Força Aérea e de Defesa Aérea da Croácia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Emblema da Força Aérea e Defesa da Croácia.
Um caça Mig-21 croata.

A Força Aérea e de Defesa Aérea da Croácia (em croata: Hrvatsko ratno zrakoplovstvo i protuzračna obrana) é o ramo aéreo das Forças Armadas da República da Croácia.[1]

Referências

Ícone de esboço Este artigo sobre a Croácia é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
O governo da Croácia anunciou essa semana que planeja a aquisição de um novo vetor a fim de substituir sua frota de 12 antigos jatos MiG-21 nas versões bisD e UMD.

A intenção da Croacia(Hrvatska em croata) é de comprar aeronaves novas ou já em uso por países da OTAN, tendo portanto entre os candidatos os modelos F-16, Jas-39 Gripen, Mirage 2000, FA-50 e curiosamente o israelense KFIR.

Não foi informado o número de aeronaves a serem adquiridas, e nem o valor destinado para tal. Porém a Croácia tem um histórico de abrir programas para a modernização ou substituição dos MiG-21 que acabam não chegando ao fim.

No início dos anos 2000, o país anunciou que modernizaria seus 24 MiGs em Israel, o que não aconteceu. Em 2002 foi fechado um acordo para a modernização de todas as células na empresa Aerostar, na Romênia.

12 aeronaves fabricadas entre 1972 e 1976 foram modernizadas, enquanto as outras 12, mais novas (de 1977 a 1981), não foram enviadas a Aerostar sem que fosse dado nenhum detalhe do motivo, e acabaram abandonadas ao ar livre em uma área da Base Aérea de Zagreb, capital do país. As 12 células mais novas foram inutilizadas por conta do abandono.

Em 2008 foi anunciado um plano para a substituição dos jatos, que foi cancelado em 2010 por conta da crise econômica global. Países próximos ofereceram aeronaves usadas para a Croácia, como F-4 Phantom da Alemanha, F-16 da Holanda, Gripen da Suécia, Mirage F-1 da França e MiG-29 da Hungria, porém nenhuma oferta foi aceita e em 2013 foi anunciado que o país enviaria 7 aeronaves MiG-21 ainda em condições de voo para a Ucrânia para modernização, e que receberia as 7 células croatas e mais 5 que a Ucrânia forneceria, todas modernizadas, retomando o número de 12 MiGs-21 como a espinha dorsal da defesa aérea do país.