Moeda fiduciária

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Moeda fiduciária é qualquer título não-conversível, ou seja, não é lastreado a nenhum metal (ouro, prata) e não tem nenhum valor intrínseco.[1][2] Seu valor advém da confiança que as pessoas têm em quem emitiu o título. A moeda fiduciária pode ser uma ordem de pagamento (cheques, por exemplo), títulos de crédito, entre outros.

O economista Keynes defende-a, contrapondo tanto aos autores clássicos Adam Smith, como aos não clássicos Hayek, Mises ou Friedman.

Referências

  1. «Mundo dos bancos». Consultado em 16 de outubro de 2013. 
  2. «Instituto Camões». Consultado em 16 de outubro de 2013. 
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