Amaral Netto

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Amaral Netto
Deputado estadual de Guanabara
Período 1960-1963
Deputado federal de Guanabara
Período 1963-1975
Deputado federal do Rio de Janeiro
Período 1975-1979, 1983-1995
Dados pessoais
Nome completo Fidélis dos Santos Amaral Netto
Nascimento 28 de maio de 1921
Niterói, RJ
Morte 17 de outubro de 1995 (74 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Progenitores Mãe: Heroína Sobral Amaral
Pai: Luciano Amaral
Alma mater Colégio Pedro II
Cônjuge Maria Estela Amaral
Irene Orwert
Ângela Amaral
Partido UDN, MDB, ARENA, PDS, PPR, PPB
Profissão jornalista

Fidélis dos Santos Amaral Netto (Niterói, 28 de maio de 1921Rio de Janeiro, 17 de outubro de 1995) foi um jornalista e político brasileiro.

Jornalismo e política[editar | editar código-fonte]

Filho de Luciano Amaral e Heroína Sobral Amaral. Após estudar em Niterói e Petrópolis ingressou no Colégio Pedro II e a seguir foi um dos alunos fundadores da Escola de Marinha Mercante e ao desembarcar no Rio de Janeiro trabalhou no protocolo do Instituto Vital Brazil.

Iniciou a carreira jornalística no Correio da Noite e em 1949 fundou a Tribuna da Imprensa ao lado de Carlos Lacerda com quem combateu os governos de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Eleito deputado estadual pela UDN da Guanabara em 1960 e deputado federal em 1962, foi para o MDB tão logo o Regime militar de 1964 baixou o Ato Institucional Número Dois que instituiu o bipartidarismo. Reeleito em 1966, migrou para a ARENA no ano seguinte sendo reeleito em 1970 e 1974 passou a representar o estado do Rio de Janeiro a partir de 15 de março de 1975. Data deste período o programa Amaral Netto, o Repórter, na Rede Globo, em que fez diversas reportagens nas regiões brasileiras, destacando obras do governo militar.[1]

Derrotado ao buscar um novo mandato em 1978, ingressou no PDS e foi reeleito em 1982, 1986 e 1990. Candidatou-se a prefeito do Rio de Janeiro pelo PDS nas eleições de 1992, mas foi derrotado.

Conquistou seu oitavo mandato pelo PPR em 1994,[2] mas em razão de um acidente automobilístico licenciou-se do mandato e ao falecer estava filiado ao PPB. Sua vaga foi ocupada pelo cantor Agnaldo Timóteo.

Teve como principal bandeira em sua carreira política a defesa pela adoção da pena de morte no país.

Referências