamético I, (Wahib-re1 ) – 664 - 610 a. C.
- Necho II, (Wehemib-re) – 610 - 690 a. C.
- Psamético II, (Neferib-re) – 595 - 589 a. C.
- Apries, (Haaib-re) – 589 - 570 a. C.
- Ahmés II, (Khnemib-re) – 570 - 526 a. C.
- Psamético III, (Ankhkaen-re) – 526 - 525 a. C.
Referências
- ↑ a b Grandes Império e Civilizações - O Mundo Egípcio Vol. 1 pg. 37, 51 - Tradução de Maria Emília Vidigal, Edições del Prado (Brasil e Portugal), 1996
- ↑ Nota: Alguns autores ainda divergem quanto aos faraós pertencem a qual dinastia, podendo alguns livros constar mais ou menos faraós que estes (como por exemplo a versão deste artigo em língua francesa).
| Precedido por XXV dinastia |
Dinastias faraónicas |
Sucedido por XXVII dinastia |