Heleno (filme)

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Heleno
Cartaz do filme
 Brasil
2012 •  p&b •  116 min 
Direção José Henrique Fonseca
Produção Eduardo Pop
Rodrigo Teixeira
Roteiro Felipe Bragança
Fernando Castets
José Henrique Fonseca
Baseado em Nunca Houve um Homem como Heleno, de
Marcos Eduardo Neves
Elenco Rodrigo Santoro
Alinne Moraes
Angie Cepeda
Othon Bastos
Herson Capri
Orã Figueiredo
Género drama biográfico
Música Berna Ceppas
Cinematografia Walter Carvalho
Edição Sergio Mekler
Companhia(s) produtora(s) Goritzia Filmes
Distribuição Downtown Filmes
Lançamento 30 de março de 2012
Idioma português

Heleno é um filme brasileiro de 2012, do gênero drama biográfico, dirigido por José Henrique Fonseca, com roteiro de Felipe Bragança, Fernando Castets e do próprio diretor baseado no livro Nunca Houve um Homem como Heleno, de Marcos Eduardo Neves, por sua vez inspirado na vida e carreira do futebolista Heleno de Freitas, ídolo do Botafogo na década de 1940.[1]

Produzido e protagonizado por Rodrigo Santoro, o filme estreou no Festival de Toronto em 2011[2].

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Em 1959, o famoso ex-jogador de futebol brasileiro Heleno de Freitas passa seus últimos dias em um sanatório de Barbacena (Minas Gerais). Completamente devastado por doença que lhe afetou o cérebro, ele ficava meses sem falar com ninguém. Certo dia, a mãe de seu filho e moça da sociedade, Sílvia, e seu melhor amigo e também ex-futebolista Alberto, agora casado com ela, lhe fazem uma visita. Heleno os recebe, mas só conversa de fatos passados havia muito tempo, quando era um grande jogador do Botafogo de Futebol e Regatas, clube de futebol do Rio de Janeiro. Nessa época era considerado temperamental (tinha o apelido de "Gilda", de um filme de Rita Hayworth), vivia tendo atritos com seu companheiros de time. Fora de campo, levava uma vida de exageros, frequentando boates, saindo com várias mulheres, fumando compulsivamente e se viciando em éter e comprimidos. O problema nos nervos era sintoma da grave doença degenerativa que acabaria por matá-lo, mas se recusava a qualquer tratamento. Sua grande frustração na carreira foi o cancelamento da Copa do Mundo de 1946, por causa da Segunda Guerra Mundial, mas queria disputar a de 1950, no Brasil. Em 1945 foi o grande nome da Seleção Brasileira na disputa do Campeonato Sul-americano no Chile. Mas seus problemas pessoais e a falta de títulos fizeram que o supersticioso presidente do Botafogo (Carlito Rocha) aceitasse vendê-lo para o Boca Juniors da Argentina. Heleno logo voltaria ao Brasil e queria retornar ao Botafogo, mas foi rejeitado. Entrou para o time do Vasco da Gama mas sua má forma física o fez ser afastado após várias discussões com o técnico disciplinador Flávio Costa. Heleno não foi convocado para a Copa de 1950 e a partir daí mal conseguiu jogar devido ao agravamento de sua doença. Sua obsessão passou a ser jogar no Maracanã, o que conseguiu por breve momento, com a camisa do América.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Festival Internacional de Cinema de Cartagena

Festival de Havana

Festival de Cinema de Lima

Prêmio Contigo! de Cinema

Referências

  1. Renan Damasceno (8 de novembro de 2019). «Há 60 anos morria Heleno de Freitas, que foi da glória à morte em um hospício em Barbacena». O Estado de Minas. Consultado em 5 de fevereiro de 2020 
  2. Rodrigo Santoro usa obsessão para moldar tragédia de jogador Caderno Ilustrada do Jornal Folha de S.Paulo
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