Pantera (banda)

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Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre o grupo musical. Para a espécie de felino, veja Panthera.
Pantera
Em cima: Dimebag & Phil. Em baixo: Vinnie & Rex.
Informação geral
Origem Arlington, Texas
País Estados Unidos
Gênero(s) Groove metal, thrash metal,[1] heavy metal, glam metal (nos anos 80)
Período em atividade 19812003
Gravadora(s) Metal Magic, Atlantic, East West
Integrantes Phil Anselmo
Dimebag Darrell
Rex Brown
Vinnie Paul
Ex-integrantes Terry Glaze

Donnie Hart
Tommy Bradford

Página oficial www.officialpantera.com

Pantera foi uma banda de thrash metal americana originária da cidade de Arlington, no estado do Texas, no ano de 1981. Formada pelos irmãos, Vinnie Paul (baterista) e Diamond Darrell (o nome Dimebag Darrell só começou a ser utilizado já nos anos de 1990) (guitarrista).[2] O baixista Rex Brown se juntou à banda no fim de 1981, juntamente com o vocalista Terry Glaze. Em 1987 Phil Anselmo se tornou o vocalista.[3] Além de seu desenvolvimento e popularização do subgênero groove metal, Pantera é creditado (junto com outros como Testament, Sepultura e Machine Head) por fazer parte da segunda onda da cena thrash metal do final dos anos 1980 até o início da metade 1990.[4][5]

Tendo começado como uma banda de glam metal, o Pantera lançou três álbuns em meados da década de 1980 com o membro fundador Terry Glaze como vocalista principal. Procurando por um som novo e mais pesado, o Pantera substituiu Glaze por Anselmo no final de 1986 e lançou Power Metal em 1988. A banda fechou um contrato com a gravadora Atco Records no ano seguinte. Com seu quinto álbum, Cowboys from Hell, de 1990, o Pantera popularizou o gênero groove metal, enquanto seu álbum seguinte, Vulgar Display of Power, exibiu um som ainda mais pesado. Far Beyond Driven (1994) estreou no número um na Billboard 200.[6]

As tensões começaram a surgir entre os membros da banda quando Anselmo se viciou em heroína em 1995; ele quase morreu de overdose em 1996. Essas tensões resultaram nas sessões de gravação de The Great Southern Trendkill (1996) sendo realizadas separadamente. A tensão contínua durou mais sete anos, durante os quais apenas um álbum de estúdio, Reinventing the Steel (2000), foi gravado. O Pantera entrou em hiato em 2001, mas foi dissolvido pelos irmãos Abbott em 2003 em meio a problemas de comunicação e sua conclusão de que Anselmo não voltaria para a banda.

Os irmãos Abbott formaram o Damageplan, enquanto Anselmo continuou trabalhando em vários projetos paralelos, incluindo Down, ao qual Brown também se juntou. Em 8 de dezembro de 2004, Dimebag Darrell foi baleado e morto no palco por um fã mentalmente instável durante um show do Damageplan em Columbus, Ohio.[7] Vinnie Paul formou Hellyeah após a morte de seu irmão, e morreu de insuficiência cardíaca em 2018,[8] deixando Brown e Anselmo como os únicos membros sobreviventes da formação mais conhecida da banda.

História[editar | editar código-fonte]

Formação e primeiros anos de glam metal (1981-1990)[editar | editar código-fonte]

Formada em 1981, a banda atingiu muito sucesso após a primeira metade da década de 1990 quando a popularidade do heavy metal começava a cair. Inicialmente fazendo um som mais voltado ao glam hard rock, partiram então para o som mais pesado do metal moderno (ou o chamado "power-groove", termo cunhado pela própria banda pois boa parte de suas músicas possuíam riffs marcantes).

O Pantera lançou três discos (Metal Magic, de 1983, Projects In The Jungle, de 1984 e I Am The Night, de 1985) antes de demitir o então vocalista Terry Glaze para a entrada de Phil Anselmo no quarto disco, Power Metal, de 1988. Na época, Glaze teria sido informado sobre assinar com uma gravadora pertencente a Gene Simmons do Kiss, mas Terry rejeitou o contrato e foi mandado embora. Os membros restantes encontraram Phil Anselmo em Nova Orleans e produziram Power Metal,[9] uma gravação onde Phil regravou algumas canções cantadas originalmente por Glaze, além de algumas originais.

De Metal Magic até I Am The Night, a banda seguiu pelo caminho do glam metal, porém com a entrada de Phil Anselmo nos vocais (que havia saido de uma banda de hard rock de Nova Orleans chamada "Razor White", que lançou um disco com outro vocalista por volta de 1991), tomaram a decisão de partir para um som mais pesado. Com Power Metal, alguns riffs do thrash metal são notados em músicas como "Over And Out" e "Death Trap", enquanto algumas músicas no estilo hard rock e com apelo mais comercial ainda persistem, como "Hard Ride" e "Proud To Be Loud".

Em 1989, a banda assinou com a gravadora Atco Records, após um executivo da gravadora ter ficado impressionado com um show da banda. Os membros da banda mais tarde ignorariam seus lançamentos independentes, incluindo Power Metal, enquanto esculpiam uma nova imagem ainda mais pesada para acompanhar seu som de groove metal posterior. Seus quatro álbuns independentes não estão listados no site oficial da banda e se tornaram itens de colecionador difíceis de encontrar. Alguns 'bootlegs' com shows dessa época são encontrados na internet, e ironicamente chamados de "Glamtera", devido ao visual.

Mudança de estilo, thrash metal e groove metal (1990-2003)[editar | editar código-fonte]

Cowboys from Hell (1990-1992)[editar | editar código-fonte]

O primeiro álbum de sucesso comercial foi Cowboys from Hell, de 1990. O álbum marcou um momento crítico na história da banda. Muitos fãs, assim como a própria banda, consideram a estreia "oficial" do Pantera.[10] Neste ponto, a música do Pantera ainda era fortemente influenciada por heavy metal clássico, embora o álbum também tenha começado a demonstrar um estilo muito mais extremo do que os trabalhos anteriores. O thrash metal veio a influenciar esse disco ainda mais, e músicas como "Cowboys from Hell", "Psycho Holiday" e "Domination" demostram bem isso, enquanto "Cemetery Gates" e "Shattered" ainda demonstram as antigas influências. A banda dava início à sua fase de thrash/groove ou groove metal, como denominou o pesquisador musical brasileiro Glaydson Barros.

Para promover seu último álbum, o Pantera iniciou a turnê Cowboys from Hell ao lado das bandas thrash Exodus e Suicidal Tendencies. Em 1991, Rob Halford se apresentou com a banda no palco, o que levou o Pantera (junto com o Annihilator) a abrir para o Judas Priest em seu primeiro show na Europa. Eles também abriram para outras bandas como Sepultura, Fates Warning, Prong, Mind over Four e Morbid Angel, e co-encabeçaram uma turnê norte-americana com o Wrathchild America.[11] A banda finalmente conseguiu um faturamento por "Monsters in Moscow" com AC/DC e Metallica em setembro de 1991, onde tocou para uma multidão de mais de 500.000 presentes para celebrar a nova liberdade de tocar música ocidental na União Soviética pouco antes de sua queda três meses depois. A banda foi freqüentemente encontrada no clube "the Basement" de Dallas, onde a banda gravou os vídeos de "Cowboys from Hell" e "Psycho Holiday". A compilação do vídeo caseiro de 2006 do Pantera, 3 Vulgar Videos from Hell, apresenta performances de "Primal Concrete Sledge", "Cowboys from Hell", "Domination" e "Psycho Holiday" do show em Moscou.

Vulgar Display of Power (1992-1994)[editar | editar código-fonte]

O álbum de maior sucesso foi Vulgar Display of Power, de 1992, onde os vocais em falsete foram substituídos por vocais gritados mais influenciados pelo hardcore e um som de guitarra e baixo muito mais pesados, som que firmemente consolidou a popularidade da banda entre os fãs mainstream e underground. O disco rendeu a grandes sucessos que tornariam-se hinos da banda, como "Walk", "Mouth For War" e "This Love" muito circuladas na MTV. Outras como as violentas "Fucking Hostile" e "Rise" seriam mais aclamadas entre os fãs. O álbum entrou nas paradas americanas no número 44.[6]

A banda saiu em turnê novamente, visitando o Japão pela primeira vez em julho de 1992 e depois se apresentando no festival "Monsters of Rock", co-encabeçado por Iron Maiden e Black Sabbath na Itália. Foi nessa época que Darrell Abbott abandonou o apelido "Diamond Darrell" e assumiu "Dimebag Darrell", e Rex Brown abandonou o pseudônimo de "Rex Rocker".

Far Beyond Driven (1994-1996)[editar | editar código-fonte]

A extensão do crescimento de popularidade deste álbum pode ser vista no sucesso instantâneo do álbum seguinte, Far Beyond Driven, de 1994, que estreou no topo das paradas americana e australiana de discos, sendo o disco de metal mais pesado a conseguir tal feito, apesar da crise de metal na América na época. Neste disco, o som tomou um rumo mais extremo, com mais berros e solos gritantes, como em "Strength Beyond Strength" e "Becoming". Nota-se a influência de bandas como Helmet na pesada "5 Minutes Alone" (que virou um grandioso sucesso nas rádios e na MTV) e a escandalosa "Good Friends and a Bottle of Pills". A surpresa para os fãs foi uma cover do Black Sabbath, "Planet Caravan" na última faixa.

A banda mais uma vez saiu em turnê novamente, começando pela América do Sul, além de ser convidado para outra edição do "Monsters of Rock". Nesse festival, em 4 de junho de 1994, os irmãos Abbott brigaram com jornalistas da revista musical Kerrang! sobre representações de desenhos animados pouco lisonjeiras do baterista Vinnie Paul. Então, no final de junho, Anselmo foi acusado de agressão por atacar um segurança depois de impedir que os fãs subissem ao palco. Anselmo foi libertado sob fiança de US $5.000 no dia seguinte.[12][13] O julgamento foi adiado três vezes.[14] Em maio de 1995, ele se desculpou no tribunal e se declarou culpado de tentativa de agressão e recebeu uma ordem de cem horas de serviço comunitário.[15][16] O Pantera continuou sua turnê pelo Reino Unido em 1994 e finalmente a encerrou nos Estados Unidos, onde teve a abertura dos shows feita pela banda Prong.

The Great Southern Trendkill (1996-2000)[editar | editar código-fonte]

O próximo álbum, The Great Southern Trendkill, foi lançado em 1996.[17] O álbum fez um sucesso moderado, especialmente considerando a época em que foi lançado e por ter se direcionado para um lado completamente violento, berrado e brutal da banda. Um exemplo disso é a música "Suicide Note II". O disco ficou mais no gosto dos fãs, apesar do que trazia um Pantera diferente dos lançamentos anteriores. A música "Drag The Waters" chegou a rolar de maneira considerável na MTV, porém a banda cairia em termos de popularidade. Os singles divulgados foram "Suicide Note Pt. I" e "Floods".

Em 13 de julho de 1996, Phil Anselmo sofreu uma overdose de heroína uma hora depois de um show pertencente à turnê que a banda estava fazendo em todo o estado do Texas.[18][19] Seu coração parou por cinco minutos, então os médicos que o trataram administraram uma forte dose de adrenalina e foram enviados ao hospital. Depois de acordar, Anselmo agradeceu aos colegas de banda pelo apoio recebido durante a overdose, embora isso tenha contribuído pouco para distanciar Anselmo dos outros membros, pois o Abbott estava envergonhado pelo comportamento do vocalista.[3]

Reinventing The Steel (2000-2003)[editar | editar código-fonte]

O último disco do Pantera, Reinventing The Steel, foi lançado em 2000, incluindo os singles "Goddamn Electric" com a participação de Kerry King, guitarrista do Slayer, e "Revolution is My Name". Esta última seria a que mais se destacou do álbum, que era mais rock'n roll e traziam outros timbres de bateria, baixo e guitarra. "We'll Grind that Axe for A Long Time", uma homenagem ao heavy metal em si, cairia no gosto dos fãs. "I'll Cast a Shadow" também saiu como single. "Revolution Is My Name" se tornou a quarta indicação da banda para Grammy Award para Best Metal Performance de 2001.

Em 2000, Pantera tocou no palco principal do Ozzfest, ao lado de Ozzy Osbourne, Godsmack, Static-X, Methods of Mayhem, Incubus, P.O.D., Black Label Society, Queens of the Stone Age e Apartment 26. Em novembro, a banda cancelou seus planos de turnê depois que Anselmo quebrou as costelas depois de cair durante seu oitavo evento anual da House of Shock.[20]

Separação do Pantera e novos projetos[editar | editar código-fonte]

Em 2001, Phil Anselmo já estava envolvido em vários projetos paralelos, um deles era o supergrupo Down, que já tinha feito sucesso com sua estreia em 1995, com álbum NOLA. Em março de 2002, o grupo lançou seu segundo álbum de estúdio, Down II: A Bustle in Your Hedgerow, que apresentava Rex Brown no baixo após a saída de Todd Strange em 1999. Brown permaneceu como baixista em tempo integral do Down até 2011, tendo aparecido em seu lançamento subsequente em 2007. Além disso, em maio daquele ano, Superjoint Ritual também de Anselmo lançou seu álbum de estreia, Use Once and Destroy. Vinnie Paul afirmou que Anselmo disse a ele que ele tiraria um ano de folga após os eventos de 11 de setembro de 2001, mas as turnês e gravações de Anselmo para Superjoint Ritual e Down contradisse isso. Os irmãos Abbott ficaram frustrados e resistiram por um período indefinido de tempo, presumindo que Anselmo voltaria. No entanto, de acordo com Anselmo, fazer uma pausa no Pantera era uma "coisa mútua" entre cada um dos membros da banda.[21]

Os irmãos Abbott separaram oficialmente o Pantera em 2003, também o ano em que sua coletânea "The Best of Pantera" foi lançada, quando os irmãos Abbott concluíram que Anselmo os havia abandonado e não voltaria. A separação da banda não foi amigável e posteriormente uma guerra de palavras foi travada entre os ex-companheiros de banda através da imprensa. O comentário de Anselmo em uma edição de 2004 da revista Metal Hammer dizendo que "Dimebag merecia ser espancado severamente" tipificou os conflitos internos do Pantera; Anselmo insistiu que este comentário era irônico e ele estava chateado porque seu comentário acabou na capa da revista "maldita".[3] Essa explicação foi logo rejeitada por Vinnie Paul, que disse logo após o assassinato de seu irmão em 2004 que tinha ouvido pessoalmente os arquivos de áudio da entrevista e que Anselmo não havia sido citado erroneamente ou deturpado, mas disse as palavras exatas que apareceram no artigo.[3] No meio do fogo cruzado estava Rex Brown, que mais tarde disse: "Foi um monte de bobagens o que ele disse, do que estava acontecendo, e eu não ia entrar no meio disso."[3] Em julho de 2004, os discos Vulgar Display of Power ganhou platina dupla, e The Great Southern Trendkill ganhou platina no mês seguinte.[22]

Após a separação do Pantera, Darrell e Vinnie formaram uma nova banda, Damageplan, com o vocalista Pat Lachman e o baixista Bob Zilla. O Damageplan lançou seu primeiro e único álbum de estúdio, New Found Power, em 10 de fevereiro de 2004. O álbum foi um sucesso comercial; mais de 44.000 cópias foram vendidas apenas na primeira semana e dentro de um ano mais de 100.000 cópias foram vendidas. No entanto, alguns fãs sentiram que o material do Damageplan não se comparava ao do Pantera.[3]

Assassinato de Dimebag Darrell[editar | editar código-fonte]

Em 8 de dezembro de 2004, durante a turnê do New Found Power, em menos de um minuto da primeira música de um show do Damageplan no Alrosa Villa em Columbus, Ohio, Dimebag Darrell foi baleado à queima-roupa por Nathan Gale, um suposto fã alienado de 25 anos que foi morto a tiros por um policial enquanto o mantinha refém.[23] Além do infeliz acontecimento com Darrell, outros três sofreram ferimentos fatais, incluindo Nathan Bray, um fã de 23 anos da banda; Erin Halk, uma funcionária local de 29 anos; Jeffrey Thompson, chefe de segurança do Damageplan, com 40 anos. O gerente da turnê, Chris Paluska, e o técnico de som de bateria John Brooks também foram feridos por Gale.[7] Isso causou um choque entre os fãs de metal, fazendo de Dimebag Darrell uma lenda. Embora Anselmo tenha declarado logo após o assassinato de Darrell que ele estava pensando em reunir o Pantera,[24] Vinnie Paul disse um ano depois que tal reunião "nunca acontecerá". Paul também afirmou que uma reconciliação com Anselmo era impossível.[25]

Nenhum motivo foi dado sobre o motivo pelo qual Gale matou Dimebag Darrell e as outras vítimas, mas as primeiras teorias, que foram descartadas pela polícia, sugeriram que Gale, que teria sido diagnosticado com esquizofrenia, aparentemente estava chateado com a separação do Pantera. Em várias entrevistas, alguns amigos de Gale sugeriram que ele alegou que ele havia escrito músicas que foram roubadas pelo Pantera.[26]

Morte de Vinnie Paul[editar | editar código-fonte]

Em 22 de junho de 2018, Vinnie Paul morreu em sua casa em Las Vegas enquanto dormia, a causa de sua morte foi mais tarde anunciada como cardiomiopatia dilatada e doença arterial coronariana.[8][27] Seus restos mortais foram enterrados ao lado do túmulo de seu irmão Dimebag Darrell e mãe Carolyn, no Moore Memorial Gardens, em Arlington, Texas.

Influência e legado[editar | editar código-fonte]

Enquanto era uma banda de heavy metal, o estilo do Pantera foi considerado tanto groove metal[28] quanto thrash metal.[29][30] O material inicial da banda foi descrito como glam metal. A banda também influenciou o desenvolvimento do nu metal, metalcore e vários outros movimentos.[31] Eles também foram chamados de um dos pioneiros da nova onda do heavy metal norte-americano.[32] O PopMatters afirmou que "a influência de Darrell Abbott em todo o gênero de heavy metal é massiva; depois de Cowboys From Hell e Vulgar Display of Power, todas as jovens bandas de metal americanas notáveis desde então, de uma maneira ou de outra, copiaram seu estilo de guitarra daqueles discos: Korn, Limp Bizkit, Slipknot, Hatebreed, Lamb of God, Shadows Fall... a lista é interminável."[33]

A banda Pantera foi incluída em inúmeras listas de importância na história do heavy metal e hard rock, alcançando o quinto lugar na lista da MTV das 10 melhores bandas de heavy metal da história.[34] A banda atingiu um grau de sucesso que poucas outras bandas conseguiram atingir, apesar de a banda ter sido extinta, tem fãs espalhados por todo o mundo.

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Linha do tempo[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia de Pantera

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Jason Birchmeier. «Pantera > Biography». Allmusic (em inglês). Consultado em 11 de agosto de 2008 [ligação inativa]
  2. «Pantera biography». MusicMight. Consultado em 29 de dezembro de 2005 [ligação inativa]
  3. a b c d e f Behind the Music, VH1, 2006.
  4. «'Thrash Metal' Book Due In September». Blabbermouth.net. Consultado em 23 de Abril de 2019 
  5. «30 Essential thrash metal bands that aren't the big four». loudersound.com. Consultado em 22 de Outubro de 2019 
  6. a b «Pantera Chart Positions – Albums». Consultado em 23 de Dezembro de 2011 
  7. a b «Dimebag Darrell, Four Others Killed In Ohio Concert Shooting». MTV. Consultado em 29 de Dezembro de 2005 
  8. a b «Vinnie Paul, Legendary Drummer for Pantera & Damageplan, Dead at 54». Billboard. Consultado em 23 de Junho de 2018 
  9. Estadão (29 de outubro de 2010). «cowboys from hell do pantera». Consultado em 5 de dezembro de 2019 
  10. «A short biography on Pantera». AllMusic. Consultado em 3 de Janeiro de 2008 
  11. «Pantera Tour Dates». Metallipromo.com. Consultado em 11 de Janeiro de 2017 
  12. «Darien Lake Concert Frays Nerves Again Band's Singer Charged With Assault». Buffalo News. 29 de Junho de 1994. Consultado em 6 de Abril de 2008 
  13. «N.O. native, Pantera singer, arrested in guard's assault». The Advocate. 26 de Outubro de 1994. Consultado em 6 de Abril de 2008 
  14. «Rock Singer Assault Case Adjourned Third Time». Buffalo News. 26 de Outubro de 1994. Consultado em 6 de Abril de 2008 
  15. «The Scuttlebutt». Salt Lake Tribune. 12 de Maio de 1995. Consultado em 6 de Abril de 2008 
  16. «Pantera Singer Changes his Tune». Grand Forks Herald. 21 de Abril de 1995. Consultado em 6 de Abril de 2008 
  17. Wiki Metal (1 de novembro de 2016). «Pantera lança edição de 20 anos de "The Great Southern Trendkill"». Consultado em 5 de dezembro de 2019 
  18. «Pantera singer says he overdosed on heroin». Fort Worth Star-Telegram. 18 de Julho de 1996. Consultado em 6 de Abril de 2008 
  19. «The Heroin Experience; The Drug Has Smacked Into More Than One Generation of Musicians». Washington Post. 11 de Agosto de 1996. Consultado em 6 de Abril de 2008. Cópia arquivada em 11 de Outubro de 2013 
  20. «Pantera Cancel Tour». Rolling Stone. 1 de Novembro de 2000. Consultado em 6 de Abril de 2008 
  21. Wiederhorn, Jon (21 de Dezembro de 2001). «Pantera Members Rip It Up With Rebellious Side Projects». MTV. Consultado em 4 de Novembro de 2006 
  22. «RIAA US Sales Search». Consultado em 3 de Novembro de 2007 
  23. «Dimebag Darrell morre baleado durante show». www.territoriodamusica.com. Consultado em 25 de abril de 2015 
  24. «Philip H. Anselmo; On Behalf of Darrell Lance Abbott, Pt. I». Consultado em 17 de outubro de 2005. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2015 
  25. Bowcott, Nick (Janeiro de 2006). «Dimebag: Depois de um ano». Metal Hammer 
  26. «Dimebag Darrell killing 'not motivated by Pantera split'». NME. Consultado em 29 de Março de 2014 
  27. «VINNIE PAUL: Official Cause Of Death Revealed». Blabbermouth.net. 27 de Agosto de 2018. Consultado em 26 de Agosto de 2018 
  28. «Pantera News». Loudwire 
  29. Heesch, Florian; Scott, Niall (2016). Heavy Metal, Gender and Sexuality: Interdisciplinary Approaches. [S.l.]: Routledge. p. 18 
  30. Masuo, Sandy (13 de Junho de 1996). «Pantera: The Great Southern Trendkill». Rolling Stone. Consultado em 10 de Dezembro de 2016. Cópia arquivada em 13 de Outubro de 2007 
  31. Wiederhorn, Jon. «'Dimebag' Darrell Abbott: A Larger-Than-Life Guitarist And Human Being – News Story». MTV. Consultado em 13 de Julho de 2010 
  32. Monger, James Christopher. «allmusic (((Mastodon > Biography)))». AllMusic. Consultado em 13 de Julho de 2010 
  33. Begrand, Adrien. «'Dimebag' Darrell: Forever Stronger Than All». Popmatters. Consultado em 13 de Julho de 2010 
  34. «As 10 melhores bandas da história do heavy metal». Consultado em 14 de julho de 2006. Cópia arquivada em 18 de julho de 2006 
  35. «Pantera». Encyclopaedia Metallum. The Metal Archives. Consultado em 29 de março de 2014. Arquivado do original em 14 de março de 2014 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]