Teoria da escolha social

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A teoria da escolha social estuda como as preferências individuais se agregam para formar uma preferências coletiva. A teoria da escolha social remonta à publicação por Condorcet do paradoxo da votação. A formulação moderna da teoria se deve aos trabalhos de Kenneth Arrow, Social Choice and Individual Values e o Teorema da impossibilidade. Arrow buscou elementos da teoria do voto e da economia do bem-estar, generalizando-os. O método consiste em formular algum conjunto de axiomas, aparentemente razoáveis para a escolha social como requisitos de uma função de bem-estar social para capturar diferentes aspectos do problema de agregação e derivar implicações. Os muitos resultados de impossibilidade nos primeiros estudos indicaram que muitas premissas (intuitivamente desejáveis) eram incompatíveis entre si.

Um campo relacionado é a teoria da escolha pública. Esta pode até sobrepôr a teoria da escolha social, porém, se ambas as teorias forem interpretadas restritivamente, a classificação JEL enquadra a teoria da escolha social sob JEL D71 (com clubes, comitês e associações), enquanto a maior parte do artigos sobre escolha pública cai sob JEL D72 (ao lado de modelos econômicos ou processos políticos: legislações, eleições, voto, entre outros).

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

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