Extrema

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Município de Extrema
"Portal de Minas"
Igreja matriz de Santa Rita de Cássia em Extrema.jpg

Bandeira de Extrema
Brasão de Extrema
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 16 de setembro de 1901 (117 anos)
Gentílico extremense
Prefeito(a) João Batista da Silva (PSDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Extrema
Localização de Extrema em Minas Gerais
Extrema está localizado em: Brasil
Extrema
Localização de Extrema no Brasil
22° 51' 18" S 46° 19' 04" O22° 51' 18" S 46° 19' 04" O
Unidade federativa Minas Gerais
Mesorregião Sul/Sudoeste de Minas IBGE/2008[1]
Microrregião Pouso Alegre IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Toledo, Itapeva, Joanópolis, Camanducaia, Vargem e Pedra Bela
Distância até a capital 492 km
Características geográficas
Área 243,099 km² [2]
População 34 344 hab. Est. IBGE/2017[3]
Densidade 141,28 hab./km²
Altitude 973 m
Clima tropical de altitude Cwb
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,732 elevado PNUD/2010[4]
PIB R$ 5 086 137,84 mil IBGE/2015[5]
PIB per capita R$ 157,743 36 IBGE/2015[5]

Extrema é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada era de 33 344 habitantes em julho de 2017.[3] Situa-se a 492 km da capital do estado de Minas Gerais.

Seu nome deve-se à sua localização geográfica: sua zona urbana é a cidade mais ao sul de Minas Gerais (embora o ponto geográfico mais ao sul do estado fique na zona rural do vizinho município de Camanducaia), ou seja, tem a latitude mais meridional de todo o estado e está, também, na extrema borda ocidental do maciço da Serra da Mantiqueira. É o último município mineiro para quem deixa o estado em direção a São Paulo pela rodovia Fernão Dias (BR-381), que liga as capitais São Paulo a Belo Horizonte.

História[editar | editar código-fonte]

Extrema, antigo distrito criado em 1871/1891 com a denominação de Santa Rita da Extrema e subordinado ao município de Jaguari (hoje: Camanducaia), tornou-se vila pela lei estadual nº 319 de 16 de setembro de 1901. A partir de 1915 denominado Extrema, recebeu status de cidade em 1925.[6][7]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Tabela com o crescimento populacional de Extrema

Crescimento populacional
Censo Pop.
19708 910
198010 78121,0%
199114 31432,8%
200019 21934,3%
201028 59948,8%
Est. 201734 344Fonte:[8]20,1%

Transportes[editar | editar código-fonte]

O município possui um terminal rodoviário de ônibus.

Ônibus municipal[editar | editar código-fonte]

A empresa que opera o transporte urbano na cidade é a Viação Sul Mineira. (mesmo grupo da Viação Princesa do Sul de Pouso Alegre)

Ônibus intermunicipais e interestaduais[editar | editar código-fonte]

Convencional - Bragança Paulista, Vargem, Itapeva, Camanducaia, Monte Verde, Cambuí, Bom Repouso, Estiva, Pouso Alegre, Atibaia, Mairiporã, São Paulo.

Meio-Ambiente[editar | editar código-fonte]

O município, mediante o programa "Conservador de Águas" foi um dos primeiros em participar em um programa de pagamentos por serviços hídricos no Brasil.[9]

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  3. a b «Extrema». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 19 de fevereiro de 2018. 
  4. «Extrema, MG - IDHM». Atlas do Desenvolvimento Humano. Consultado em 21 de março de 2018. 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2015». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 21 de março de 2018. 
  6. «Dados da Cidade | Prefeitura de Extrema MG |». extrema.mg.gov.br. Consultado em 24 de junho de 2012. 
  7. «Extrema - Histórico» (PDF). biblioteca.ibge.gov.br. 2009. Consultado em 24 de junho de 2012. 
  8. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. «Estimativa populacional 2017»  Texto "https://cidades.ibge.gov.br/brasil/mg/extrema/panorama " ignorado (ajuda);
  9. Morais de Lima, Ana Paula (27 de novembro de 2015). «Metodologias de Monitoramento de Programas de Pagamento por Serviços Ambientais Hídricos no Brasil» (PDF). XXI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. Consultado em 16 de fevereiro de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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