Roberto Avallone

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Roberto Avallone
Nome completo Roberto Francisco Avallone
Nascimento 22 de fevereiro de 1947 (68 anos)
São Paulo - São Paulo
Nacionalidade  brasileiro
Ocupação Jornalista e comentarista

Roberto Francisco Avallone (São Paulo, 22 de fevereiro de 1947), é um jornalista esportivo brasileiro[1] .

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formado em Ciências Sociais pela PUC São Paulo, Roberto Avallone começou sua carreira no jornalismo nos anos 1960 na imprensa escrita, em jornais como o Jornal da Tarde, sempre cobrindo a área de esportes.

Começou a carreira no mundo esportivo em 1966. No mesmo ano foi para o jornal Última Hora, dirigido na época por Álvaro Paes Leme. Em 1967, foi para o Jornal da Tarde, onde ficou por 23 anos, 12 deles como chefe de reportagem do esporte. Foi ainda no JT que obteve dois Prêmios Esso como chefe da equipe que fez a cobertura das Copas do Mundo de 1978, na Argentina, e de 1986, no México.

Em 1984, tornou-se o diretor de esportes da TV Gazeta de São Paulo e, a partir do ano seguinte, passou a apresentar o programa Mesa Redonda Futebol Debate, sempre com muita irreverência. Com matérias investigativas, reportagens, entrevistas e polêmicas, muitas vezes o programa foi líder de audiência, o que começou a chamar a atenção de outras emissoras para esse tipo de atração em suas grades. Cobriu mais outras quatro Copas do Mundo.

Desligou-se da emissora em 2003, quando se mudou para a RedeTV!, onde fez o RedeTV! Esporte e o Bola na Rede, até sair, em 2005. Nesse mesmo ano, foi contratado pela Rede Bandeirantes de Televisão. Entre 2005 e meados de 2007, esteve apresentando os programas Esporte Total e Esporte Interativo, além de participar do Jornal da Band.

Também trabalhou nas rádios Eldorado, Jovem Pan, Rádio Globo, Rádio Bandeirantes, Rádio Capital, Rádio Record e na BandNews FM.

Apresentou o programa No Pique, na CNT, de 2009 até 2012.[2] Mantém um blog em parceria com o Universo Online.

Em 2015, foi contratado pelo SporTV, para debater semanalmente no Redação SporTV.[3]

Avallone criou bordões em que geralmente pronunciava a pontuação contida na frase — por exemplo, ao apresentar um belo gol, exclamava "Que golaço, exclamação"ou, ao fazer uma pergunta, dizia "O que será do Corinthians?, interrogação".

Escreveu o livro As Incríveis Histórias do Futebol, pela Editora Tipo.

Referências

  1. TERCEIRO TEMPO. Que fim levou? Roberto Avallone. Visitado em 15/05/2015.
  2. Esporte e Midia (28/02/2012). Roberto Avallone anuncia saída da CNT. Visitado em 15/05/2015.
  3. Na telinha (20/03/2015). Roberto Avallone assina com o SporTV para participar do "Redação" 08:14:42. Visitado em 15/05/2015.