Arany Santana

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Arany Santana Neves (Amargosa,[quando?]), é graduada pela Universidade Federal da Bahia, com especialização em história da África e em língua e cultura kikongo. Arany Santana possui um histórico atrelado à cultura e militância étnica que resiste há anos. Ela é ex-diretora do Ilê Aiyê, mais antigo movimento negro do Brasil, e cofundadora do Movimento Negro Contra a Discriminação Racial (hoje Movimento Negro Unificado). Como educadora, tem uma trajetória voltada para a alfabetização de adultos, a arte-educação e o ensino de cultura africana. Também atriz, participou de filmes como A Idade da Terra, de Glauber Rocha, O Jardim das Folhas Sagradas, de Pola Ribeiro, e Capitães da Areia, de Cecília Amado.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Entre os anos de 88 e 90, apresentou o programa de televisão Beleza Black, na TV Itapoan e trabalhou na minissérie Mãe de Santo da Rede Manchete. No teatro encenou dezoito espetáculos em Salvador, entre eles, Baile Pastoril, Cordel Vida e Verso e Castro Alves.

Em 1995, foi premiada com o Troféu “Clementina de Jesus”, realizado pela UNEGRO, pelos trabalhos realizados em prol da Comunidade Negra. Em 2003, foi a primeira secretária municipal da Reparação, na gestão do ex-prefeito de Salvador, Antônio Imbassahy. Em 2008, foi coordenadora dos Centros Sociais Urbanos do Estado da Bahia. Em 2010, esteve a frente da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza.

No dia 30 de novembro de 2010, ela recebeu da Câmara Municipal de Salvador, a denominação honorífica de cidadã soteropolitana, em concorrida solenidade que contou com a presença de autoridades, políticos, intelectuais, artistas, além da comunidade do Ilê-Aiyê e de povos de santo. Em 2011, foi coordenadora do Centro de Culturas Populares e Identitárias - CCPI, unidade da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, onde permaneceu até 2017.

Em 2017, empossada pelo governador Rui Costa como secretária de Cultura do Estado da Bahia, a primeira mulher a assumir a pasta após Jorge Portugal ter entregue o cargo. O ex-secretário participou da cerimônia para abraçar e desejar sucesso à nova gestora, que seguiu como secretária no ano de 2018 até o momento.

Reconhecimentos[editar | editar código-fonte]

Entre os prêmios de reconhecimento do seu trabalho Arani recebeu o diploma “Destaque Mulher” (1998 e 2002) da Assembleia Legislativa do Estado, pela atuação nas áreas educacional e artística e no trabalho de preservação e divulgação da cultura negra, o Troféu UJAAMA – Mulher Destaque/ 97 - promovido pelo Olodum - pelos trabalhos realizados na área da cultura e do conhecimento; e o Prêmio Itaú – UNICEF pelo Projeto Pedagógico do Ilê Aiyê – 1996 (3.º Melhor Projeto do Brasil).[1][2]

Referências

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