Planeta X

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde Janeiro de 2011). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Diagrama da possível órbita do Planeta X

O "planeta X" é um suposto corpo celeste do sistema solar cuja órbita estaria além da de Netuno. Neste caso, X é a letra x (incógnita, em matemática) e não o número romano 10. Quando do surgimento desta conjectura, no século XIX, alguns astrônomos propuseram que irregularidades observadas na órbita de Netuno e de outros gigantes gasosos pudessem ser causadas por este planeta hipotético. Isto foi motivado pela descoberta do próprio Netuno, cuja órbita e massa foram previstas com base nas observações das perturbações orbitais de Urano.

O sobrevôo de Netuno pela sonda espacial Voyager 2 permitiu a obtenção de uma medição mais precisa para a massa deste planeta. Cálculos posteriores, baseados no novo valor para a massa, demonstraram que as irregularidades orbitais na verdade não existiam. [carece de fontes?]

Plutão[editar | editar código-fonte]

A busca pelo planeta X provocou a descoberta de Plutão, em 1930. Plutão, porém, não foi considerado o Planeta X porque sua massa não era suficiente para explicar as irregularidades então registradas na órbita de Netuno.

Éris[editar | editar código-fonte]

Embora a União Astronômica Internacional tenha considerado a possibilidade de classificar Éris (primeiramente conhecido como 2003 UB313), descoberto em 2003, como um planeta, aquele corpo celeste tampouco foi considerado o planeta X, porque anteriormente considerado maior que Plutão (hoje porém sabe-se que seu tamanho é visivelmente menor que o do Planeta-Anão) ainda é demasiado pequeno.

Conclusões recentes[editar | editar código-fonte]

Para a maioria dos astrônomos, a hipótese do planeta X foi cabalmente rejeitada quando as missões das sondas Voyager e Pioneer permitiram recalcular as massas dos gigantes gasosos e não detectaram nenhuma forte atração gravitacional imprevista além da órbita de Netuno.

Em maio de 2012, Rodney da Silva Gomes, astrônomo do Observatório Nacional, propôs através de revisões cálculos orbitais que há a possibilidade da existência de um astro quatro vezes maior e 1,5 mil vezes mais distante do Sol do que a Terra, interferindo em órbitas de objetos do cinturão de Kuiper.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre astronomia é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.