Furacão Felix

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Se procura outros ciclones tropicais chamados Felix, veja Furacão Felix (desambiguação).
Furacão Félix
Categoria 5 (EFSS)
O furacão Félix aproximando-se da América Central
Formação 31 de agosto de 2007
Dissipação 5 de setembro de 2007
Vento mais forte (1 min) 150 nós (278 km/h, 173 mph)
Pressão mais baixa 929 hPa (mbar) ou 697 mmHg
Danos $50,34 milhões de dólares
Fatalidades 130 mortes diretas, 3 indiretas
Áreas afetadas Barbados, São Vicente e Granadinas, Granada, Trinidad e Tobago, Bonaire, Curaçao, Venezuela, Nicarágua, Honduras, Guatemala, El Salvador, Belize e México
Parte da
Temporada de furacões no Atlântico de 2007

O Furacão Félix foi a sexta tempestade nomeada, o segundo furacão e o segundo furacão de categoria 5 na escala de furacões de Saffir-Simpson da temporada de furacões no Atlântico de 2007. Félix formou-se a partir de uma onda tropical em 31 de agosto de 2007. Em 1º de setembro, ele passou sobre a parte sul das Pequenas Antilhas antes de fortalecer para um furacão. Um dia depois, em 2 de setembro, Félix rapidamente se fortaleceu para um grande furacão e na madrugada de 3 de setembro, Félix já era considerado um furacão de categoria 5. No mesmo dia, o furacão enfraqueceu-se para a categoria 3, devido a um ciclo de reposição da parede do olho, mas às 10:40 UTC do dia seguinte ele se fortaleceu novamente pouco antes de atingir a costa nordeste da Nicarágua, perto da fronteira com Honduras, numa região conhecida historicamente como Costa dos Mosquitos. No mínimo 133 fatalidades foram atribuídas a Félix. Quanto aos ventos, Félix foi o sistema mais forte, juntamente com o furacão Dean, registrado na temporada de 2007, com ventos constantes de 280 km/h com rajadas de 330 km/h.[1]

História meteorológica[editar | editar código-fonte]

O caminho de Félix.

Uma onda tropical deixou a costa ocidental da África em 24 de agosto, seguindo para oeste a aproximadamente 23 km/h. Mas esta onda não tinha uma convecção de ar associada e apresentava uma curvatura em forma de "V" invertida mal definida.[2] Inicialmente, não era fácil para localizar esta onda por meio de imagens de satélite;[3] o eixo da onda movia-se por um ambiente muito úmido[4] e desenvolveu uma área de tempestades dispersas. Em 25 de agosto, imagens de satélite no canal visível indicaram uma grande área ciclônica logo ao norte da Zona de convergência intertropical.[5] A onda continuou a desenvolver convecção de ar moderada a forte e em 27 de agosto, uma área de baixa pressão a cerca de 1.340 km a oeste-sudoeste de Praia, Cabo Verde.[6] Nos dias seguintes, o sistema não se desenvolveu significativamente.[7] Entretanto, em 30 de agosto, a onda ficou mais bem definida com uma maior representação da área ciclônica dentro da área de baixa pressão[8] A convecção aumentou na madrugada do dia seguinte[9] e um avião caçador de furacões sobrevoou o sistema e reportou a presença de uma circulação de ar de superfície completa. Conseqüentemente, o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC) iniciou a emissão de avisos sobre a depressão tropical seis às 21:00 UTC de 31 de agosto, enquanto o sistema estava localizado a cerca de 295 km a leste-sudoeste da parte sul das Pequenas Antilhas[10]

O furacão Félix no Caribe oriental perto de seu pico de intensidade.

Depois de se tornar um ciclone tropical, a depressão estava localizada ao sul de uma forte crista, o que resultava num movimento para oeste. O sistema mantinha bandas de chuvas ciclônicas com correntes de ar em fortalecimento; o ambiente estava favorável para o seu desenvolvimento: não havia praticamente ventos de cisalhamento e a temperatura da superfície do mar estava suficientemente quente para que a depressão fortalece-se ainda mais.[10] A sua convecção profunda associada consolidou-se perto de seu núcleo e pouco depois de passar sobre a ilha de Granada, a depressão se fortaleceu para tempestade tropical Félix por volta das 09:00 UTC de 1º de setembro.[11] Félix rapidamente se desenvolveu assim que um núcleo interno de bandas de chuvas com fortes ventos se desenvolvia em volta de seu centro.[12] No final do mesmo dia, um olho foi observado em imagens de satélite.[13] Baseado em relatos de aviões caçadores de furacões, o Centro Nacional de Furacões estimou que Félix tornou-se um furacão na madrugada de 2 de setembro, enquanto estava localizado a cerca de 250 a leste-nordeste de Bonaire.[14]

Seguindo numa região de condições extremamente favoráveis para seu desenvolvimento, com quase nenhum vento de cisalhamento e águas quentes, o furacão Félix rapidamente desenvolveu um olho bem definido, um padrão de nuvens bastante simétrico e fortes correntes de ar de altos níveis.[15] Félix foi classificado como um grande furacão (categoria 3 ou mais) por volta das 18:00 UTC de 2 de setembro enquanto estava localizado a cerca de 790 km a sudeste de Kingston, Jamaica.[16] A rápida intensificação continuou e no final daquele dia Félix alcançou a força de um furacão de categoria 4 na escala de furacões de Saffir-Simpson, com a pressão atmosférica central caindo para 957 mbar. Isto corresponde a uma queda da pressão atmosférica equivalente a 3,4 mbar por hora, o que o NHC descreveu como sendo uma das maiores taxas de queda de pressão já registrada em toda a história. Um avião caçador de furacões reportou que o olho apresentava um "efeito estádio". O avião também reportou que o diâmetro do olho era de 22 km.[17] Voos de aviões caçadores de furacões posteriores registraram ventos de 280 km/h na altitude onde eles estavam; na superfície foram registrados ventos de 263 km/h, principalmente do quadrante sudoeste da parede do olho. Ventos de 306 km/h foram registrados no quadrante nordeste, mas o Centro Nacional de Furacões disse que esta medida é exagerada, devido à contaminação de cristais de gelo nas nuvens. Baseado em observações, foi estimado que Félix tenha alcançado o pico de intensidade, com ventos constantes de 265 km/h por volta de 00:00 UTC de 3 de setembro, enquanto estava localizado a cerca de 625 km a sudeste de Kingston, Jamaica, fazendo de Félix um furacão de categoria 5 na escala de furacões de Saffir-Simpson Um avião caçador de furacões teve que abortar sua missão devido às fortes turbulências causadas por Félix.[18]

O furacão Félix fotografado da Estação Espacial Internacional.

Félix continuava a seguir rapidamente para oeste. O olho do furacão retraiu; seu diâmetro diminuiu para 19 km. O Centro Nacional de Furacões estimou que a pressão atmosférica mínima do sistema foi 929 mbar nove horas depois do furacão ter alcançado a força de um furacão de categoria 5. Inicialmente, foi previsto que Félix iria seguir para oeste-noroeste, atingindo Belize antes de cruzar a Península de Iucatã.[19] Entretanto, o furacão manteve o seu movimento original para oeste. Logo depois, os topos das nuvens perto do olho ficaram mais quentes assim que o próprio olho ficou menos distinto.[20] Às 18:00 UTC do mesmo dia, Félix enfraqueceu-se para um furacão de categoria 3, com ventos constantes de 215 km/h..[1] Em 4 de setembro, Félix completou o seu ciclo de substituição da parede do olho e começou a se fortalecer novamente durante o dia.[21] Félix foi classificado como um furacão de categoria 5 pela segunda vez às 10:40 UTC[22] e logo depois atingiu a costa do extremo nordeste da Nicarágua, com ventos de 260 km/h.[23] Nove horas depois de ter atingido a costa, Félix ainda mantinha um padrão de nuvens bem organizado e intensas bandas de tempestade, embora os ventos já tivessem diminuído rapidamente.[24] Na madrugada de 5 de setembro, Félix enfraqueceu-se para uma tempestade tropical assim que a circulação de ar de altos níveis separou-se da circulação de ar de superfície.[25] O sistema deteriorou-se para uma depressão tropical assim que cruzou o sul de Honduras e às 09:00 UTC, o Centro Nacional de Furacões emitiu o último aviso sobre Félix assim que ele começou a se degenerar para uma área de baixa pressão remanescente.[26] A área de baixa pressão remanescente então seguiu para Honduras e Guatemala e emergiu no Golfo de Honduras. Sobre o mar, esta área de baixa pressão não se regenerou e logo em seguida atingiu Belize e seguiu pelo sul do México. No entanto, áreas de tempestades e trovoadas que estavam associadas com está área de baixa pressão alcançaram o Oceano Pacífico.[1]

Preparativos[editar | editar código-fonte]

Depois de Félix ter se tornado um ciclone tropical, um aviso de tempestade tropical foi emitido para São Vicente e Granadinas, Tobago e Granada e suas dependências; um alerta de tempestade tropical também foi emitido para a costa nordeste da Venezuela, entre Cumaná e Perdenales, incluindo a Ilha Margarita, assim como Aruba, Bonaire e Curaçao.[27] A Agência Nacional de Gerenciamento de Emergências de Tobago foi totalmente ativada, sendo que 79 abrigos abriram na ilha.[28] Coincidindo com a classificação de Félix para tempestade tropical, o alerta para as ilhas de Aruba, Bonaire e Curaçao foi substituída por um aviso de tempestade tropical.[29] Um alerta de furacão foi adicionada nas ilhas na madrugada de 2 de setembro,[30] onde vários turistas tentaram deixar as ilhas por avião antes da chegada da tempestade.[31] Na madrugada de 2 de setembro, o governo da Jamaica emitiu um alerta de tempestade tropical para a ilha,[14] que foi cancelado assim que o furacão passou longe, ao sul. No final de 2 de setembro, um alerta de tempestade tropical foi emitido para Grande Caimão,[32] e no dia seguinte, um aviso de tempestade tropical foi posto em prática para a Ilha de Providencia.[33] Um alerta de furacão foi emitido para a costa caribenha de Guatemala e para toda a costa de Belize às 12:00 UTC de 3 de setembro.[34]

O furacão Félix na costa da Nicarágua.

Às 03:00 UTC de 3 de setembro, o governo de Honduras emitiu um alerta de furacão entre El Limón e a fronteira com a Nicarágua,[35] que foi substituída por um alerta de furacão seis horas depois. Ao mesmo tempo, um alerta de furacão foi estendida para oeste, até a fronteira com a Guatemala.[36] Na madrugada de 4 de setembro, um aviso de tempestade tropical foi posto em prática para a mesma região.[37] As autoridades ordenaram a retirada de cidadãos em áreas baixas perto da costa; por volta do meio-dia de 3 de setembro, cerca de 300 turistas saíram do departamento de Ilhas da Bahia, sendo que mais 400 estavam preparados para deixar a região por avião.[38] Aproximadamente 2.000 pessoas foram retiradas de áreas costeiras.[39] No momento em que o furacão atingia a costa nordeste da Nicarágua, cerca de 20.000 pessoas em Honduras saíram para áreas seguras.[40]

Às 15:00 UTC de 3 de setembro, cerca de 21 horas antes do furacão atingir a costa, o governo da Nicarágua emitiu um aviso de furacão entre Puerto Cabezas e a fronteira com Honduras.[41] Cerca de 12 horas antes do furacão atingir a costa, um alerta de tempestade tropical foi emitido para a costa entre Puerto Cabezas e Prinzapolka.[37] Antes da chegada do furacão, as autoridades enviaram cerca de 63 toneladas de alimentos e suprimentos de emergência para perto de onde o olho de Félix iria atingir.[42]

Impactos[editar | editar código-fonte]

Ilhas Caribenhas[editar | editar código-fonte]

O furacão Félix passando sobre Aruba.

Por volta do meio-dia UTC de 1º de setembro, uma rajada de vento de 74 km/h foi registrada em Barbados e ao mesmo tempo outra rajada de vento de 71 km/h foi registrada em São Vicente[43] A tempestade produziu chuvas fortes sobre a porção meridional das Pequenas Antilhas. Em Trinidad, a chuva forte causou deslizamentos de terra e transbordou rios que destruíram algumas pontes; ventos moderados a fortes destruíram várias construções sobre a ilha. Os danos na vizinha Tobago ficou concentrada na porção norte da ilha. onde vários deslizamentos de terra foram causados pela chuva forte.[44] Os danos em Tobago foram calculados em $250.000 dólares de Trinidad e Tobago (cerca de $40.000 dólares).[45] Félix produziu rajadas de vento em Granada, que derrubaram postes de transmissão de energia elétrica e destelharam completamente duas casas. Correntes de âncoras de embarcações quebraram com a ressaca.[31] Em Santa Lúcia, os ventos causaram o desabamento de um estabelecimento, que também destruíram 12 veículos.[44]

Em Aruba, Bonaire e Curaçao, a passagem do furacão resultou em rajadas de ventos e chuva forte. Entretanto, houve poucos danos em Bonaire. Em Curaçao, casas foram totalmente encobertas pela enchente. Em Aruba, os ventos danificaram uma casa e deixou brevemente uma vila ao norte da ilha sem eletricidade.[39] O furacão Félix produziu fortes ventos e ondas de até 3 m ao longo da costa norte da Venezuela, que deixou uma pessoa desaparecida em Puerto Cabello.[46]

América Central[editar | editar código-fonte]

Os primeiros relatos sugerem danos severos em Honduras e Nicarágua depois de Félix ter atingido a costa como um furacão de categoria 5. Em Puerto Cabezas, Nicarágua, praticamente toda construção teve pelo menos seu telhado danificado, e vários destes foram completamente destruídos.[47] Ao longo da Costa dos Mosquitos, foram registradas enchentes e deslizamentos de terra, destruindo muitas residências (a maioria casas humildes) e bloqueando rodovias. O governo da Nicarágua declarou a costa caribenha setentrional como área de desastre.[48] As Ilhotas de Miskito, localizadas cerca de 70 km de Bilwi, Nicarágua, na costa caribenha setentrional do país, foi a área mais atingida. o furacão Félix ainda não tinha atingido a costa, mas passou sobre as ilhotas com força máxima. Os ventos do furacão, que passavam dos 260 km/h, destruíram as ilhotas completamente. As únicas construções que continuaram firmes após a passagem do furacão foram os pilares que sustentavam as casas.[49]

No mínimo 133 mortes foram registradas após a passagem do furacão, sendo que 130 destes foram na Nicarágua.[50] Embora não haja detalhes suficientes a respeito, eles incluem no mínimo 25 pescadores miskitos que foram mortos enquanto estavam no mar; um afogamento, depois que uma árvore caiu sobre seu barco e uma morte indireta causada por complicações médicas após o nascimento.[48] Três mortes foram registradas em Honduras, um das quais foi causada por um acidente com veículo motorizado causado pela chuva forte e pelos deslizamentos de terra.[47] Os outros dois foram mortos pela enchente na capital Tegucigalpa.[51] Entretanto, centenas de outros estão desaparecidos (a maioria no mar), e ficou deficil de se comunicar com algumas localidades, impossível às vezes. Alguns sobreviventes foram achados na Costa dos Mosquitos que inicialmente eram considerados desaparecidos.[52]

De acordo com informações oficiais, no mínimo 40.000 pessoas foram afetadas e 9.000 casas foram destruídas, a maioria delas na cidade de Bilwi, Nicarágua (Puerto Cabezas), onde um "estado de desastre" tinha sido decretado pelo governo. Uma total falta de suprimentos e serviços foram relatados na área. A resposta foi quase imediata: Ajuda da Venezuela, Cuba, Estados Unidos e Honduras foram recebidos e muitas organizações, como a Cruz Vermelha da Nicarágua, a mídia e universidades organizaram coletas em todo o país. O presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, visitou Bilwi no dia seguinte à catástrofe e prometeu a reconstrução de casas das pessoas afetadas.[47][53] Os danos na Nicarágua totalizaram $869,3 milhões de Córdobas ($46,7 milhões de dólares).[54]

Enchentes também fora registradas em Honduras, particularmente perto de Tegucigalpa e nas regiões no noroeste do país onde os rios Ulua e Chamelecon transbordaram e inundaram áreas de lavoura. Enchentes costeiras também ocorreram na cidade de Izabal, Guatemala, onde 850 pessoas tiveram que ser retiradas.[51] Os danos na agricultura em Honduras chegaram a 68,28 milhões de Lempiras ($3,64 milhões de dólares)

Conseqüências[editar | editar código-fonte]

Após a passagem de Félix, mais de 160.000 pessoas foram afetadas assim que muitas comunidades tiveram que ser abandonadas devido a tempestade. Um apelo foi dado pelas Nações Unidas para mais de $48 milhões de dólares para ajudas de emergência para as áreas duramente afetadas, principalmente para Nicarágua.[55] O governo federal dos Estados Unidos entregou mais de $1,17 milhões de dólares em assistência[56] e a União Europeia respondeu com uma doação de 1 milhão de euros.[57]

Retirada do nome[editar | editar código-fonte]

O nome Felix foi retirado oficialmente pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) em 13 de Maio de 2008 durante a sua reunião anual em Orlando, Flórida. O nome Felix foi substituído por Fernand na lista V da lista oficial de nomes de furacões atlânticos. Sendo assim, Fernand será usado pela primeira vez na temporada de furacões no Atlântico de 2013.[58]

Referências

  1. a b c «Tropical Cyclone Report Hurricane Felix» (PDF). NHC (em inglês). Consultado em 17-01-2008. 
  2. Wallace (2007). «August 24 Tropical Weather Discussion». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  3. Willis (2007). «August 24 Tropical Weather Discussion (2)». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  4. Cangialosi (2007). «August 25 Tropical Weather Discussion». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  5. Cangialosi (2007). «August 25 Tropical Weather Discussion (2)». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  6. Formosa (2007). «August 27 Tropical Weather Discussion». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  7. Mainelli (2007). «August 30 Tropical Weather Outlook». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  8. Augierre (2007). «August 30 Tropical Weather Discussion». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  9. Knabb (2007). «August 31 Tropical Weather Outlook». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  10. a b Blake & Avila (2007). «Tropical Depression Six Discussion One». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  11. Knabb (2007). «Tropical Storm Felix Discussion Three». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  12. Blake & Avila (2007). «Tropical Storm Felix Discussion Four». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  13. Blake & Avila (2007). «Tropical Storm Felix Discussion Five». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  14. a b Beven (2007). «Hurricane Felix Public Advisory Five-A». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  15. Pasch (2007). «Hurricane Felix Discussion Eight». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-02. 
  16. Pasch (2007). «Hurricane Felix Public Advisory Eight-A». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-02. 
  17. Pasch (2007). «Hurricane Felix Discussion Nine». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-02. 
  18. Franklin & Brown (2007). «Hurricane Felix Special Discussion Ten». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-02. 
  19. Knabb (2007). «Hurricane Felix Discussion Twelve». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-03. 
  20. Pasch (2007). «Hurricane Felix Discussion Thirteen». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-03. 
  21. Knabb (2007). «Hurricane Felix Discussion Sixteen». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-04. 
  22. Knabb (2007). «Hurricane Felix Tropical Cyclone Update». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-04. 
  23. Pasch (2007). «Hurricane Felix Public Advisory Sixteen-A». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-04. 
  24. Pasch (2007). «Hurricane Felix Discussion Eighteen». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-05. 
  25. Beven (2007). «Tropical Storm Felix Discussion Nineteen». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-05. 
  26. Avila (2007). «Tropical Depression Felix Discussion Twenty». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-05. 
  27. Blake & Avila (2007). «Tropical Depression Six Public Advisory One». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  28. Driselle Ramjohn (2007). «Storm Lashes Tobago». Trinidad & Tobago Express. 
  29. Knabb (2007). «Tropical Storm Felix Public Advisory Three». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  30. Beven (2007). «Hurricane Felix Public Advisory Six». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  31. a b Associated Press (2007). «Felix becomes Category 1 hurricane as it swirls toward Aruba». Consultado em 2007-09-01. 
  32. Pasch (2007). «Hurricane Felix Public Advisory Eight». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-02. 
  33. Pasch (2007). «Hurricane Felix Public Advisory Fourteen». Consultado em 2007-09-05. 
  34. Pasch (2007). «Hurricane Felix Public Advisory Twelve-A». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-03. 
  35. Franklin (2007). «Hurricane Felix Public Advisory Eleven». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-03. 
  36. Knabb (2007). «Hurricane Felix Public Advisory Twelve». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-03. 
  37. a b Franklin (2007). «Hurricane Felix Public Advisory Fifteen». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-05. 
  38. Associated Press (2007). «Hurricane Felix Aims for Central America». Consultado em 2007-09-03. 
  39. a b Associated Press (2007). «Hurricane Felix lashes Dutch Caribbean islands». Consultado em 2007-09-02. 
  40. Agence French-Presse (2007-09-06). «Drenched by Felix, Honduras fears floods, mudslides». Consultado em 2007-09-05. 
  41. Knabb (2007). «Hurricane Felix Public Advisory Thirteen». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-03. 
  42. Associated Press (2007). «Toll from Felix rises in Central America; Henriette nears 2nd Mexican landfall». Consultado em 2007-09-05. 
  43. Blake & Avila (2007). «Tropical Storm Felix Public Advisory Three-A». National Hurricane Center. Consultado em 2007-09-01. 
  44. a b Caribbean Broadcasting Corporation (2007-09-01). «TS Felix brings rain and damage». Consultado em 2007-09-02. 
  45. Jensen LaVende (2007-09-02). «Cars, shop swept away at Carenage». Trinidad & Tobago Express. Consultado em 2007-09-02. 
  46. Agence French-Presse (2007). «Maximum strength Hurricane Felix aims for Central America». Consultado em 2007-09-03. 
  47. a b c http://www.miamiherald.com/news/americas/story/224930.html
  48. a b «Título ainda não informado (favor adicionar)». 
  49. «Hurricane Felix and the Miskito Cays». ViaNica [S.l.: s.n.] Consultado em 2007-09-27. 
  50. «Título ainda não informado (favor adicionar)». 
  51. a b http://www.physorg.com/news108395306.html
  52. «MyFox Phoenix | Felix Toll Rises to 64, Bodies Found off Honduras Coast». 
  53. «Título ainda não informado (favor adicionar)». 
  54. Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO), Nicaragua (2007). «Evaluación de Daños Causados por el Huracán Félix en el Caribe de Nicaragua.» (PDF) (em espanhol). Consultado em 24-03-2007. 
  55. http://www.abc.net.au/news/stories/2007/09/15/2033842.htm.  Falta o |titulo= (Ajuda)
  56. http://news.yahoo.com/s/usnw/20070912/pl_usnw/usaid_hurricane_assistance_to_nicaragua_increases.  Falta o |titulo= (Ajuda)
  57. http://en.rian.ru/world/20070907/77356234.html.  Falta o |titulo= (Ajuda)
  58. NOAA (13 de Maio de 2008). «Dean, Felix and Noel "Retired" from List of Storm Names» (em inglês). Consultado em 13 de Maio de 2008. 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Furacão Catrina Portal da
meteorologia
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Furacão Felix

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Ciclones tropicais da Temporada de furacões no Atlântico de 2007
F
Escala de Furacões de Saffir-Simpson
DT TS TT 1 2 3 4 5