Chiquinho Scarpa

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Conde Chiquinho Scarpa
Nome completo Conde Francisco Scarpa Filho
Conhecido(a) por Chiquinho
Nascimento 13|9|1951
São Paulo (cidade), São Paulo, Brasil
Residência Praça Nicolau Scarpa, 6 Jardim América, São Paulo, SP, Brasil.
Nacionalidade Brasileira.
Cidadania Italiana.
Progenitores Mãe: Patsy Mc Clelland Scarpa
Pai: Conde Francisco Scarpa
Parentesco Nicolau Scarpa (avô)
Cônjuge Ana Carolina Rorato de Oliveira (falecida), Rosimari Bosenbecker (2006-2010).
Ocupação Industrial
Religião Católico Apostólico Romano

"Conde Francisco Scarpa Filho", mais conhecido como "Conde Chiquinho Scarpa", (São Paulo, 13 de setembro de 1951[carece de fontes?]) é um socialite brasileiro, sempre presente nos meios de comunicação e em festas da elite paulista. É famoso também por se envolver em diversas polêmicas, principalmente com suas várias ex-mulheres.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Conde Francisco Scarpa Filho nasceu em uma família de industriais ítalo-brasileiros.

Chiquinho se relacionou com celebridades e mulheres famosas. Seu primeiro casamento, com Ana Carolina Rorato de Oliveira, foi polêmico e rendeu muitas fofocas para as colunas sociais dos jornais e revistas de grande circulação. Em janeiro de 2007, casou-se pela segunda vez com Rosimari Bosenbecker, uma antiga namorada. Moraram na mansão dos pais dele até agosto de 2010, quando se separaram amigavelmente.[2]

Em abril de 2009 Chiquinho submeteu-se a uma cirurgia de redução de estômago e teve complicações no pós-operatório, permanecendo 63 dias em coma. A cirurgia foi motivada por seu elevado índice de massa corporal, calculado em mais de 40 (91 kg para 1,71 m).[3][4] Chiquinho chegou a receber 14 (quatorze) vezes o sacramento da extrema-unção.[5]

Polêmicas[editar | editar código-fonte]

Em 1977, Chiquinho foi interpelado judicialmente pelo príncipe Rainier III de Mônaco, depois que insinuou na televisão ter vivido uma suposta cena de alcova com a princesa Caroline de Mônaco. Em entrevista para o colunista social Ibrahim Sued, no Fantástico, Chiquinho insinuou conhecer "mais intimamente" a princesa. Ao que Ibrahim rebateu: "Mas ela é virgem". E Chiquinho: "Essa é a sua opinião". Como ele se retratou, Rainier retirou o processo.[carece de fontes?]

Em 1991, gerou discursos de protesto na Câmara dos Deputados por causa de uma entrevista na qual declarou ser dono de uma "criação de anões", que alugaria para trabalhar como garçons, e de um escravo pessoal em Marrocos.[6][5]

Caso Bentley[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2013, dizendo-se inspirado por uma matéria que aludia ao costume dos faraós de enterrar suas riquezas para acompanhá-los após a morte, anunciou que enterraria seu carro, um Bentley Continental Flying Spur, no jardim de sua casa avaliado em R$ 1.500.000,00. Tal fato causou um alvoroço nas redes sociais, rendendo grande exposição na mídia. O enterro foi marcado para 20 de setembro de 2013, às 9 horas da manhã, conforme o próprio Chiquinho anunciara no programa Agora É Tarde do apresentador Danilo Gentili.[7]

No dia marcado, Chiquinho revelou que tal enterro era apenas uma encenação, objetivando promover a doação de órgãos. A ação foi criada pela agência de publicidade Leo Burnett Tailor Made.[8]Que rendeu a agência 16 "Leões de Ouro" em Cannes" pelo sucesso da Campanha que aumentou a doação de orgãos em 31.5% em apenas 1 mês, 175 milhões de pessoas impactadas apenas nas redes sociais, 50.000.000 de pessoas na mídia espontânea, trending topic #1 no Brasil e #2 no mundo e o post sobre a doação de orgãos teve 743% mais shares do que os outros.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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