Bitola métrica

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Trilhos de bitola métrica (1.000 mm).
Locomotiva GE BB40-9WM da Estrada de Ferro Vitória a Minas, bitola métrica.

Bitola métrica é a denominação que se dá às ferrovias cuja bitola seja igual a 1.000 mm, sendo portanto mais estreita que a bitola internacional.

A bitola métrica é usada em várias regiões, entre outros:

Comparações[editar | editar código-fonte]

Comparações com bitolas mais largas (1.435 mm e 1.600 mm).

Vantagens
  • Curvas de menor raio.
  • Menor largura em aterros, cortes, terraplenos e obras de arte.
  • menor consumo de lastro.
  • Menor consumo de dormentes. (volume)
  • Menor resistência à tração e a inércia.
  • Material rodante sensivelmente mais barato.
Desvantagens
  • Menor capacidade de tráfego.
  • Menor velocidade e estabilidade.
  • Conversão de material de tração importado com limitações.

A bitola métrica é significativamente mais barata para ser implantada do que a bitola irlandesa ou a bitola padrão.

A Estrada de Ferro Vitória a Minas, em bitola métrica, é atualmente a ferrovia mais eficiente do Brasil no quesito "capacidade de tráfego". Tal exemplo pode derrubar uma das supostas desvantagens da bitola métrica.

Mas uma desvantagem comprovada da bitola métrica seria o fato de os motores de tração (motores que movem os eixos da locomotiva de sistema Diesel-elétrico) estarem fisicamente limitados ao espaço entre os trilhos e tal limitação gira em torno dos 500 hp/eixo. Enquanto isso, a bitola irlandesa não possuiria essa limitação, pois pode usar os mesmos motores de tração da bitola padrão (1.435 mm). A capacidade de maior tonelagem nos vagões, e por conseguinte nos trens, fica limitada aos vagões e ao peso linear dos trilhos.

Ver também[editar | editar código-fonte]


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