Furacão Irma

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Furacão Irma
Categoria 5 (EFSS)
Irma 2017-09-06 1745Z.jpg
Furacão Irma, em seu pico de intensidade próximo às Ilhas Virgens Americanas, no dia 6 de setembro
Formação 30 de agosto de 2017
Dissipação 12 de setembro de 2017
Vento mais forte (1 min) 110 nós (204 km/h, 127 mph), com rajadas de 135 nós (250 km/h, 155 mph)
Pressão mais baixa 933 hPa (mbar) ou 700 mmHg
Danos 9,97 mil milhões de dólares
Fatalidades 40 no Caribe
50 na Flórida[1]
Áreas afetadas Anguilla, Antigua e Barbuda, Bahamas, Ilhas Turcas e Caicos, Estados Unidos (Flórida, Georgia, Alabama), Ilhas Virgens, Porto Rico, São Bartolomeu e São Martinho, Cuba, Haiti, República Dominicana

O furacão Irma foi um ciclone tropical que, dentre várias regiões, atingiu o estado da Flórida, nos Estados Unidos, na qualidade de grande furacão.

Foi o furacão mais forte já registado na bacia do Oceano Atlântico fora do Caribe e golfo do México, estando empatado com o furacão do Labor Day como o mais potente ciclone a fazer landfall já registado na bacia atlântica, assim como o mais forte furacão atlântico em termos de ventos máximos sustentados desde o Wilma, em 2005, e o mais intenso em termos de pressão desde o Dean, em 2007, assim como o primeiro de tal intensidade a fazer landfall em qualquer ponto da bacia Atlântica desde o Félix em 2007. Irma foi também o primeiro furacão de categoria 5 a afectar as Ilhas de Sotavento setentrionais, e o segundo registado a atingir Cuba com tal intensidade, após um furacão registado em 1924. Adicionalmente, Irma fez landfall em Florida Keys com ventos de 215 km/h, e uma pressão de 929 mbar, tornando-o o furacão mais forte a atingir a Flórida em termos de velocidade do vento desde o Charley em 2004, e o mais intenso a atingir aquele estado em termos de pressão atmosférica desde o Andrew em 1992.

Irma foi um típico furacão do tipo Cabo Verde, tendo-se desenvolvido a 30 de Agosto próximo das ilhas de Cabo Verde, a partir de uma onda tropical que partira da costa ocidental africana dois dias antes.[2][3][4] foi o nono ciclone tropical nomeado, o quarto furacão, e o segundo grande furacão da temporada de furacões no Atlântico de 2017.[5][6][7] Devido às condições favoráveis, Irma rapidamente aumentou de intensidade, tornando-se um furacão de categoria 2 na escala de Saffir-Simpson em apenas 24 horas. Pouco depois tornou-se um furacão de categoria 3, sendo considerado assim um grande furacão. A intensidade flutuou durante os dias seguintes, devido a uma série de ciclos de reposição da parede do olho. A 5 de Setembro, tornou-se um furacão de categoria 5, a maior da escala, atingindo no início do dia seguinte a sua maior intensidade, com ventos de 185 mph (298 km/h) e uma pressão mínima de 0,914 bar (686 mmHg). Isto coloca-o como o segundo maior furacão do Oceano Atlântico pela velocidade dos ventos, apenas ultrapassado pelo Allen, em 1980, que alcançou velocidades de 190 mph (306 km/h). Irma manteve esses ventos de 295 km/h durante 37 horas, ultrapassando o recorde do Allen, que manteve ventos de 285 km/h durante 18 horas.[8] Adicionalmente, Irma conseguiu uma das mais longas durações de ventos de categoria 5 jamais registadas. A baixa pressão barométrica faz também com que seja considerado o maior ciclone tropical de 2017 até à data.[9] Após diminuir para a categoria 3 ao passar por Cuba, voltou a subir novamente para categoria 4 à medida que atravessava águas mais quentes entre Cuba e as Florida Keys.

Causou danos catastróficos em Anguilla, Antigua e Barbuda, Bahamas, Ilhas Turcas e Caicos, Ilhas Virgens, Porto Rico, São Bartolomeu e São Martinho enquanto furacão de categoria 5 com ventos de até 295 km/h (183 mph).[1][10] Irma foi o furacão mais forte a atingir as Ilhas de Sotavento setentrionais, e uma das piores tempestades a atingir a região, juntamente com o furacão Donna em 1960, e o furacão Luis em 1995 e causou dezenas de mortes, sendo quarenta no Caribe e cinquenta na Flórida.[1] A evacuação de turistas e moradores em razão da passagem do Furacão Irma foi a maior da história de Miami.[11]

Histórico meteorológico

Mapa demarcando o percurso e intensidade da tempestade, de acordo com a escala de furacões de Saffir-Simpson

A 26 de Agosto, o Centro Nacional de Furacões (CNF), nos Estados Unidos,começou a monitorizar uma onda tropical sobre a costa ocidental africana[12] No fial do dia 27 de Agosto, a onda afastou-se da costa do continente africano. Ao longo dos dois dias seguintes, aguaceiros e trovoadas associados a essa onda foram se tornando cada vez mais organizados, unindo-se gradualmente numa zona de baixa pressão à medida que passava mesmo a sul do arquipélago de Cabo Verde, a 29 de Agosto,[13] tendo o CNF afirmado que qualquer organização significativa do fenómeno resultaria na classificação de uma depressão tropical.[14]

Uma imagem de satélite VIIRS do furacão Irma, em 3 de Setembro.

Durante as 24 horas seguintes o aumento da organização do fenómeno levou à sua classificação às 15 horas UTC de 30 de Agosto como tempestade tropical Irma, com base em dados obtidos por difusómetro, e por estimativas obtidas via satélite, pela técnica Dvorak.[15] As elevadas temperaturas da superfície do mar e baixos gradientes de vento anteciparam o aumento de força da tempestade, com o único obstáculo sendo águas ligeiramente mais frias e temperaturas do ar mais secas. A tempestade nascente começou a formar um escoamento de nível superior em direcção aos pólos, à medida que um anticiclone se estabelecia sobre o sistema, com bandas de chuva a se tornarem cada vez mais evidentes nas imagens de satélite.[16] Ao início de 31 de Agosto, pouco depois do desenvolvimento de uma densa cobertura de núvens central, e de um olho, o Irma intensificou-se rapidamente, com início às 09:00 UTC desse dia, com um aumento da velocidade do vento de 110 km/h para 185 km/h em apenas 12 horas.[17] A 2 de Setembro, um navio que passava a 90 km a oeste do centro do Irma registou ventos com velocidade máxima de 70 km/h, indicando que o olho do Irma permanecia compacto.[18][19] A 2 e 3 de Setembro, uma crista subtropical que ganhava força sobre o Atlântico Norte central empurrou o Irma de uma rota em direcção a oeste para a direcção sudoeste.[20][21][22][23] A primeira missão de reconhecimento aéreo partiu de Barbados na tarde de 3 de Setembro, descobrindo um olho de 29 quilómetros de diâmetro, e ventos superficiais de 185 km/h.[22][24]

Iterações em infravermelho do furacão Irma, à medida que se aproxima das Ilhas de Sotavento setentrionais a 5 de Setembro, aproximadamente na altura em que se tornou um furacão de categoria 5.

Pelas 21:00 UTC de 4 de Setembro, o furacão Irma havia se reforçado num furacão de categoria 4, com ventos de 215 km/h.[25] Encontrando condições favoráveis, o Irma continuou a desenvolver-se, tornando-se um furacão de categoria 5 pelas 11:45 UTC do dia seguinte, com ventos de 280 km/h,[26] fazendo do Irma o furacão atlântico mais oriental já registado com esta intensidade, ultrapassando o furacão David em 1979.[27] Às 15:00 UTC, o Centro Nacional de Furacões anunciou que o reconhecimento aéreo havia indicado ventos máximos sustentados de 285 km/h no furacão Irma.[28] Pelas 00:15 UTC de 6 de Setembro, os ventos máximos sustentados e a pressão mínima do Irma atingiram 295 km/h e 916 mbar, respectivamente, tornando o Irma o furacão atlântico com mais força desde o furacão Wilma em 2005, em termos de velocidade de ventos sustentados, e o furacão atlântico de maior intensidade desde o furacão Dean em 2007, em termos de pressão. Apenas outros quatro furacões atlânticos registaram velocidades de vento na ordem dos 295 km/h ou superior: Wilma, o furacão do Labor Day em 1935, o furacão Allen em 1980, e o furacão Gilbert em 1988.[29] Adicionalmente, o Irma é o furacão mais forte já registado na bacia atlântica fora do mar do Caribe e do golfo do México,[30] e a sua intensidade é de tal ordem que foi registada por sismógrafos na ilha de Guadalupe.[31] Irma sustenou ventos de 295 km/h durante 37 horas, tornando-se o único ciclone tropical a nível mundial a suster ventos com tal intensidade e durante tanto tempo, quebrando o recorde anterior de 24 horas, estabelecido pelo tufão Haiyan.[8]

Às 06:00 UTC de 6 de Setembro, o centro do Irma fez landfall ao longo da costa norte de Barbuda, com intensidade máxima.[32] Isto fez com que o Irma igualasse o terceiro ciclone tropical mais forte a fazer landfall a nível mundial em termos de ventos sustentados, juntamente com o furacão do Labor Day de 1935, e o tufão Joan da 1959, ficando atrás apenas dos tufões Haiyan, em 2013, e do Meranti, em 2016, que apresentaram ventos de 310 km/h ao fazerem landfall. O Irma ficou ainda empatado com o furacão de 1935 como o mais forte no momento de landfall na bacia atlântica desde que se começaram a fazer registos em 1851.[33] Mantendo a intensidade, Irma fez sucessivos landfalls aproximadamente às 12:00 UTC em São Martinho, e às 17:00 UTC em Ginger Island e Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. Pouco antes das 06:00 UTC de 8 de Septembro, Irma fez landfall em Little Inagua, nas Bahamas.[34] Cerca de três horas depois, Irma enfraqueceu, tornando-se um furacão de categoria 4, voltando à categoria 5 dezoito horas depois, voltando a descer de categoria ao atingir Cuba. Às 13:10 UTC de 10 de Setembro, Irma fez landfall em Cudjoe Key, na Flórida, com ventos máximos sustentados de 215 km/h, e uma pressão central de 929 mbar, tornando-o o furacão mais forte a atingir o estado da Flórida desde o Charley, em 2004, e o mais forte a atingir os Estados Unidos em termos de pressão desde o Katrina, em 2005.

Em 11 de setembro de 2017, chegou a Tampa, na Flórida, na categoria 1 ao perder força após avançar pelo oeste da península da Flórida.[35]

Informação corrente sobre a tempestade

Previsão a cinco dias com cone de incerteza e linha de rota do furacão Irma (11L), do Centro Nacional de Furacões.

Às 14:00&nbsp EDT (18:00 UTC) de 10 de Setembro, o furacão Irma localizava-se a dez milhas náuticas da posição 25.6°N 81.8°W, cerca de 55 km a sul-sudeste de Naples, na Flórida, e cerca de 115 km a sul-sudeste de Fort Myers. Os ventos máximos sustentados são da ordem dos 195 km/h, constituindo-se como furacão de categoria 3 na escala de Saffir-Simpson. A pressão atmosférica mínima é de 936 milibares. O sistema move-se para norte a uma velocidade de 19 km/h. Ventos com velocidade de furacão são registados numa extensão de até 130 km a partir do centro do Irma, e ventos com força de tempestade tropical estendem-se a um raio de 350 km.

Informação oficial actualizada pode ser encontrada noCentro Nacional de Furacões:

Preparativos

Em 4 de setembro, o governador da Flórida, Rick Scott, declarou o estado de emergência da Flórida.[36] Em 6 de setembro, o governador da Geórgia, Nathan Deal, declarou o estado de emergência para os seis municípios costeiros. No entanto, o estado de emergência foi expandido para cobrir 30 municípios no sudeste e leste central da Geórgia.[37] No mesmo dia, Roy Cooper, governador da Carolina do Norte, declarou o estado de emergência em 6 de setembro de 2017 para entrar em vigor para todo o estado às 8:00 da manhã de 7 de setembro,[38] e o governador da Carolina do Sul, Henry McMaster, declarou o estado de emergência em 6 de setembro de 2017.[39]

Impacto

Bahamas

Nas Bahamas, o olho do furacão passou por Duncan Town, o principal assentamento da cadeia das Ragged Island, em 8 de setembro. Também passou quase diretamente sobre Inagua e South Acklins, de acordo com o Departamento de Meteorologia das Bahamas.[40] Em Mayaguana e Inagua, as linhas de energia danificadas derrubaram as comunicações.[41] No Inagua, 70 por cento das casas sofreram danos no telhado, e a escola da ilha perdeu completamente o seu telhado. A fábrica Morton Salt Company, uma das principais empregadoras do país, teve milhões de dólares em danos.[42]

Cuba

Saint Maarten, Ilha de São Martinho, 7 de setembro de 2017.

Para o fim do dia 8, o Irma subiu de intensidade, transformando-se num furacão de categoria 5, fazendo landfall no arquipélago de Sabana-Camagüey, ao lado da costa norte de Cuba, com ventos máximos sustentados de 260 quilómetros por hora.[43][44]

A estação meteorológica de Camagüey foi danificada, com o anemómetro destruído.[45] De acordo com o The New York Times, a região norte de Cuba esteve sujeita a "ondas de mais de cinco metros de altura, hospitais, fábricas e armazéns danificados."[46]

Ao final da manhã de 9 de Setembro, o Irma havia enfraquecido para a categoria 3, devido à topografia cubana, embora continuasse a causar danos significativos. A cidade turística de Caibarién recebeu o grosso da tempestade, com ondas a entrarem pela cidade, e com as características casas de um piso completamente inundadas. As inundações pioraram à medida que o furacão se moveu para oeste, empurrando a maré de tempestade pelas regiões em volta de Havana.[47] Pela tarde, algumas inundações controladas estavam ocorrendo em Havana, inclusive em volta de Malecón. Foi ainda reportada destruição generalizada de habitações nas províncias de Ciego de Ávila e Villa Clara.[46]

Porto Rico

No dia 9 de setembro, dezenas de milhares de portoriquenhos estavam sem água, e milhares ainda estavam em abrigos. Hospitais estavam operando com gerador. O governo estava lutando para estabelecer contato com as ilhas de Culebra e Vieques.[48]

Estados Unidos continentais

Flórida

Um homem caiu de uma escada em Davie, ao instalar portadas anti-furacão, durante os preparativos para a chegada do Irma.[49]

Na manhã de 10 de Setembro, o furacão fez landfall em Cudjoe Key.[50] Um homem morreu num acidente de trânsito no condado de Monroe, ao perder o controlo do camião que conduzia debaixo de ventos com força de tempestade tropical.[51][52] Outras duas pessoas morreram em Hardee, no interior do estado, na sequência de um choque frontal de automóvel provocado pelas fortes chuvas associadas ao furacão.[53]

Na manhã de 10 de Setembro, mais de um milhão de casas e estabelecimentos comerciais estavam sem electricidade.[54] Pela uma da tarde, hora local, quase 730 mil clientes estavam sem electricidade no condado de Miami-Dade, quase 500 mil na mesma situação no condado de Broward, e mais de 225 mil no condado de Palm Beach, totalizando cerca de 1.572.000 clientes sem electricidade em todo o estado da Flórida.[55]

Uma rajada de 175 km/h foi registada em Pembroke Pines. Em Miami, marés de tempestade inundaram a Brickell Avenue, com água até à altura da cintura.[56]

Em 13 de Setembro, uma garota de 7 anos morreu por envenenamento de monóxido de carbono emitido por um gerador de energia. Em St. Petersburg, um homem de 68 anos, caiu e bateu a cabeça enquanto ele e sua esposa estavam colocando pacotes no carro antes de deixarem sua casa. Outro homem de 69 anos bateu o carro depois de fugir de sua casa em Port Richey. [57]

Geórgia

Com a chegada do Irma na Geórgia (classificada como tempestade tropical), autoridades do estado confirmaram duas mortes devido à tempestade. A primeira teria sido em Sandy Springs, no norte da cidade de Atlanta. Já a segunda vítima foi um homem de 62 anos, em Worth County, uma zona rural no sudoeste da Geórgia.[58]

Factores ambientais

Temperaturas da superfície do oceano Atlântico, do mar do Caribe e do golfo do México a 5 de Setembro

Aquecimento global

Tem sido assinalada pelos cientistas a contribuição do aquecimento global para o aumento de temperatura das águas oceânicas, assim como de ar mais húmido, gerador de chuva.[59] Devido à subida do nível do mar, assume-se que a maré de tempestade do Irma e de outras tempestades venha a causar maiores inundações em áreas vulneráveis.[60][59] Dados recolhidos pela NASA mostram que as temperaturas da superfície do oceano no percurso do Irma são acima dos 30 °C, capazes de manter um furacão de categoria 5.[61]

Outros factores

A oscilação multidecadal do Atlântico é um ciclo de longo termo no oceano Atlântico que afecta as condições de formação de furacões, estando presentemente num estádio associado a boas condições para a formação de furacões.[62]

Ver também

Referências

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Ligações externas