Fundação Casa de Rui Barbosa

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Fachada da Fundação Casa de Rui Barbosa
Disambig grey.svg Nota: Para a entidade de Salvador, veja Casa de Ruy Barbosa (Salvador).
Fundação Casa de Rui Barbosa
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fundação
Fundação 1966
Pessoas-chave Marta de Sena (Presidenta atual)
Website oficial http://www.casaruibarbosa.gov.br/

A Fundação Casa de Rui Barbosa é uma instituição vinculada com o Ministério da Cultura, a sua sede se localiza no bairro do Botafogo, na cidade do Rio de Janeiro, que era o bairro preferido da aristocracia brasileira da época. A sede é uma das chácaras mais antigas da cidade e também é a antiga casa do jurista, político, advogado e intelectual brasileiro Rui Barbosa de Oliveira. A instituição também é um museu-casa. De acordo com a definição do Conselho Internacional de Museus (ICOM): “Museus-Casas são edifícios históricos que já foram habitados e estão abertos ao público para exibir mobiliário e coleções originais de interesse histórico, cultural e etnográfico, preservando o espírito dos antigos donos e a memória da comunidade”. [1]

Além de abrigar muitos objetos e artigos originais da residências, também é uma das mais importantes instituições de cultura e preservação de artigos e documentos. Ao longo de sua existência a Fundação já teve diversas missões, mas, atualmente, foca no trabalho de preservação e pesquisa. De acordo com o site oficial da Fundação, a principal missão é: “O desenvolvimento da cultura, da pesquisa e do ensino, a divulgação e o culto da obra e vida de Rui Barbosa” [2] e acomoda um acervo do intelectual, tanto de Rui Barbosa como também de outros intelectuais, e atividades de pesquisa nas áreas de museologia, arquitetura, urbanismo, arqueologia e educação, além promover cursos, oficinas e projetos culturais.[3]

Origem e história[editar | editar código-fonte]

A instituição, que antes era a residência de Rui Barbosa, tem seu início pela vontade de perpetuar o legado e acervo do ex-político. Nascido na Bahia em 1849, só veio ao Rio de Janeiro em 1879, ao ser eleito para a Assembleia Legislativa da Corte Imperial, onde se fixou até o fim de sua vida. Rui Barbosa vivia na casa com sua esposa: Maria Augusta Viana Bandeira e os seus cinco filhos até a sua morte. Barbosa era uma figura muito conhecida e de grande destaque nacional, tanto ao longo de sua vida como também postumamente.[4] Após sua morte em março de 1923, deu-se início o processo do governo pela aquisição de sua propriedade tanto física (sua residência, móveis e objetos, etc.) como intelectual (todas as obras e documentos feitos pelo ex-advogado). No ano seguinte, o governo, na época presidido por Arthur da Silva Bernardes, que autorizou e liberou toda a verba pelo decreto nº 4789 de 02 janeiro de 1924, para o feito da futura Fundação. Foi adquirido apenas a casa, os livros, os manuscritos, arquivos e a propriedade intelectual de Rui Barbosa. O restante dos pertences, como móveis e objetos pessoais, não foram adquiridos, obrigando os descendentes de Rui a organizar um leilão para a venda dos objetos restantes.[5] Mas foi somente em 1930, com o presidente Washington Luís que houve a recuperação de alguns itens que ainda estavam sob posse da família Barbosa, e a casa finalmente é aberta para visitação do público.[6]

Diante da representação da figura de Rui Barbosa para o público, cada cômodo da casa recebeu o nome de algum momento marcante da vida pública do político, a sua biblioteca, por exemplo, é denominada como Sala da Constituição, por conta da sua contribuição na primeira Constituição Republicana do Brasil, na qual Barbosa exercia a função de Ministro da Fazenda (1889-1890). Os outros cômodos da recebem os nomes momentos importantes da vida de Rui Barbosa, são eles: Sala de Haia (corresponde ao escritório de Rui Barbosa), Sala de Habeas Corpus (corresponde ao quarto do casal), Sala Maria Augusta (corresponde ao quarto de vestir de Maria Augusta - esposa e viúva de Rui), Sala Pró-Aliados (corresponde a sala de visitas), Sala da Federação (corresponde a sala destinada a bailes e recepções), Sala Buenos Aires (corresponde a sala onde eram se realizados os saraus), Sala Civilista (corresponde a um dos anexos da biblioteca e o lugar preferido de Rui para trabalhar que ele apelidou de “gabinete gótico”), Sala da Constituição (corresponde à biblioteca), Sala do Casamento Civil (corresponde ao quarto de vestir de Rui Barbosa), Sala do Código Civil (corresponde ao aposento particular de Rui), Sala João Barbosa (corresponde a sala íntima onde recebia convidados após o jantar), Sala Bahia (corresponde à sala de jantar quando havia convidados), Sala Questão Religiosa (corresponde a sala para refeições íntimas) e Sala Queda do Império(corresponde ao escritório do seu genro Batista Pereira e, depois, quarto de dormir do seu filho João), Sala Deyfrus (corresponde ao refeitório dos criados, depois transferido para o espaço situado abaixo da cozinha), Sala do Estado de Sítio, Sala da Instrução Pública e Sala da Abolição (corresponde ao cômodos do sobrado que foi posteriormente ocupado por sua filha Maria Adélia e  seu marido Antônio Batista Pereira, após o casamento).[7]

No dia 13 agosto de 1930 foi inaugurada a Casa de Rui Barbosa pelo Presidente Washington Luís. A inauguração contou com a viúva do jurista Maria Augusta Ruy Barbosa ao seu lado e o Senador João Mangabeira, que realizou o discurso oficial de abertura da casa.

"Foi essa crença nas forças eternas, foi essa fé na supremacia das forças morais, que te levou, grande morto, a trabalhar mais do que os outros. Não trabalhaste em vão! Esta casa, testemunha muda de teus trabalhos, de tuas vigílias e de teus sacrifícios, a nação transformou-a num templo, santificando-o para o culto da democracia e da lei. De ora avante, será aqui que virão pedir inspirações, beber ensinamentos, reacender a chama da fé bruxoleante, os amigos do direito, os defensores da liberdade, os devotos da lei, os sacerdotes da justiça! Nesta casa se revirá todos os dias tua Pátria, orgulhosa do monumento que, à tua própria glória, fundaste com as tuas mãos.”[8]

Desde a criação da casa-museu, a principal preocupação dos organizadores foi manter a memória do proprietário e toda a sua família com a realização de um trabalho extenso e cuidadoso de coleta e interpretação de fatos que se quer manter e, principalmente, conservar toda a vida de um possível esquecimento ao longo dos anos, usando como suporte os objetos, bens e acervo de Rui e a sua família.

Características[editar | editar código-fonte]

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

A Casa-Museu é muita curiosa na perspectiva arquitetônica. Ela possuía uma imagem moderna para o século XIX. Ela tem uma estrutura arquitetônica que remonta uma arquitetura tradicional colonial brasileira, com estruturas de pedra e madeira, cobertura com telhas francesas, argamassas à base de cal e todo uma complementação que foi realizada na segunda metade do século XIX, com elementos industrializados e importados.[9]

O jardim da casa-museu é uma parte importante da Fundação Casa de Rui Barbosa. Quando a casa foi adquirida pelo governo federal, houve a destruição de uma parte do jardim com o objetivo era abrir uma rua de ligação entre a Rua São Clemente e a Rua Assunção e foi realizado pela Prefeitura do Rio de Janeiro.[10] A intervenção foi sanada quando Washington Luís tomou posse como Presidente da República, em 1926. Mas em 1930, quando estava prestes a ser inaugurada, o jardim passou por uma grande restauração, em parte para torná-lo um jardim público e também para reconstruir o que havia sido destruído quatro anos antes.[11]Mesmo sendo o jardim original, ele sofreu diversas revitalizações ao longo dos anos, principalmente em 2016. Possui 6.000 m² de área e foi um dos locais de lazer da família Barbosa. No jardim, o escritor exercia o seu amor pela jardinagem. Até hoje o espaço preserva árvores plantadas pelo próprio Rui Barbosa. A principal revitalização que o jardim sofreu foi, na verdade, o primeiro projeto no Brasil à seguir os moldes propostos pela Carta de Florença da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) e também pela Carta dos Jardins Históricos Brasileiros.[12]

A Carta de Florença foi redigida no começo da década de 80 pelo Comitê Internacional de Jardins e Sítios Históricos, a carta estabeleceu a importância e a definição de um jardim histórico e também a importância da conservação de espaços assim. Mas em 2010, foi elaborada uma carta com as mesmas propostas, referente à preservação desses jardins no Brasil. Foi chamada de Carta de Juiz de Fora e buscou aprofundar o trabalho e realizações da Carta de Florença, além de adaptar seus parâmetros para a realidade brasileira.[13]

O cômodo de maior importância da Casa é, provavelmente, a biblioteca de Rui Barbosa. Composta por quatro salas anexas uma à outra e é nomeada como Sala Civilista, relembrando a candidatura de Barbosa à presidência da república. Sua arquitetura e decoração lembra um gabinete gótico, justamente pelos móveis compostos na sala que remetem às catedrais góticas européias. Conhecido por ser muito estudioso e amante de livros, da maior parte do tempo que passava em casa, o intelectual passava em sua biblioteca, lendo ou estudando. É na biblioteca que é arquivado a coleção bibliográfica que Rui Barbosa acumulou durante a sua vida. Há uma sala anexa à biblioteca, nomeada Sala Código Civil, e relembra um momento muito importante na carreira de Rui Barbosa, quando o político contribui com a correção ao Código Civil vigente na época, que acabou ficando bastante conhecido por conter mais de 100 emendas ao documento original.[14] Na época que se encontrava vivo, sua biblioteca era uma das mas completas da cidade do Rio de Janeiro, com aproximadamente 37 mil volumes. Rui era colecionador de livros e tinha diversas obras, incluindo revistas estrangeiras, dicionários jurídicos, enciclopédias e diversas obras raras, como: A Divina Comédia, de Dante, precioso incunábulo, editado em 1481 por Landino, o Rerum per octennium in Brasilia, de Barlaeus, editado em 1647; La Vie de Notre-Seigneur Jésus Christ, de Tissot, editada em 1896-1897 e a 1ª edição da Crônica de D. João I, de Fernão Lopes, editada em 1644.[15] Atualmente, sua biblioteca se encontra completamente catalogada e íntegra, como foi deixada por seu proprietário, podendo ser consultada por todos que desejarem.

Acervo[editar | editar código-fonte]

A Fundação Casa de Rui Barbosa é conhecida por sua tradição no campo da preservação e arquivação de documentos desde a sua existência. O arquivo Rui Barbosa é constituído de cerca de 60 mil documentos que produziu ao longo de sua vida e que traduziram tanto a sua vida pública quanto a privada. Além do conjunto arquivo Rui Barbosa, há também o conjunto que é constituído por documentos em decorrência das atividades e projetos da casa: O acervo arquivístico institucional; o acervo bibliográfico de apoio às linhas de pesquisa da Fundação; a coleção de cordéis e a Biblioteca Infanto-juvenil Maria Mazzetti.[16] E o mais recente conjunto documental está reunido no Arquivo-Museu de Literatura Brasileira, que é um acervo é composto por arquivos pessoais de diversos escritores brasileiros, na maioria, pertencentes da escola modernista (todas as gerações). Arquivos pessoais de Manuel Bandeira, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Morais, entre outros e também encontram-se na instituição arquivos pessoais de Antônio Sales e de Cruz e Sousa - escritores representantes do parnasianismo e simbolismo, respectivamente.[17]

Acervo digitalizado[editar | editar código-fonte]

O site da fundação foi uma das principais iniciativas para difundir acesso ao arquivo e ao acervo, principalmente para quem não tem fácil acesso à Fundação. Foi lançado em 2006 e, desde então, é uma das principais ferramentas para consulta de referências. Desde 1998, houve a implementação de uma política de informatização com o objetivo foi criar uma única base de dados com os diversos acervos: Bibliográfico, o arquivístico e o museológico. E assim, os registros dos vários tipos de documentos são unidos em apenas um meio de acesso.[18]

O método utilizado para arquivação e digitalização de todo o acervo foi o metadados, com o objetivo de facilitar a manutenção e otimizar os resultados de busca por algum arquivo e contém informações que discriminem os campos de autor, título, local, data e para cada campo específico, com informações como: nome do campo, descrição do campo, tipo de dados, formato, assim como qualquer informação que seja pertinente à sua recuperação.[19]

O modelo utilizado para a montagem de base de dados do acervo digitalizado é o USMARC (Machine Readable Cataloging), que é um formato bibliográfico usado para processamento computadorizado composto por grupos de normas para identificar e armazenar as informações. Todo o armazenamento é feito por estruturas de campos de registro como título, assunto, etc., e permite o controle de documentos e objetos museológicos dentro do sistema. O formato utilizado é o Micro-Isis que é uma ferramenta de apoio para gerir bases de dados bibliográficas.[20]

O objetivo do armazenamento e do metadados são simples: Digitalizar arquivos antigos para evitar sua perda e degradação, dar fácil acesso à quem não pode visitar a instituição pessoalmente e perpetuar obras com representação do conteúdo das informações disponibilizadas para a recuperação da informação. Assim, ela não se degrada com o tempo.

Importância histórica e acadêmica[editar | editar código-fonte]

A casa-museu possui muitos objetivos. É um patrimônio edificado e monumento histórico, mas também é um lugar de representação do mundo privado de seu proprietário e de sua família e é uma análise do modo de viver da aristocracia da época. A Fundação Casa de Rui Barbosa tem possibilidade de inserção na vida da época e conta sobre o tempo social na qual os habitantes viviam. Possui capacidade de compreensão do espaço social que sofre a influência de seu tempo histórico, da sociedade que estava inserida, suas modificações e modernizações que ocorreram ao longo do tempo. A Casa promove a possibilidade de perceber todas essas influências transformações. Outro objetivo importante da Fundação ao longo dos últimos anos, é a democratização do acesso à informação e à obras de importância, tornando a perpetuação de trabalhos, obras e livros mais fácil.[21]

O papel principal da casa-museu como importante instituição de memória, preservação e divulgação de obras e acervos relacionados à literatura brasileira e outros estudos. O uso de seu acervo pela comunidade acadêmica é crescente e um indicador que permite avaliar a sua expressividade em relação às atividades realizadas pela Fundação.[22]

As ações e atividades do museu são fundamentais para a preservação do patrimônio brasileiro e estabilizar e firmar a ideia de memória e identidade nacional. Além do objetivo de democratizar a educação e informação que a fundação conserva e produz.

Quanto a sua relevância como instituição de memória, há a necessidade de iniciativas que promovam a divulgação de seus acervos. Ações como exposições, projetos com viés educativo, cursos, etc. dentre outras importantes ações como na área de educação, artes e comunicação para a consolidação de referência da Fundação Casa de Rui Barbosa como uma instituição de memória, acervo e de produção acadêmica no Brasil.[23]


Lista de ex-presidentes[editar | editar código-fonte]

Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Fundação Casa de Rui Barbosa
  • Américo Jacobina Lacombe - 1966 a 1993[24]
  • Lêdo Ivo - 1993 a 1995[24]
  • Mário Brockmann Machado - 1995 a 2002[24]
  • José Almino Alencar - 2003 a 2010[24]
  • Wanderley Guilherme dos Santos - 2011 a 2013[24]
  • Manolo Garcia Florentino - 2013 a 2015[24]
  • Lia Calabre (historiadora) - 2015 a 2016[24]
  • Marta de Senna (Doutora em literatura) - 2016-atual[25]

Referências

  1. Abreu, Roberto da Silva (2009). «"Eu não sabia que podia entrar": com a palavra, o visitante do Museu Casa de Rui Barbosa» (PDF). CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇÃO DE HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO BRASIL – CPDOC. Consultado em 15 de outubro de 2018  line feed character character in |jornal= at position 37 (ajuda); line feed character character in |titulo= at position 33 (ajuda)
  2. (suporte@e-noar.com.br), E-NOAR Tecnologias Ltda. «histórico». casaruibarbosa.gov.br. Consultado em 29 de novembro de 2018 
  3. «Os casarões das artes». O Globo. 27 de abril de 2018 
  4. Scarpeline, Rosaelena (2009). «Lugar de morada como lugar de memoria : a construção de uma casa museu, a Casa de Rui Barbosa - RJ». REPOSITÓRIO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA E INTELECTUAL DA UNICAMP. Consultado em 29 de outubro de 2018 
  5. Scarpeline, Rosaelena (2009). «LUGAR DE MORADA COMO LUGAR DE MEMÓRIA: a construção de uma casa museu, a Casa de Rui Barbosa - RJ». REPOSITÓRIO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA E INTELECTUAL DA UNICAMP. Consultado em 29 de outubro de 2018 
  6. Scarpeline, Rosaelena (2009). «LUGAR DE MORADA COMO LUGAR DE MEMÓRIA: a construção de uma casa museu, a Casa de Rui Barbosa - RJ». REPOSITÓRIO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA E INTELECTUAL DA UNICAMP. Consultado em 29 de outubro de 2018 
  7. Abreu, Roberto DA sILVA (2009). «"Eu não sabia que podia entrar": com a palavra, o visitante do Museu Casa de Rui Barbosa» (PDF). Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil – CPDOC. Consultado em 29 de outubro de 2018  line feed character character in |titulo= at position 33 (ajuda)
  8. Magabeira, João (1933). Discurso de inauguração da Casa de Rui Barbosa. Rio de Janeiro: Bahia Ilustrada. pp. p. 18 
  9. Scarpeline, Rosaelena (2009). «LUGAR DE MORADA COMO LUGAR DE MEMÓRIA: a construção de uma casa museu, a Casa de Rui Barbosa - RJ.». REPOSITÓRIO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA E INTELECTUAL DA UNICAMP. Consultado em 29 de outubro de 2018 
  10. Scarpeline, Rosaelena (2009). «LUGAR DE MORADA COMO LUGAR DE MEMÓRIA: a construção de uma casa museu, a Casa de Rui Barbosa - RJ.». REPOSITÓRIO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA E INTELECTUAL DA UNICAMP. Consultado em 29 de outubro de 2018 
  11. Scarpeline, Rosaelena (2009). «LUGAR DE MORADA COMO LUGAR DE MEMÓRIA: a construção de uma casa museu, a Casa de Rui Barbosa - RJ». REPOSITÓRIO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA E INTELECTUAL DA UNICAMP. Consultado em 20 de outubro de 2018 
  12. Menezes, Mariana (12 de janeiro de 2016). «Jardins da Casa de Rui Barbosa passam por revitalização». Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura. Consultado em 29 de outubro de 2018 
  13. Menezes, Mariana (12 de janeiro de 2016). «Jardins da Casa de Rui Barbosa passam por revitalização». Assessoria de Comunicação do Ministério da Cultura. Consultado em 29 de outubro de 2018 
  14. Scarpeline, Rosaelena (2009). «LUGAR DE MORADA COMO LUGAR DE MEMÓRIA: a construção de uma casa museu, a Casa de Rui Barbosa - RJ». REPOSITÓRIO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA E INTELECTUAL DA UNICAMP. Consultado em 15 de outubro de 2018 
  15. Pessoa, Ana (2013). «A Casa de Rui Barbosa e sua contribuição à preservação e o acesso da memória no Brasil». Revista Manuscrítica. Consultado em 3 de outubro de 2018 
  16. Pessoa, Ana (2013). «A Casa de Rui Barbosa e sua contribuição à preservação e o acesso da memória no Brasil». Revista Manuscrítica. Consultado em 15 de outubro de 2018 
  17. Pessoa, Ana (2013). «A Casa de Rui Barbosa e sua contribuição à preservação e o acesso da memória no Brasil». Revista Manuscrítica. Consultado em 25 de outubro de 2018 
  18. Brasil, Maria Irene. «INFORMATIZAÇÃO DO ACESSO AOS ACERVOS BIBLIOGRÁFICO, ARQUIVÍSTICO E MUSEOLÓGICO DA CASA DE RUI BARBOSA» (PDF). Fundação Casa de Rui Barbosa. Consultado em 20 de outubro de 2018 
  19. Brasil, Maria Irene. «INFORMATIZAÇÃO DO ACESSO AOS ACERVOS BIBLIOGRÁFICO, ARQUIVÍSTICO E MUSEOLÓGICODA CASA DE RUI BARBOSA» (PDF). Fundação Casa de Rui Barbosa. Consultado em 20 de outubro de 2018 
  20. Brasil, Maria Irene. «INFORMATIZAÇÃO DO ACESSO AOS ACERVOS BIBLIOGRÁFICO, ARQUIVÍSTICO E MUSEOLÓGICO DA CASA DE RUI BARBOSA» (PDF). Fundação Casa de Rui Barbosa. Consultado em 25 de outubro de 2018  line feed character character in |titulo= at position 79 (ajuda)
  21. Scarpeline, Rosalena (2009). «Lugar de Morada como lugar de memória: A construção de uma casa museu, a Casa de Rui Barbosa - RJ». REPOSITÓRIO DA PRODUÇÃO CIENTIFICA E INTELECTUAL DA UNICAMP. Consultado em 29 de novembro de 2018 
  22. Pessoa, Ana (2013). «A Casa de Rui Barbosa e sua contribuição à preservação e o acesso da memória no Brasil». Revista Manuscrítica. Consultado em 20 de outubro de 2018 
  23. Fundação, Casa de Rui Barbosa (2010). «Conservação preventiva». Assessoria Fundação Casa de Rui Barbosa. Consultado em 29 de novembro de 2018 
  24. a b c d e f g «galeria (1966-2015)». casaruibarbosa.gov.br (em inglês). Consultado em 6 de novembro de 2018 
  25. [Marta de Senna é nova presidente da Casa de Rui Barbosa http://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/323267-marta-de-senna-e-nova-presidente-da-casa-de-rui-barbosa.html.] Acesso em 14 de agosto de 2016

Ligações externas[editar | editar código-fonte]