Steven Pinker

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Steven Pinker
Psicologia, Linguística, psicologia experimental
Nacionalidade CanadáCanadense / Estados UnidosNorte-americano
Nascimento 18 de setembro de 1954 (61 anos)
Local Montreal
Atividade
Campo(s) Psicologia, Linguística, psicologia experimental
Instituições Harvard
Alma mater McGill University
Tese The Representation of Three-dimensional Space in Mental Images
Orientador(es) Stephen Kosslyn
Prêmio(s) Prêmio Livro Walter P. Kistler (2005)

Steven Arthur Pinker (Montreal, 18 de setembro de 1954) é um psicólogo e linguista canadense naturalizado estadunidense da Universidade Harvard e escritor de livros de divulgação científica. Durante 21 anos foi professor no Departamento do Cérebro e Ciências Cognitivas do Massachusetts Institute of Technology antes de regressar a Harvard em 2003. Pinker completou o bacharelado em Psicologia da Universidade McGill no ano 1976, e doutorado em Psicologia Experimental da Universidade de Harvard em 1979.

Pinker escreve sobre a linguagem e as ciências cognitivas em vários níveis, desde artigos especializados até publicações de divulgação científica. Ele é mais bem conhecido pela sua pesquisa da aquisição da fala e pelo seu trabalho sobre as noções de desenvolvimento inato da linguagem avançadas por Noam Chomsky. No entanto, ao contrário de Chomsky, Pinker considera a linguagem como uma adaptação evolutiva.

Seus livros Como a Mente Funciona (How the mind Works) e Tabula rasa (The Blank Slate) estiveram entre os finalistas para o Prêmio Pulitzer. Em 2004, Pinker foi nomeado uma das 100 pessoas mais influentes pela Revista Time.[1] Ele também figurou na lista "Top 100 Public Intellectuals" da revista Foreign Policy.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Pinker nasceu em Montreal em 1954, filho de pais judeus. Seu pai, Harry Pinker, era formado em direito, mas não exerceu a profissão durante boa parte de sua vida, trabalhando como representante de vendas e locador, sendo o dono de um motel na Flórida. Sua mãe Roslyn também possuía diploma universitário, mas foi dona de casa durante os anos 50 e 60, obtendo um mestrado nos anos 70 e posteriormente se tornou vice-diretora de uma escola em Montreal. Seus avós eram imigrantes do leste europeu, sendo três deles poloneses. [3]

O cientista estudou psicologia na McGill Universty, onde seus pais se formaram, recebendo diploma em 1976. Ele concluiu seu doutorado em Harvard em 1979, e o tema de sua tese foi a representação mental de imagens tridimensionais.[4]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Os Anjos Bons da Nossa Natureza[editar | editar código-fonte]

O livro, apesar de ter sido bem recebido pela maioria do público, gerou certa polêmica por sua tese de que a humanidade estaria se tornando cada mais pacífica com o passar do tempo. O autor e matemático libanês Nassim Nicholas Taleb publicou um texto chamado "The 'Long Peace' Is a Statistical Illusion"[5] em que ele criticava o modo como Pinker havia usado estatísticas para corroborar sua tese. Segundo Taleb, a ideia de que o número de guerras entre grandes nações diminuiu drasticamente após a Segunda Guerra não permite fazer inferências sobre o futuro da violência. O psicólogo rebateu com um texto, "Fooled By Belligerence"[6],em que ele se defendia apontando que Taleb não havia compreendido os argumentos de seu livro. Segundo ele, o livro não pretendia prever a probabilidade de guerras futuras, mas apenas relatar tendências históricas.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Livros[editar | editar código-fonte]

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  • Language Learnability and Language Development (1984)
  • Visual Cognition (1985)
  • Connections and Symbols (1988)
  • Learnability and Cognition: The Acquisition of Argument Structure (1989)
  • Lexical and Conceptual Semantics (1992)
  • The Language Instinct (1994) (tradução portuguesa por Claudia Berliner: O Instinto da linguagem)
  • How the Mind Works (1997) (tradução portuguesa por Laura Teixeira Motta: Como a mente funciona)
  • Words and Rules: The Ingredients of Language (1999)
  • The Blank Slate: The Denial of Human Nature in Modern Intellectual Life (2002) (tradução portuguesa por Laura Teixeira Motta: Tabula Rasa: a negação contemporânea da natureza humana )
  • The Stuff of Thought: Language as a Window into Human Nature, Viking Adult, 1st edition , 2007, ISBN 978-0670063277
  • Do que é feito o pensamento: A língua como janela para a natureza humana, Companhia das Letras, 2008, ISBN 9788535913026
  • The Better Angels of Our Nature: Why Violence Has Declined, 2011

Artigos e ensaios[editar | editar código-fonte]

  • Pinker, S. (1991) Rules of Language. Science, 253, 530-535.
  • Ullman, M., Corkin, S., Coppola, M., Hickok, G., Growdon, J. H., Koroshetz, W. J., & Pinker, S. (1997) A neural dissociation within language: Evidence that the mental dictionary is part of declarative memory, and that grammatical rules are processed by the procedural system. Journal of Cognitive Neuroscience, 9, 289-299.
  • Pinker, S. (2003) Language as an adaptation to the cognitive niche. In M. Christiansen & S. Kirby (Eds.), Language evolution: States of the Art. New York: Oxford University Press.
  • Pinker, S. (2005) So How Does the Mind Work? Mind and Language, 20(1), 1-24.
  • Jackendoff, R. & Pinker, S. (2005) The nature of the language faculty and its implications for evolution of language (Reply to Fitch, Hauser, & Chomsky) Cognition, 97(2), 211-225.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
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Sociobiologia

Robert Trivers | Richard Dawkins (O Gene Egoísta, meme) | W. D. Hamilton | Edward Osborne Wilson || Seleção natural


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  1. Wright, Robert. (2004-04-26). "The 2004 TIME 100 - TIME". Time. ISSN 0040-718X.
  2. «Top 100 Public Intellectuals». Foreign Policy. Consultado em 2016-02-05. 
  3. «‘What could be more interesting than how the mind works?’». Harvard Gazette. Consultado em 2015-12-05. 
  4. «The representation of three-dimensional space in mental images». Consultado em 2015-12-05. 
  5. «The “Long Peace” is a Statistical Illusion» (PDF). 
  6. «Fooled by Belligerence» (PDF).