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Atavismo

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Atavismo (do latim atavus, "ancestral") é o reaparecimento de uma certa característica no organismo depois de várias gerações de ausência. Em biologia, atavismo é uma reminiscência evolutiva, como reaparecimento de traços que estiveram ausentes em várias gerações. Pode ocorrer de várias maneiras. Uma maneira é quando genes para características previamente fenotípicas existentes são preservadas no DNA, e estes tornam-se expressar através de uma mutação que quer nocautear os genes primordiais para os novos traços ou fazer os traços antigos substituírem os atuais. 

Atavismos nos animais

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Tubérculo de Darwin numa orelha humana (esquerda), e a estrutura homóloga em Macaca fascicularis (direita).

O atavismo é observável no reino animal, caracterizado pelo reaparecimento de características ancestrais que haviam sido “perdidas” ao longo da evolução da linhagem. Essas manifestações decorrem, em geral, da reativação de genes ancestrais que permanecem presentes no genoma, embora normalmente inativos nas espécies atuais. Entre os exemplos mais conhecidos, destacam-se o ressurgimento de dentes, de dedos e de membros posteriores, evidenciando a persistência de informações genéticas herdadas de seus antepassados.[1]

Casos documentados na literatura
Envolvendo membros Fonte
Reaparecimento de membros inferiores em cobras que estão ausentes há 100–150 milhões de anos [2]
Reaparecimento de membros inferiores em baleias que estão ausentes há 40–50 milhões de anos [1][3]
Reaparecimento de membros inferiores em golfinhos que estão ausentes há 40–50 milhões de anos [4]
Envolvendo dígitos Fonte
Reaparecimento de dedos extras em cavalos que estão ausentes há 10–05 milhões de anos [3][5][6][7][8][9]
Reaparecimento de dedos extras em camelos que estão ausentes há 20–07 milhões de anos [10]
Reaparecimento do dedo espigão (traseiro) em cães que estão ausentes há 25–10 milhões de anos [3][11]
Reaparecimento do dedo espigão (traseiro) em gatos que estão ausentes há 20 milhões de anos [12]
Mantimento de membranas entre os dedos de axolotes adultos como ocorriam nos ancestrais [13]
Envolvendo dentes Fonte
Reaparecimento de dentes em aves modernas (galinhas) que estão ausentes há 80–70 milhões de anos [14][15]
Reaparecimento de dentes extranumerários em linces também é compreendido como caso de atavismo

Atavismos em humanos

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Evolutivamente, traços que desapareceram fenotipicamente não necessariamente desapareceram a partir do DNA de um organismo. A sequência do gene permanece muitas vezes, mas está inativo. Tal gene pode permanecer não utilizado no genoma, durante muitas gerações. Contanto que o gene dormente permaneça intacto, uma falha no controle genético suprime o gene o qual colocaria uma condição moderna e favorecer que o gene antigo seja expresso de novo. Por vezes, a expressão de genes também pode ser induzida por estimulação artificial.

Cauda humana verdadeira

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Os humanos possuem o osso caudal, denominado cóccix, ligado à pelve; ele é composto por vértebras fundidas, geralmente quatro, na base da coluna vertebral. Normalmente, ele não se projeta externamente — uma vez que os humanos se tratam de uma espécie acaudada. Ocasionalmente, pessoas podem nascer com a truetail (cauda verdadeira) como um apêndice atávico que se localiza onde a cauda seria esperada.[16][17][18][19] Na literatura, já foram relatados 40 casos de bebês com essas caudas contendo vértebras caudais, resultado de atavismo.[20] É importante não as confundir com as pseudotail (cauda falsa) cuja natureza biológica é considerada uma malformação congênita, não um atavismo.

Hipertricose lanuginosa

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A hipótese mais aceita para explicar o aspecto fenotípico da hipertricose na sua forma mais comum está relacionada com um excesso de estimulação dos folículos capilares por algum gene ancestral suprimido — uma vez que no curso da evolução humana, os genes que causam o crescimento do cabelo foram silenciados. Até 2015, não se tinha qualquer indício evidente de anormalidade molecular específica. Em 2021, uma revisão bibliográfica combinou vários estudos e apontou que essa forma capilar em humanos modernos está associada à, notavelmente, 121 condições genéticas.[21] A possibilidade desta expressão de pelos ser um atavismo é tema de discussão científica em andamento.[22][23][24][25][26]

Nevo melanocítico congênito gigante.

Nevo melanocítico congênito

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Nevo melanocítico congênito (ou nevo peludo gigante) é termo para manchas na pele causadas pelo crescimento excessivo de melanócitos. As manchas geralmente têm diâmetro maior que 20 cm [27][28] e podem estar acompanhadas de excesso de pelos terminais (hipertricose lanuginosa).[29][30][31][32][33][34][35] Nevos surgem quando, devido a uma mutação genética que ocorre após a formação do embrião, há uma falha no processo de migração dos melanócitos da crista neural para a pele. Em muitos casos, as mutações são encontradas em genes que codificam proteínas NRAS e KRAS[36] e a possibilidade desta expressão ser um atavismo foi sugerida[37][38][39], mas nenhum estudo deu sequência diretamente ao tema.

Outros exemplos

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Casos documentados na literatura Fontes
Mamilos supranumerários se expressando tanto em machos quanto em fêmeas. [3][40][41][42][43]
Daltonismo, também conhecido como discromatopsia ou discromopsia. [44]
Tubérculo de Darwin formando a ponta da orelha na região denominada hélix. [45]
Coração com um formato que remonta ao órgão dos répteis (ancestrais dos mamíferos) [46]
Fendas branquiais em recém-nascidos por fechamento incompleto no pescoço [47]
Membranas nictitantes quase completas em dois casos médicos envolvendo crianças [48][49]

Atavismos em plantas

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O atavismo também pode ser observado no reino vegetal, manifestando-se como o reaparecimento de características ancestrais que haviam sido suprimidas ao longo da evolução.[50] Um exemplo clássico ocorre quando as partes aladas do pecíolo se ampliam e se desenvolvem em folíolos laterais, resultando em folhas trifolioladas — uma configuração que remete a formas mais primitivas da planta.[51][52] A ocorrência desse fenômeno, documentada em gêneros como Rosa[nota 1], Hibiscus[nota 2], Citrus[nota 3], Oxalis e Papaver, indica uma reversão parcial no desenvolvimento foliar, evidenciando a persistência de potenciais genéticos ancestrais que podem ser reativados sob determinadas condições. Alguns fatores que podem influenciar a expressão do atavismo em plantas foram determinados por Vries (1906):

"A produção de variedades e de folhas atávicas depende em alto grau de condições externas. Ela adere com a regra geral que, as situações favoráveis reforçam as distinções das variedades, enquanto as condições desfavoráveis aumentam o número de peças com propriedade atávica. Estas influências, podem serem vistas como tendo seu efeito sobre os indivíduos isolados, bem como sobre as gerações de crescimento da sua descendência."[53]

Formação de folhetos

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Caso documentado no gênero Citrus, no qual o pecíolo foliar pode apresentar ampliação para o desenvolvimento de dois folíolos laterais, configurando uma reversão morfológica a formas ancestrais. As folhas dos espécimes primitivos deste grupo eram trifolioladas, mas, durante a evolução, dois folíolos foram suprimidos, resultando nas folhas simples predominantes nas espécies atuais. O fenômeno atávico reflete a reativação de genes latentes relacionados à organogênese foliar, evidenciando o potencial genético residual conservado no genoma do grupo. A espécie Citrus trifoliata representa um exemplo de preservação desta morfologia ancestral, mantendo folíolos laterais funcionais.[54][55][56]

Formação de recortes

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Caso documentado no gênero Hibiscus,[54] no qual as expansões aladas do limbo foliar podem apresentar ampliação tentando formar dois recortes laterais e produzir dois lóbulo laterais extintos, configurando uma reversão morfológica a formas ancestrais. As folhas dos espécimes primitivos deste grupo eram trilobadas (conformação com três lóbulos) mas, ao longo da evolução, os lóbulos laterais foram suprimidos, resultando nas folhas simples predominantes nas espécies atuais. A espécie Hibiscus sabdariffa representa um exemplo de conservação dessa morfologia ancestral, mantendo lóbulos laterais bem desenvolvidos, atestando que o grupo passou por adaptações ao longo do tempo.

Atavismo táxico

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Atavismo táxico (ou atavismo de grupo) é um conceito biológico e evolutivo que se refere ao retorno de uma característica ancestral comum a um grupo taxonômico inteiro, e não apenas a um indivíduo ou linhagem específica. Em outras palavras, trata-se da expressão reversiva de um traço que havia desaparecido há muitas gerações em toda uma categoria taxonômica (como uma família, ordem ou classe), mas que, ocasionalmente, reapareceu em um grupo contemporâneo. Esse atavismo representa reversão evolutiva e ocorre quando o ser vivo sofre uma reversão filogenética de um caráter que atinge todo um táxon e permanece fixo desde então.[1] Exemplos de atavismo táxico incluem:

Casos documentados na literatura Fonte
Reaparecimento da capacidade de reprodução sexuada na família de ácaros crotoniidae após gerações inexistentes [57]
Reaparecimento de flores férteis e da reprodução sexuada na planta Hieracium pilosella após gerações inexistentes [58]
Reaparecimento de asas em insetos de vara (bicho-pau) modernos sem asas[59] e de percevejos sem asas.[3] [59] [3]
Reaparecimento de dentes verdadeiros na mandíbula inferior da rã Gastrotheca guentheri após gerações inexistentes
Reaparecimento de toxinas primitivas em grupos de tomates nas Ilhas Galápagos após milhões de anos inexistentes [60]

Notas

  1. Exemplos atávicos nas folhas das Rosas podem ser conferidos em algumas roseiras [1]
  2. Exemplos atávicos nas folhas de Hibiscus podem ser conferidos em Hibiscus palustris [2]
  3. Exemplos atávicos nas folhas dos Citrus podem ser conferidos em Citrus maxima [3]

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Ligações externas

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