Euronymous

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Euronymous
Euronymous-Mayhem.jpg
Euronymous na época do Mayhem.
Informação geral
Nome completo Øystein Aarseth
Nascimento 22 de março de 1968
Origem Oslo
País  Noruega
Data de morte 10 de agosto de 1993 (25 anos)
Gênero(s) Black Metal, Death Metal
Instrumento(s) Guitarra
Afiliação(ões) Mayhem
Página oficial http://www.thetruemayhem.com/

Euronymous, pseudônimo de Øystein Aarseth (22 de março de 1968Oslo, 10 de agosto de 1993), foi um guitarrista norueguês de Black Metal, atuando principalmente na banda Mayhem. Foi também o fundador da Deathlike Silence, a sua própria gravadora e também tinha sua própria loja de discos chamada Helvete,[1] dedicada à divulgação de grupos de Black metal. Euronymous foi eleito pela revista especializada Guitar World como o 51º maior guitarrista de heavy metal de todos os tempos, à frente de nomes como Steve Vai e Pete Townshend.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

1984–1991[editar | editar código-fonte]

Euronymous formou o Mayhem em 1984 juntamente com o baixista Necrobutcher e o baterista Manheim. Nessa época ele usava o nome de "Destructor", mudando posteriormente para Euronymous, que deriva do demônio Eurynomos.

No verão de 1986, Euronymous, Necrobutcher e Jon 'Metalion' Kristiansen visitaram a banda de thrash metal alemã Assassin e gravaram a demo Metalion in the Park sob o nome Checker Patrol. Metalion contribuiu com backing vocals para a faixa título Metalion in the Park.

Em 1988, Per "Dead" Ohlin tornou-se vocalista do Mayhem e Jan Axel 'Hellhammer' Blomberg tornou-se o baterista. Em 1990, os membros do Mayhem passaram a morar em uma casa numa floresta próxima a Kråkstad, a qual era usada para os ensaios da banda. O baixista Necrobutcher disse que, após viverem juntos por um período, Dead e Euronymous "se estressavam muito um com o outro" e "não eram amigos de verdade na época". Hellhammer recorda que uma vez Dead foi dormir na floresta porque Euronymous estava tocando música sintetizada que Dead odiava. Euronymous, então, saiu da casa e começou a atirar no ar com uma espingarda. Varg Vikernes afirma que Dead chegou a esfaquear Euronymous, certa vez.[3]

Em 8 de Abril de 1991, o vocalista Dead cometeu suicídio na casa da banda. Dead foi encontrado por Euronymous, que viu-o com seus pulsos e pescoço cortados e com um ferimento de espingarda na cabeça. Antes de chamar a polícia, ele entrou em uma loja e comprou uma câmera descartável com a qual fotografou o corpo, após rearranjar alguns itens.[4] [5] [6] Uma dessas fotografias seria usada como capa do bootleg ao vivo chamado Dawn of the Black Hearts. Necrobutcher recorda-se de como Euronymous contou a ele sobre o suicídio:

Øystein me chamou no dia seguinte... e disse: "Dead fez algo realmente legal! Ele se matou". Eu pensei, "você perdeu o juízo? Como assim fez algo legal?". Ele disse: "Relaxa, eu tirei fotos de tudo". Eu estava em choque e aflito. Ele estava somente pensando em como explorar isto. Então eu disse a ele: "OK. Nunca mais me chame antes de destruir estas fotos".[7]


Euronymous usou o suicídio de Dead para gerar uma imagem "maligna" para o Mayhem e declarar que Dead se matou porque o black metal havia tornado-se muito "modinha" e comercial.[8] Na época, surgiram boatos de que Euronymous teria feito um ensopado com pedações do cérebro de Dead e tinha feito colares com pedaços de seu crânio.[9] Posteriormente a banda negou os boatos, mas confirmaram que era verdade um tempo depois.[9] [10] Além disso, Euronymous afirmara que tinha dado estes colares a músicos que ele julgava dignos, o que foi confirmado por inúmeros membros da cena, como Bård 'Faust' Eithun e Metalion.[11] [12] [13]

O baixista Necrobutcher especulou que pegar as fotografias e forçar os outros a verem era uma maneira de Euronymous lidar com o impacto de ver seu amigo morto.[5] [7] Ele alegou que Euronymous "entrou num mundo de fantasia".[5] Necrobutcher também notou que "as pessoas começaram a ficar mais cientes da cena do black metal após Dead se matar... Eu acho que foi o suicídio dele que realmente mudou a cena".[14] O baterista Faust do Emperor acredita que foi o suicídio de Dead "marcou o ponto no qual, sob a direção de Euronymous, o black metal iniciou sua obsessão com toda aquela coisa satânica e obscura."[7] Kjetil Manheim afirma que, após o suicídio, Euronymous "tentou ser tão extremo quanto ele falava".[5] As ações de Euronymous causaram um atrito entre ele e alguns de seus amigos, os quais reprovaram sua atitude correlativas à morte de Dead antes e depois do ocorrido. Necrobutcher terminou sua amizade com Euronymous em tal ponto.[5] Desse modo, o Mayhem havia ficado apenas com dois membros: Euronymous na guitarra e Hellhammer na bateria. Stian 'Occultus' Johannsen foi recrutado como novo baixista e vocalista. Entretanto, ele permaneceu pouco tempo no grupo: ele saiu da banda após recebeu uma ameaça de morte vinda de Euronymous.[15]

1991–1993[editar | editar código-fonte]

O porão da antiga loja de Euronymous, mostrando um graffiti do início dos anos 1990.

Entre maio/junho de 1991, Euronymous abriu uma loja de discos chamada Helvete(norueguês para "inferno").[16] [17] [18] A loja ficava no portão 56 em Schweigaards, Oslo. Os músicos do black metal norueguês frequentemente se reuniam na loja e no porão dela. O grupo se resumia em membros do Mayhem, membros do Emperor, Varg 'Count Grishnackh' Vikernes do Burzum, e Snorre 'Blackthorn' Ruch do Thorns. Euronymous também formou uma gravadora independente chamada Deathlike Silence Productions (nome baseado em uma música do Sodom do álbum Obsessed by Cruelty), que tinha como base a Helvete. Foram lançados por ela álbuns das bandas norueguesas Mayhem e Burzum, e das suecas Merciless e Abruptum. Euronymous, Varg,[4] e o guitarrista do Emperor, Tomas 'Samoth' Haugen,[19] viveram na loja em diversos momentos. O baterista do Emperor, Bård 'Faust' Eithun, também habitou e trabalhou ali.[4] [7] As paredes da loja eram pintadas de preto e ornamentadas com armas medievais, pôsteres de bandas, e vinis coloridos, enquanto a janela era realçada com poliestireno de jazigo.[7]

De acordo com Stian 'Occultus' Johannsen, o espaço que Euronymous alugou "era muito grande e o aluguel era bem caro". Essa é a razão pela qual não deu tão certo. Apenas uma pequena parte da construção foi usada como loja propriamente dita.[20] Euronymous fecharia a Helvete no início de 1993 quando ela começou a chamar a atenção da polícia e da mídia. Mesmo assim, durante o tempo em que esteve aberta veio a ser o ponto principal do cenário do black metal norueguês.[21] Daniel Ekeroth escreveu em 2008:

Dentro de poucos meses [da abertura da Helvete], muitos músicos jovens ficaram obcecados com Euronymous e sua ideias, e logo um monte de bandas de death metal norueguesas transformaram-se em bandas de black metal: o Amputation tornou-se Immortal; o Thou Shalt Suffer tornou-se Emperor; e o Darkthrone trocou o seu death metal "sueco" por um black metal primitivo. Mais notoriamente, o guitarrista Varg Vikernes do Old Funeral havia saído do grupo para dar origem à sua própria criação, o Burzum.[22]

Euronymous participou do incêndio da capela Holmenkollen.

Euronymous "acolheu Vikernes, que era cinco anos mais novo que ele: convidou-o para tocar baixo com o Mayhem e se ofereceu para lançar seu trabalho com o Burzum". Entretanto, a relação que era, até então, de amizade, tornou-se uma rivalidade. Olhando para trás, Faust disse: "Soa meio bobo, mas eu acho que houve um pouco de uma competição entre eles para ver quem poderia ser mais mal. Criou-se uma situação bem complicada, especialmente para Euronymous, que visava o glamour e o showbiz. Com ele, havia muito mais fumaça do que fogo".[7]

Em 6 de junho de 1992, a Igreja de madeira de Fantoft foi destruída por um incêndio. Vikernes é fortemente suspeito de ser o culpado do caso, mas nunca foi condenado.[23] Após isto, houve uma onde de queima de igrejas pela Noruega, perpetrada por músicos e fãs do black metal norueguês.[24] [25] Euronymous esteve presente no incêndio da capela Holmenkollen junto a Vikernes e Faust, que foram condenados depois que Euronymous estava morto.[4] [5] [26] [27] Faust acredita que Euronymous envolveu-se porque "sentia que tinha de provar que podia fazer parte da coisa toda e não apenas ficar observando". Para coincidir o o lançamento do disco De Mysteriis Dom Sathanas do Mayhem, Vikernes e Euronymous supostamente teriam planejado destruir a catedral Nidaros, a qual aparece na capa do disco em questão. A morte de Euronymous em agosto de 1993 pôs fim a esse plano e estagnou o lançamento do álbum.[5] Em uma entrevista de 1993 a uma rádio sueca, Euronymous falou sobre as queimas de igrejas:

Eles precisam sentir que há um poder maligno e obscuro presente que eles têm que lutar, o qual... irá torná-los mais extremos. Também acreditamos que quando uma igreja é queimada, não apenas os cristãos sofrem, mas as pessoas num geral. Imagine uma linda igreja histórica... o que acontece quando ela queima? Os cristãos de desesperam, a casa de Deus é destruída e as pessoas sofrerão com aflição porque algo bonito foi destruído. Então você acaba espalhando o desespero e a tristeza, o que é algo bom.[28]

Em janeiro de 1993, um artigo de um dos maiores jornais impressos da Noruega, o Bergens Tidende (BT), trouxe a cena do black metal para os holofotes da mídia.[29] Numa entrevista anônima, 'Count Grishnackh' (Vikernes) declarou que queimou as igrejas e matou um homem em Lillehammer.[29] De acordo com Vikernes, a entrevista anônima foi planejada por ele e Euronymous com intento de espalhar o medo, promovendo o black metal e atraindo consumidores para a Helvete.[30] Ele adicionou que a entrevista não revelou nada que pudesse comprovar seu envolvimento em qualquer crime.[29] Entretanto, na hora que o artigo foi imprimido, Vikernes já havia sido preso. Alguns dos outros membros da cena também foram presos e interrogados, mas todos foram liberados por falta de evidência. Vikernes foi liberado em março de 1993, também por falta de evidência.[29]

Pouco tempo após este episódio, Euronymous decidiu fechar a Helvete quando começou a atrair a atenção da polícia e da mídia. Vikernes e os autores do Lords of Chaos declararam que os pais de Euronymous pressionaram-o para fechar a loja.[31] [32]

Morte e Consequências[editar | editar código-fonte]

Cquote1.svg De certa forma, tem sido interessante ver como algumas pessoas sentem a necessidade de criar histórias sobre o motivo pelo qual eu acabei matando Euronymous. Mas é triste ver que essas pessoas criam histórias somente porque a verdade é inconveniente para elas. Cquote2.svg

No início de 1993, uma clima tenso surgiu entre Euronymous e Vikernes, e entre Euronymous e o black metal sueco.

Na noite de 10 de agosto de 1993, Varg Vikernes e Snorre Ruch (Blackthorn) viajaram de Bergen até o apartamento de Euronymous em Tøyengata, Oslo.[15] O encontro resultou em uma discussão e após um confronto Varg esfaqueou-o até a morte. O corpo foi encontrado numa escada fora do apartamento com 23 lesões de facadas - duas na cabeça, cinco no pescoço e 16 nas costas.[34] Inicialmente, a mídia culpou a cena do black metal sueco pelo assassinato de Euronymous.[26]

Foi especulado que o assassinato fosse resultado de uma disputa contratual/financeira sobre as gravações do Burzum, ou um tentativa de suplantar o esfaqueamento em Lillehammer.[35] Vikernes negou todas as acusações, alegando ter atacado Euronymous apenas para se defender. Ele disse que Euronymous havia planejado atordoá-lo com uma arma de choque, amarrá-lo e torturá-lo até a morte enquanto gravaria o evento em vídeo. Vikernes explica: "Se ele estivesse falando sobre isso para todo mundo eu não levaria a sério. Mas ele haveria dito para apenas um grupo seleto de amigos, e um deste contou a mim."[4] Ele disse que Euronymous planejava usar um encontro sobre assuntos da gravadora para emboscá-lo.[4] [36] Blackthorn ficou lá fora fumando enquanto Vikernes subiu as escadas até o apartamento de Euronymous no quarto andar.[36] Vikernes disse que encontrou Euronymous na porta e entregou-o o contrato, mas quando ele avançou e confrontou Euronymous, este "entrou em pânico" e chutou-o no peito.[36] Os dois iniciaram uma briga que resultou no esfaqueamento fatal de Euronymous por Vikernes. Varg alega que a maioria do ferimentos de Euronymous foram causados por vidros quebrados que caíram enquanto os dois se confrontavam.[36] Depois de matá-lo, Vikernes e Blackthorn dirigiram de volta até Bergen. No caminho, eles pararam em um lago no qual Vikernes livrou-se de suas roupas ensanguentadas.[36] Bard Faust e outros membros da cena duvidam desta versão da história.[37]

Varg foi preso e condenado a 21 anos de prisão (pena máxima na Noruega) pelo assassinato de Euronymous e uma série de incêndios em igrejas locais. Em uma exibição controversa, Varg sorriu no momento do veredito, uma imagem que foi amplamente reproduzida da imprensa.[38] No dia 24 de maio de 2009, após 16 anos na prisão, Varg foi solto em liberdade condicional.

Crenças e personalidade[editar | editar código-fonte]

Euronymous era um praticante do satanismo teísta e um incentivador da violência, comunismo e terrorismo de estado[39] . Fatores que motivaram seus desejos de incitar o fanatismo religioso na Escandinávia.[40] Ainda que não tenha usado as músicas do Mayhem para promover suas visões políticas, ele as viu como mutuamente compatível com o Black Metal - influenciado pela natureza repressiva do seu satanismo e sua intensa misantropia,[39] características que foram evitadas por alguns e aceitas por outros músicos de Black Metal.

"Satanismo vem do Cristianismo religioso e lá deve ficar. Eu sou uma pessoa religiosa e vou lutar contra aqueles que fazem uso inadequado do seu nome. As pessoas não devem acreditar em si mesmas e serem individualistas. Elas devem obedecer para serem escravas da religião."[41]

Bandas que o Homenagearam[editar | editar código-fonte]

No encarte dos seguintes discos há nota dedicatória a Euronymous.

Discografia[editar | editar código-fonte]

Euronymous foi guitarrista nas seguintes gravações:

Banda Título Gravação Lançamento
Mayhem Pure Fucking Armageddon 1985 1985
Checker Patrol Metalion in the Park[42] 1986 1986
Mayhem Deathrehearsal 1987 1987
Mayhem Deathcrush 1987 1987
Mayhem Live in Leipzig 1990 1993
Mayhem Dawn of the Black Hearts 1990 1995
Mayhem Freezing Moon/Carnage 1990 1996
Mayhem Out from the Dark 1991 1995
Mayhem De Mysteriis Dom Sathanas 1992–1993 1994

Ele também contribuiu com um solo de guitarra na canção "War" do Burzum (do álbum Burzum) e tocou gongo nas canções "Dungeons of Darkness" (de Burzum) e "Den onde kysten" (de Det som engang var).[43]

Referências

  1. Interview with Euronymous II
  2. «GUITAR WORLD's 100 Greatest Heavy Metal Guitarists Of All Time». www.blabbermouth.net. Consultado em 24 de dezembro de 2014. 
  3. Lords of Chaos, p. 57.
  4. a b c d e f Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas untilthelight
  5. a b c d e f g Martin Ledang (director), Pål Aasdal (director) (2007). Once Upon a Time in Norway (motion picture). Another World Entertainment. 
  6. Lords of Chaos, p. 49.
  7. a b c d e f Campion, Chris (20 February 2005). «In the Face of Death». The Observer Guardian Unlimited [S.l.] Consultado em 6 October 2007. 
  8. Lords of Chaos, pp. 59–60.
  9. a b Michael Dome (director) (2007). Murder Music: Black Metal (motion picture). Rockworld TV. 
  10. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas soundsofdeath
  11. Sam Dunn (director) (2005). Metal: A Headbanger's Journey (motion picture). Seville Pictures. 
  12. Lords of Chaos, p. 55.
  13. Kristiansen, p. 219.
  14. Unrestrained magazine #15: Necrobutcher interview
  15. a b Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas purefucking
  16. Lords of Chaos, p. 66.
  17. «Øystein 'Euronymous' Aarseth». June 1992. Consultado em 10 October 2009. «Well, the original idea was to make a specialist shop for metal in general, but that's a long time ago. Normal metal isn't very popular any more, all the children are listening to 'death' metal now. I'd rather be selling Judas Priest than Napalm Death, but at least now we can be specialized within 'death' metal and make a shop where all the trend people know that they will find all the trend music. This will help us earning money so that we can order more EVIL records to the evil people. But no matter how shitty music we have to sell, we'll make a BLACK METAL look on the shop, we've had a couple of 'actions' in churches lately, and the shop is going to look like a black church in the future. We've also thought about having total darkness inside, so that people would have to carry torches to be able to see the records.» 
  18. Norwegian dictionary entry for "Helvete"
  19. Christe, Ian (2003). Sound of the Beast: the Complete Headbanging History of Heavy Metal (New York: HarperCollins Publishers Inc). p. 271. 
  20. Lords of Chaos, p. 64.
  21. Lords of Chaos, p. 39.
  22. Daniel Ekeroth: Swedish Death Metal. Second printing. Brooklyn, NY: Bazillion Points 2009, p. 247.
  23. Lords of Chaos, p. 78.
  24. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas EuronymousInterview
  25. Grude, Torstein (director) (1998). Satan rir Media (motion picture). Norway: Grude, Torstein. 
  26. a b Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas LoC117
  27. Kristiansen, p. 261.
  28. Interview with Euronymous of Mayhem on a Swedish radio show, 1993
  29. a b c d Lords of Chaos, pp. 95–97.
  30. "Count" Regrets Nothing. Burzum.org.
  31. Lords of Chaos, p. 120.
  32. Torstein Grude: Satan rir media, 1998.
  33. Vikernes, Varg; Enéas Guerreiro, César (tradução) (16 de março de 2009). «A História do Burzum: Parte II - A morte de Euronymous». Whiplash.net. Consultado em 13 de novembro de 2011. 
  34. Steinke, Darcey. "Satan's Cheerleaders". SPIN. February 1996.
  35. Mayhem Biography on Yahoo! Music
  36. a b c d e Vikernes, Varg: A Burzum Story: Part II - Euronymous. Burzum.org.
  37. Lords of Chaos, p. 123.
  38. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas burzum.org
  39. a b http://surrealdocuments.blogspot.com/2008/04/euronymous-as-kafka.html
  40. rare Euronymous interview
  41. Northern Black Metal Legends
  42. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas checkerpatrol
  43. "A Burzum Story: Part VI - The Music". Burzum.org.