Novo Aripuanã

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Município de Novo Aripuanã
"Terra do Tucumã"
Bandeira de Novo Aripuanã
Brasão indisponível
Bandeira Brasão indisponível
Hino
Fundação 19 de dezembro de 1955 (61 anos)
Gentílico novo-aripuanense
Lema Avança Novo Aripuanã
Prefeito(a) Aminadab Meira de Santana (PSD)
(2017–2020)
Localização
Localização de Novo Aripuanã
Localização de Novo Aripuanã no Amazonas
Novo Aripuanã está localizado em: Brasil
Novo Aripuanã
Localização de Novo Aripuanã no Brasil
05° 08' 00" S 60° 22' 30" O05° 08' 00" S 60° 22' 30" O
Unidade federativa  Amazonas
Mesorregião Sul Amazonense IBGE/2008 [1]
Microrregião Madeira IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Oeste: Manicoré;
Norte: Borba;
Leste: Apuí e Borba;
Sul: Colniza (MT)
Distância até a capital 225 km
Características geográficas
Área 41 191,345 km² [2]
População 24 718 hab. estatísticas IBGE/2016[3]
Densidade 0,6 hab./km²
Clima Equatorial Am
Fuso horário UTC-4
Indicadores
IDH-M 0,554 baixo PNUD/2010 [4]
PIB R$ 140 636 mil IBGE/2013[5]
PIB per capita R$ 5 988,06 IBGE/2013[5]
Página oficial

Novo Aripuanã é um município brasileiro do interior do estado do Amazonas, Região Norte do país. Pertencente à Mesorregião do Sul Amazonense e Microrregião do Madeira, sua população, de acordo com estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016, era de 24 718 habitantes.[3] Sua área territorial é de 41.191 km², o que faz deste um dos maiores municípios do Brasil em área territorial.

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: História de Novo Aripuanã

O município de Novo Aripuanã é constituído de território desmembrado de Borba e Manicoré, por isso está sua história ligada estreitamente à desses municípios. O rio Madeira é a principal via de acesso de toda a zona a que dá o nome.

Datam de 1637 os registros das primeiras penetrações no rio Madeira, em sequência à expedição de Pedro Teixeira, ligando Belém do Pará a Quito, no Equador. Primitivamente habitavam a região os índios Torás, Barés, Muras, Urupás e Araras, entre outros.

Em 19 de dezembro de 1955, pela Lei Estadual nº 96, foi criado o município de Novo Aripuanã, desmembrado dos municípios de Borba e Manicoré, e constituído pelo território dos distritos de Foz do Aripuanã e Sumaúma, do primeiro, e dos subdistritos de Alvorada, Manicorezinho e Itapinima, do segundo, tendo como sede a Vila de Foz do Aripuanã, elevada à categoria de cidade.

Em 10 de fevereiro de 1956 ocorreu a instalação do município, sendo seu primeiro prefeito, nomeado pelo governador do Estado, o sr. Wilson Paula de Sá. Em 10 de dezembro de 1981, pela Emenda Constitucional nº 12, Novo Aripuanã perdeu parte de seu território em favor do novo município de Apuí.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Sua população estimada em 2014 era de 23 905 habitantes.

Numa área da floresta amazônica equivalente ao tamanho de alguns quarteirões existem mais espécies vegetais que em toda a Europa. É o último lugar do mundo onde ainda se descobrem novas espécies de mamíferos.

Na região amazônica, foram achados sete novas espécies de macacos desde 1990, o último deles no ano passado às margens do Rio Aripuanã. Só no Parque Nacional do Jaú, foram descobertas nos anos 90, doze novas espécies de peixes, duas de roedores, dois tipos de sapos e duas árvores, ainda ignoradas pela ciência.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Em Novo Aripuanã acontece o festival folclórico FestLendas, onde são apresentadas danças regionais e culturais tais como quadrilhas, cirandas e lendas.

No ano de 2008 foram apresentadas as seguintes atrações:

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. a b «Estimativas da população residente no Brasil e Unidades da Federação com data de referência em 1 de julho de 2016» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 12 de setembro de 2016. Consultado em 12 de setembro de 2016 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 9 de setembro de 2013 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2010-2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 19 de dezembro de 2015