Pandemia de COVID-19 no Djibouti

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Ver artigo principal: Pandemia de COVID-19 na África
Pandemia de COVID-19 em 2020 em Djibouti
Doença COVID-19
Vírus SARS-CoV-2
Local Djibouti
Período 14 de março de 2020
(20 dias)
Início Wuhan
Estatísticas globais
Casos confirmados 1
Mortes 0
Casos que recuperaram 0

Este artigo documenta os impactos da pandemia de coronavírus 2019-2020 em Djibouti e pode não incluir todas as principais respostas e medidas contemporâneas.

Contexto[editar | editar código-fonte]

Várias grandes potências mundiais têm presença militar no Djibouti, incluindo China, França, Itália, Japão e Estados Unidos. O primeiro caso confirmado do país foi um membro das forças armadas espanholas, e toda a unidade foi colocada em quarentena na base militar francesa em Djibuti.[1][2]

Linha do tempo[editar | editar código-fonte]

Em 15 de março, o Djibuti anunciou que todos os voos comerciais de passageiros seriam suspensos a partir de 18 de março. Trens pelo país também teriam atividades suspensas.[1][3]

Em 18 de março, o primeiro caso em Djibuti foi confirmado, um membro das Forças Especiais espanholas que chegaram em 14 de março para a Operação Atalanta e deram positivo em 17 de março. O soldado infectado não interage com a população local, e a Espanha anunciou que a equipe seria repatriada.[4][5]

A Organização Mundial da Saúde forneceu equipamentos de proteção individual ao Djibuti.[6]

Referências

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