Faculdade de Direito da Universidade Federal do Amazonas
| Faculdade de Direito FD/UFAM | |
|---|---|
Antigo prédio da Faculdade de Direito do Amazonas no Largo dos Remédios | |
| Nomes anteriores | Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade de Manaus
Faculdade de Direito da Universidade do Amazonas Faculdade de Direito do Amazonas (federalização em 1949) |
| Fundação | 17 de janeiro de 1909 (117 anos) |
| Instituição mãe | |
| Tipo de instituição | Unidade acadêmica |
| Localização | Manaus, AM, |
| Campus | Campus Universitário Senador Arthur Virgílio Filho, Setor Norte |
| Página oficial | www.fd.ufam.edu.br |
A Faculdade de Direito (FD) é uma unidade de ensino, pesquisa e extensão da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Localiza-se no Campus Universitário Senador Arthur Virgílio Filho, Setor Norte, no bairro Coroado, em Manaus, capital do Amazonas.
Criado em 17 de janeiro de 1909, sob o nome de “Faculdade de Ciências Sociais e Jurídicas”, a Faculdade de Direito (FD/UFAM), conhecida também como "Jaqueira" pela frondosa árvore que crescia em frente a sua sede histórica no Largo dos Remédios, é a unidade acadêmica mais antiga da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Posterior à sua criação criação, foram criadas a Faculdade de Educação (FACED) e Instituto de Ciências Exatas (ICE).[1][2]
Quando ainda fazia parte da “Escola Universitária Livre de Manaós”, foi reconhecido o curso de graduação em Direito, pela Lei n.º 601/1909, que passou a compor a Faculdade de Ciências Sociais e Jurídicas. Com a extinção da Escola Universitária Livre de Manaós, a Faculdade de Ciências Sociais e Jurídicas foi a única que se manteve, passando a fazer parte da Universidade do Amazonas (UA), criada por força da lei 4069-A de 12 de junho de 1962.
Em 20 de junho de 2002, com a Lei n.º 10.468, a Universidade do Amazonas (UA) foi renomeada para Universidade Federal do Amazonas (UFAM), e a Faculdade de Ciências Sociais e Jurídicas passou a denominar-se Faculdade de Direito, nomeação que mantém até os dias atuais.[1][3]
História
[editar | editar código]A história da faculdade tem início em 17 de janeiro de 1909, com a criação da Escola Universitária Livre de Manaus. No mesmo ano, em outubro, foi publicada a Lei Estadual nº 601, que reconheceu a validade, no estado do Amazonas, dos títulos conferidos pela Escola Universitária.[4] A sessão magna e a abertura dos cursos da Escola Universitária só ocorreram no dia 15 de março de 1910, na sede da Universidade, localizada na rua Saldanha Marinho, nº 91. O primeiro diretor da Faculdade de Direito foi o Dr.Simplício Rezende e o primeiro vice-diretor o Dr. Pedro Regalado.[5] Em 1913, graças a uma solicitação da Universidade ao governo do estado, foi sancionada a Lei Estadual nº 728, de 29 de setembro, pelo governador Jônatas Pedrosa, que concedeu à instituição o usufruto de um prédio na Avenida Joaquim Nabuco, onde hoje está instalado o Grupo Escolar Nilo Peçanha.[6]Em 1917, a Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais obteve autonomia didática, concedida pela Congregação Geral da Universidade..
Em 1918, eventos significativos marcaram a trajetória da faculdade, pois em 18 de janeiro o Ministério da Justiça considerou idônea a Universidade de Manaus e em 20 de abril a diretoria solicitou fiscalização ao mesmo ministério, iniciando a luta pela equiparação da faculdade aos institutos oficiais do mesmo gênero, objetivo alcançado alguns anos depois. Em 1921, a Congregação da Faculdade resolveu se dissociar da Universidade de Manaus, na época sofrendo sérias dificuldades, separando-se formalmente a Faculdade da Universidade.[7]
O pleito para a nomeação de um inspetor federal só foi atendido em 14 de outubro de 1922, com a nomeação do Dr. Benjamin Malcher de Souza para o cargo. Uma das principais preocupações do inspetor federal era a independência material da faculdade, que ainda compartilhava o prédio da Avenida Joaquim Nabuco com a Universidade de Manaus. Registre-se que a Lei Estadual nº 1.132 de 1922 havia autorizado o Poder Executivo a transferir à Faculdade o domínio e a posse de um prédio em Constantinópolis, onde antes funcionava a Escola de Aprendizes Marinheiros. Entretanto, apesar de ser incorporado ao patrimônio da Faculdade, o prédio em Constantinópolis era de difícil acesso à época, sendo inviável a transferência das instalações para aquele local. Assim, em 9 de junho de 1923, por iniciativa do intendente municipal Edgard de Rezende do Rego Monteiro, foi disponibilizado um prédio da municipalidade na rua São Vicente, nº22.[8] Dessa forma, cumpridas as exigências do inspetor federal, o Conselho Superior de Ensino aprovou, por unanimidade, a equiparação da Faculdade de Direito, permitindo a emissão de diplomas de habilitação para registro e fins previstos nas leis federais. Destaca-se o trabalho desenvolvido pelo diretor Gaspar Vieira Guimarães em prol dessa conquista da Faculdade.[9] Em 1926, com a morte do fundador Astrolábio Passos, extingue-se a pioneira Universidade de Manaus, sobrevivendo de forma autônoma as faculdades de Agronomia, de Farmácia e Odontologia e a de Direito (já autônoma desde 1921). Com a extinção da Universidade, pôde a Faculdade a Faculdade de Direito retornar ao prédio da Avenida Joaquim Nabuco em 1927, agora em caráter exclusivo.[10]
Em 1934 ocorreu uma permuta entre a faculdade e o estado do Amazonas, abdicando a faculdade do usufruto do prédio da Avenida Joaquim Nabuco em troca do domínio do prédio na Praça dos Remédios n°147. Entretanto, o edifício precisava de reparos e ampliações, o que fez com novo acordo fosse firmado entre a faculdade e o estado do Amazonas, dessa vez, cedendo a faculdade em favor do estado o prédio de sua propriedade em Constantinópolis em troca da reforma e ampliação do edifício da Praça dos Remédios. Enquanto ocorreu a reforma do edifício, a Faculdade funcionou de forma provisória na Rua Barroso, onde estava instalada a Escola de Comércio Sólon de Lucena.[11] A inauguração do prédio reformado da Praça dos Remédios ocorreu em 23 de janeiro de 1938, com a presença do Ministro da Viação e Obras Públicas João de Mendonça Lima, o interventor estadual Álvaro Maia, o diretor da faculdade Aristides Rocha, o professor José Alves de Souza Brasil e o inspetor federal Vicente Reis.[11]
Nessa época, a faculdade, que passava por um processo de estadualização, enfrentou dificuldades com a outorga da Constituição de 1937, que proibia a acumulação de cargos remunerados, o que fez com que o corpo docente ficasse desfalcado e reduzido apenas aos professores catedráticos José Alves de Souza Brasil, Rafael Benayon e Aristides Rocha, passando a vigorar o sistema de contrato de professores, o que não produziu resultados satisfatórios.[12] Além disso, o Ministério da Educação passou a exigir que concursos para cátedras fossem realizados em escolas congêneres, oficiais ou reconhecidas, fora de Manaus, sob ameaça de fechamento da faculdade. Diante desse risco, a comunidade acadêmica pleiteou ao presidente Getúlio Vargas, durante sua visita a Manaus em 1940, a realização de concursos locais e a manutenção da instituição. O pleito foi atendido pelo Decreto-Lei nº 2.779, de 1940, garantindo a sobrevivência da faculdade. Nesse mesmo ano, a instituição mudou seu nome de Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais para Faculdade de Direito do Amazonas..[13][14]
No ano de 1948, durante a gestão do diretor Aristides Rocha, foi novamente discutida a federalização da faculdade, um antigo anseio da comunidade acadêmica. O diretor enviou, então, um memorando à bancada amazonense no Congresso Nacional, solicitando a transformação da faculdade em instituto federal. O senador Severiano Nunes, com a colaboração do senador e ex-diretor da Faculdade Waldemar Pedrosa, apresentou um projeto de lei que foi aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente Eurico Gaspar Dutra,resultando na federalização da Faculdade de Direito (Lei Federal nº 924, de 21 de novembro de 1949), atendendo, assim, a uma antiga demanda da sociedade amazonense [15]Além disso, o diretor Aristides Rocha realizou um trabalho eficiente no sentido de permitir à instituição retomar suas atividades, já regularizada como instituição de ensino federal, em um curto período. Em 30 de maio de 1950, a maior parte do corpo docente já havia assumido suas funções.[16]
Durante a década de 1950, a Faculdade realizou concursos para o provimento de cátedras, que atraíram a atenção da sociedade amazonense e ficaram conhecidos pela alta qualidade jurídica apresentada. Destaca-se a presença, dentre os examinadores nesses concursos, de figuras jurídicas de destaque de diversas faculdades do Brasil, como o professor Caio Mário da Silva Pereira, no concurso de 1953, professor Hélio Tornaghi, nos concursos de 1955 e 1957, e o professor Bilac Pinto, no concurso de 1957.[17]
Em 1962, com a criação da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), a Faculdade de Direito foi incorporada à nova Universidade, sendo a única faculdade originária da antiga Universidade de Manaus a conseguir permanecer em atividade até a fundação da UFAM.
Docentes notáveis
[editar | editar código]Alguns notáveis docentes: [18]
- Simplício Rezende (primeiro diretor da Faculdade de Direito e deputado geral pelo Piauí)
- Gaspar Vieira Guimarães (diretor da Faculdade por 17 anos e um dos principais responsáveis pela sua equiparação em 1923)
- Francisco Xavier de Albuquerque (Procurador-Geral da República e ministro do Supremo Tribunal Federal)
- Enoque da Silva Reis (ministro do Tribunal Federal de Recursos e governador do Amazonas)
- Valdemar Pedrosa (senador pelo Amazonas, diretor da Faculdade, ministro do Tribunal Superior do Trabalho e representante do Brasil na Comissão de Tutela da ONU)
- Aristides Rocha (deputado federal e senador pelo Amazonas onde fez parte da Comissão dos 21 que reformou a Constituição de 1891. Um dos responsáveis pela federalização da Faculdade em 1949)
- Análio de Mello Rezende (catedrático de Direito Civil e diretor da Faculdade, foi o primeiro professor emérito da Faculdade em 1955)
- Aderson Andrade de Menezes (catedrático de Teoria Geral do Estado, diretor da Faculdade, primeiro reitor da UFAM, professor da Universidade de Brasília e autor de renomado livro sobre TGE)
- Luciano Pereira da Silva (deputado federal e consultor-geral da República)
- Antônio Gonçalves Pereira de Sá Peixoto (Docente Livre pela Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro e senador pelo estado do Amazonas, fez parte da Comissão dos 21 que analisou o esboço do Código Civil de 1916)
- José Bernardino Lindoso (senador e governador do Amazonas)
- Artur César Ferreira Reis (advogado, renomado historiador e governador do Amazonas. Foi professor da Faculdade na década de 30)
- Leopoldo Tavares da Cunha Melo (advogado, senador pelo Amazonas e procurador-geral junto ao Tribunal de Contas da União)
- Augusto César Lopes Gonçalves (advogado e senador pelos estados do Amazonas e de Sergipe)
- Aderson Pereira Dutra (catedrático da Faculdade e reitor da UFAM)
- Lúcio Fonte de Rezende (catedrático de Direito Civil, desembargador e presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas)
- Samuel Benchimol (catedrático de Economia Política)
- Manuel Barbuda (advogado, promotor de justiça, deputado federal pelo Amazonas e ex-diretor da faculdade)
- Vivaldo Lima (médico, advogado e deputado federal pelo Amazonas. Professor de Medicina Legal da Faculdade.)
- César do Rego Monteiro (advogado, senador e governador do Amazonas)
- Augusto de Rezende Rocha (professor de Economia Política na década de 30. Foi o consultor jurídico do Itamaraty de 1971 a 1981 )
- Abdul Sayol de Sá Peixoto (professor catedrático de Direito Internacional Privado e deputado estadual. Posteriormente foi Superintendente de Polícia Judiciária da Secretaria de Segurança Pública do Estado da Guanabara)
- Sadoc Pereira (magistrado e professor de Direito Processual. Formou-se na primeira turma da Faculdade em 1914)
- Ariosto de Rezende Rocha (catedrático de Ciência das Finanças e magistrado pioneiro da Justiça Federal no Amazonas após a sua recriação em 1967)
- Francisco Pedro de Araújo Filho (professor de Direito Civil)
- Anísio Jobim (advogado e senador pelo Amazonas)
- Oyama César Ituassú (diretor da faculdade e catedrático de Direito Internacional Público)
- Jauary Guimarães de Souza Marinho (professor catedrático de Processo Civil e reitor da UFAM)
- Paulo Pinto Nery (prefeito de Manaus, deputado federal e governador do Amazonas)
Egressos notáveis
[editar | editar código]Alguns notáveis egressos: [19]
- Francisco Xavier de Albuquerque (Procurador-Geral da República e Ministro do Supremo Tribunal Federal. Formou-se em 1949)
- Enoque da Silva Reis (Ministro do Tribunal Federal de Recursos e Governador do Amazonas. Formou-se em 1941)
- Bernardo Cabral (advogado, Ministro da Justiça, relator da Comissão de Sistematização da Constituição de 1988. Formou-se em 1954)
- Samuel Benchimol (catedrático de Economia Política. Formou-se em 1945)
- Amazonino Mendes (prefeito de Manaus, senador e governador do Amazonas. Formou-se em 1969)
- Aderson Pereira Dutra (catedrático da Faculdade e reitor da UFAM. Formou-se em 1947)
- José Bernardino Lindoso (senador e governador do Amazonas. Formou-se em 1946)
- Aderson Andrade de Menezes (catedrático de Teoria Geral do Estado, diretor da Faculdade, primeiro reitor da UFAM, professor da Universidade de Brasília e autor de renomado livro sobre TGE. Formou-se em 1943)
- Plínio Ramos Coelho (líder trabalhista, deputado e governador do Amazonas. Formou-se em 1947)
- Artur Virgílio Filho (senador pelo Amazonas e líder no Senado do governo João Goulart. Formou-se em 1947)
- Leopoldo Peres (professor e deputado federal. Formou-se em 1922)
- Jefferson Peres (vereador de Manaus e senador pelo Amazonas. Formou-se em 1955)
- Edmundo Fernandes Levi (advogado e senador pelo Amazonas. Formou-se em 1941)
- Francsico Pereira da Silva (advogado, jornalista e deputado federal pelo Amazonas. Formou-se em 1932)
- Arnoldo Carpinteiro Peres (magistrado e presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas. Formou-se em 1921)
- Elizabete Azize (vereadora de Manaus, deputada estadual e deputada federal. Formou-se em 1964)
- Caio Fábio de Araújo (advogado, dedicou-se, após sua conversão, a importante trabalho de evangelização no Amazonas. Pai do reverendo Caio Fábio presidente da VINDE)
- Mário Ypiranga Monteiro (advogado, escritor, professor e historiador amazonense. Formou-se em 1946)
- Manuel Barbuda (advogado, promotor de justiça, deputado federal pelo Amazonas e ex-diretor da faculdade. Formou-se em 1930)
- Thales de Menezes Loureiro (advogado e empresário amazonense. Formou-se em 1939)
- Áureo Bringel de Melo (deputado federal pela Guanabara e pelo Amazonas. Senador pelo Amazonas. Formou-se em 1945)
- Almino Monteiro Álvares Afonso (deputado federal por São Paulo e Amazonas e Ministro do Trabalho no governo João Goulart. Cursou apenas um período em 1948, concluindo o curso na Faculdade de Direito de São Paulo)
- Vallisney de Souza Oliveira (juiz federal e professor da Universidade de Brasília. Formou-se em 1988)
- Jauary Guimarães de Souza Marinho (professor catedrático de Processo Civil e reitor da UFAM. Formou-se em 1939)
- Paulo Pinto Nery (prefeito de Manaus, deputado federal e governador do Amazonas. Formou-se em 1939)
- Manuel Severiano Nunes (jornalista, deputado federal e senador pelo Amazonas. Formou-se em 1933)
- Vivaldo Frota (advogado, deputado federal e governador do Amazonas. Formou-se em 1953)
- Oyama César Ituassú (diretor e catedrático de Direito Internacional Público. Formou-se em 1939)
Diretores da Faculdade de Direito
[editar | editar código]- 1910-1915 - Simplício Rezende [18]
- 1915-1931 - Gaspar Antônio Vieira Guimarães
- 1932-1933 - Antônio Gonçalves Pereira de Sá Peixoto
- 1934-1935 - Valdemar Pedrosa
- 1936-1937 - Feliciano de Souza Lima
- 1938-1942 - Aristides Rocha
- 1942 -julho- Goataçara Barbuda Thury
- 1942-1945 - Manuel Barbuda
- 1945-1946 - José Alves de Souza Brasil
- 1946-1947 - Luiz da Cunha Costa
- 1947-1950 - Aristides Rocha
- 1951-1956 - Análio de Mello Rezende
- 1957-1961 - Aderson Andrade de Menezes
- 1961-1966 - Abdul Sayol de Sá Peixoto
- 1966-1969 - Oyama César Ituassu da Silva
- 1969-1979 - David Alves de Mello
- 1979-1985 - Francisco Ferreira Batista
- 1985-1987 - José da Silva Seráfico de Assis Carvalho
- 1987-1991 - Lourenço dos Santos Pereira Braga
- 1991-1995 - João dos Santos Pereira Braga
- 1995-2004 - José Russo
- 2004-2012 - Clynio de Araújo Brandão
- 2012-2017 - Sebastião Marcelice Gomes
- 2018- - Carlos Alberto de Moraes Ramos Filho
Referências
- ↑ a b «Histórico». Faculdade de Direito da Universidade Federal do Amazonas (FD/UFAM). Consultado em 8 de fevereiro de 2018
- ↑ BRITO, R. 100 anos ; FAVERO, M. Universidade (v.2).
- ↑ «Universidade Federal do Amazonas (UFAM)» (PDF). Fundação Getúlio Vargas. Consultado em 1 de março de 2018
- ↑ Revista da Faculdade de Direito o Amazonas 1955, p. 30.
- ↑ «História da Faculdade de Direito do Amazonas». 1959. p. 47. Consultado em 7 de fevereiro de 2020
- ↑ «História da Faculdade de Direito do Amazonas». 1959. p. 61. Consultado em 7 de fevereiro de 2020
- ↑ Revista da Faculdade de Direito o Amazonas 1955, p. 31.
- ↑ «História da Faculdade de Direito do Amazonas». 1959. p. 104. Consultado em 7 de fevereiro de 2020
- ↑ «História da Faculdade de Direito do Amazonas». 1959. p. 118. Consultado em 7 de fevereiro de 2020
- ↑ «História da Faculdade de Direito do Amazonas». 1959. p. 133. Consultado em 7 de fevereiro de 2020
- ↑ a b «História da Faculdade de Direito do Amazonas». 1959. p. 161. Consultado em 7 de fevereiro de 2020
- ↑ «História da Faculdade de Direito do Amazonas». 1959. p. 186. Consultado em 7 de fevereiro de 2020
- ↑ «História da Faculdade de Direito do Amazonas». 1959. p. 188 e 196. Consultado em 7 de fevereiro de 2020
- ↑ Revista da Faculdade de Direito o Amazonas 1955, p. 33.
- ↑ «História da Faculdade de Direito do Amazonas». 1959. p. 206. Consultado em 7 de fevereiro de 2020
- ↑ «História da Faculdade de Direito do Amazonas». 1959. p. 209. Consultado em 7 de fevereiro de 2020
- ↑ «História da Faculdade de Direito do Amazonas». 1959. p. 228 e 232. Consultado em 7 de fevereiro de 2020
- ↑ a b «História da Faculdade de Direito do Amazonas». 1959. Consultado em 7 de fevereiro de 2020
- ↑ Revista da Faculdade de Direito o Amazonas 1955.
Bibliografia
[editar | editar código]- Revista da Faculdade de Direito do Amazonas. Manaus, 1955. Comissão de Redação: Diretor: Aderson de Menezes; Redator-Chefe: David Melo; Secretário: José Lindoso.
- Menezes, Aderson de. História da Faculdade de Direito do Amazonas. Manaus, 1959.
- Benzecry, Rafael Frank. A Faculdade de Direito da Universidade Federal do Amazonas entre 1959 e 2013. Orientado por Sebastião Marcelice Gomes. 2015.